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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Boston Globe
Uma celebração a um tempo em que agentes secretos se vestiam de maneira impecável, faziam gracejos com estilo e tinham brinquedos excepcionalmente legais. Que o filme é quase que instantaneamente esquecível é parte do prazer [da experiência].
Collider
"O Agente da U.N.C.L.E." se adapta a Guy Ritchie como um terno feito sob medida, já que ele se aventura pelo mundo chique da Europa dos anos 1960 com um roteiro que pode ser absurdo e vazio, mas que proporciona um espetáculo maravilhoso.
Screen International
Estilo tem sempre sido a substância dos filmes do diretor Guy Ritchie, e, com "O Agente da U.N.C.L.E.", ele eleva a um novo patamar sua insolente estética dirigida pela sensação - o que não significa que seus filmes estejam ficando mais distanciados ou unidimensionais.
Cineweb
Mesmo sem originalidade, as perseguições e mise-en-scène [de Guy Ritchie] se assemelham a uma coreografia de dança de salão que encanta pela elegância, que vai além dos ternos de Solo, e uma descontração inerente...
Blogs Pop
Fica, então, o acerto de se preocupar mais com o carisma dos personagens, especialmente de Vikander e Cavill, e como isso poderia transbordar para a narrativa através do estilo de Ritchie. Saem os comentários políticos e fica a diversão.
CineClick
Mesmo com um enredo interessante, o longa não escapa de alguns problemas. Talvez o maior deles seja se preocupar demais em querer surpreender o espectador. Com algumas reviravoltas desnecessárias, o roteiro se desenvolve de maneira confusa...
New York Times
Tem momentos em que "O Agente da U.N.C.L.E." funciona melhor como uma apresentação fashion do que um filme, com um guarda-roupas [...] que expressa melhor a sua era do que qualquer coisa no roteiro.
O Globo
“O Agente da U.N.C.L.E.” tem uma boa relação entre o trio de protagonistas, com um leve humor e um romance deixado no ar entre alguns deles. Os personagens, apesar de pouco profundos, são carismáticos, trazem o charme dos melhores espiões de cinema, como o bom e velho James Bond.
Screen Rant
Existem poucos choques ou surpresas memoráveis. Mesmo que a história seja um dos aspectos menos bem sucedidos do filme de Ritchie, o cineasta consegue deixar a sua marca na maneira como os personagens (e seus respectivos atores) reagem à história.
ScreenCrush
Tudo e todos neste filme são lindos, desde os cenários europeus à fotografia dessaturada e ao elenco atraente, mas não existe nada por trás da superfície. Às vezes, "O Agente da U.N.C.L.E." se parece mais com uma propaganda de colônia italiana do que a adaptação de uma antiga série de espionagem.
The Hollywood Reporter
Conceitualmente, possui algumas coisas a seu favor e não é um filme desagradável de assistir, mas, ao mesmo tempo, o tom e registro criativo nunca soam confiantes, seguros. Não é ruim, mas também não é bom o suficiente.
The Playlist
Ritchie faz um primeiro ato promissor. Mas apostando na fórmula de ação, e absolutamente nada mais, a história continua. Depois, ficamos nos perguntando, diante das cenas cada vez maiores, onde foi parar toda a diversão.
Chicago Sun-Times
O thriller de espionagem de época "O Agente da U.N.C.L.E." é apenas intermitentemente envolvente e divertido, e mesmo as partes do filme bem-sucedidas são frustrantes, por serem atenuadas por um material sem vigor, conceitualmente confuso, e às vezes completamente indiferente.
Papo de Cinema
A trama que envolve os protagonistas é mero detalhe, pois o que importa são as perseguições, os efeitos especiais, a tensão que possa ser criada ou o perfil dos atores, deslumbrantes, porém insípidos.
Diário de Pernambuco
Ritchie capricha demais no visual, nas músicas, nas roupas, nas joias, nos zooms e na montagem vai-e-vem, mas não domina a elegante ginga das tramas de espionagem. Valorizar mais a superfície do que o conteúdo nem sempre funciona. Afirmar um estilo pode ser importante, mas não é tudo.
Estado de Minas
Falta algo ao "Agente da U.N.C.L.E.": cenários incríveis - a maior parte deles na Itália - e uma direção de arte impecável escondem uma falta de empatia entre os atores, interpretações medianas e uma história mediana que não decola.
Omelete
A impressão mais insistente é que Ritchie se apega aos tiques de estilo porque seu "O Agente da UNCLE", no fundo, não tem muito o que dizer (além do fato de tornar a Guerra Fria uma briga de machões).
Rubens Ewald
Não que o filme seja horrível. Tem certo humor, perseguições, correrias, explosões, mas nunca consegue ser páreo para o Tom Cruise em "Missão Impossível - Nação Secreta". E está mais para desfile de modas do que filme de ação!
The Guardian
A tentativa de Guy Ritchie de reviver a dupla que desafia a Guerra Fria Napoleon Solo e Illya Kuryakin é algo sabidamente sem vida, com seus dois protagonistas bonitões nada carismáticos falhando em captar a relação marota dos originais Robert Vaughn e David McCallum.
Variety
Um Guy Ritchie extraordinariamente contido oferece entretenimento sólido com um toque de classe, mas protagonistas desinteressantes e nenhum sinal de química tornam esta adaptação da habilidosa série de TV dos anos 60 esquecível.
Washington Post
A vilã central [...] é descrita na tela como "uma combinação letal de beleza, cérebro e ambição". Ah, se o filme fosse tão bem equilibrado. Ah, letal é, tudo bem, mas não no bom sentido. Embora tenha a ambição de honrar a série de TV [...], o filme falha em evocar o que é cool na atração dos anos 60.