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Vou contar a história de como o "se" tornou-se meu amigo frequente... e foi numa situação meio boba. Às vezes, a gente presta atenção nas falas de outros e tenta refletir o que estamos fazendo de errado e/ou o que nos prejudica. Aconteceu comigo quando eu assisti esse filme, até meio bobo, juvenil, mas muito interessante, se você o assistir com um novo olhar...experimente! O filme é divertido, infantil, e retrata a vida de um jogador de hoquei e suas falas polêmicas a respeito dos sonhos das crianças, filhos de sua namorada. Ele é mestre em destruir sonhos alheios e "se acha". Até que é punido por esses deslizes de forma exemplar. Quase no final do filme e durante discussão com a namorada, devido sua velha mania de destruir sonhos alheios, ela fala que o problema dele é não conseguir falar "se" e desiste de sua relação com ele. Ele percebe, então, como a vida fica vazia sem eles (a namorada, as crianças) e percebe o quanto foi tolo ao preocupar-se apenas "com seu umbigo" e aprende a ser mais humilde, a se preocupar com as outras pessoas, se torna um homem melhor... e o "se" começa a fazer parte da sua trajetória de vida. É bem legal... não seja preconceituoso com esse filme e curta-o!
Adicionado em 06 de jan de 2012 às 23h18 Denunciar um abuso
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