Identidade Paranormal
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Média:   3,6 por 58 notas das quais 7 críticas  | 
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Tibério M.

36 seguidores | Ler suas 58 críticas |

   3 - Legal

O filme é bom, mas vou aqui parafrasear o poderoso castiga: 'Aaaaaaaah mais ou menos, mais ou menos, mais ou menos'. A princípio o filme começa ser bem interessante, e nos levar a pensar o porque do personagem de Jonathan Rhys Meyers é o receptor das múltiplas personalidades de certas pessoas. Pessoas essas que tem em comum: vítimas de assassinatos. Mas depois o filme escorrega para o lado do misticismo. Para mim esse tipo de história só me passa demagogias. Que se a pessoa não estiver no caminho de Deus, não tiver fé em Deus, ela será a escolhida pelo Diabo. Acredito que religião nenhuma molda o caráter. Que religião nenhuma identifica quem é uma boa ou má pessoa. A pessoa pode ser ateu e pode ser muito bem uma pessoa muito melhor que uma que acredita em Deus e vice versa. Isso é de cada um. Acreditar em Deus, ter fé em Deus é apenas um diferencial da pessoa. Se ela necessita disso, tudo bem. Se a outra não necessita, tudo bem também. Ser uma boa ou má pessoa não depende de religião. Pode ser qualquer outra coisa, menos religião. O desfecho deixou a desejar, Este tipo de final que o filme apresenta já está muito manjado. Poderia ter sido da forma convencional. Acredito que seria muito bem recebido do que foi apresentado. Julianne Moore e Jonathan Rhys Meyers estiveram ótimos em seus personagens. Apesar da história, o filme te prende muito bem com a situação da investigação. Trilha sonora muito boa. Filme bom. Razoável.

Mariano S.

10 seguidores | Ler suas 21 críticas |

   4.5 - Ótimo

Filme Identidade Paranormal e a transmigração das almas Filme de nome sugestivo, me atraiu pelo tom da história, e por envolver uma psiquiatra tradicional. De começo sabia eu que ela teria problemas e questionamentos em suas teorias igualmente tradicionais. Mesmo porque desmascarar um louco em tribunal seria fácil, mas não um fenômeno paranormal. Acaba se vendo que a tal loucura e fantasia não é tão duvidosa assim. Identidade Paranormal pode ser explicada por diversos focos. Desde o mediúnico, que atrairia espíritas e daria uma explicação razoável, até mera alucinação onde o personagem compensa seus traumas de infância e possível abuso. Porém última tese meio descartada, uma vez que a personalidade usada estaria falecida há muito tempo. Surpreende quando um sujeito com personalidade cadeirante se transmuta em outra, de modo que levanta e sai andando. Lembra o que falou Cristo: “levanta-te”. Outro viés interessante do filme foi ao de retratar uma bruxa da montanha, curandeira e que seria possível solução ao problema da psiquiatra, que ao ver que seus amigos morriam devido a uma força misteriosa, acaba por buscar essa explicação sobrenatural. Também é interessante que não são poucas as personalidades que se manifestam no paciente, e que vemos a ciência desafiada, e por fim cada vez mais a necessidade de se reconhecer a parapsicologia como ciência oficial. A psicologia e a psiquiatria são limitadas. Assim vemos a clarividência de Adam, quando hora manifesta o médico amigo de Cara (a psiquiatra), e quando vai falar com sua filhinha, a qual não desconfia e conversa com o tio desconhecido. Também notamos a vingança paranormal como algo possível, uma espécie de maldição, haja vista algo ocorrido muitos anos antes, com um pastor curandeiro em rivalidade as bruxas. Cultura cristã versus cultura pagã. De certo modo resume a história e dá explicação ao vínculo cármico daqueles que se entenderam como “Justiça de Deus”, ao matar pessoas com outro viés espiritual. Outra explicação é a reencarnação, ou transmigração das almas. De certo modo essa doutrina já era reconhecida pela maioria das filosofias antigas, apesar de pequena divergência quanto a detalhes. Provavelmente por herança hindu, vemos que esse saber explicaria a modificação de Adam, e de sua sub-personalidade (nos lembra (Eleasar Cerqueira Mendes), a qual se manifesta em oposição a personalidade objetiva e presente. Logo as múltiplas personalidades seriam uma condição de nossa alma, e de nossas existência, sendo natural que fiquem latentes e não manifestadas. Isso explica a briga constante de casais, familiares e pessoas que têm vínculos de relacionamento inconscientes. Já Freud teria percebido em uma paciente de histeria alguma personalidade que aparecia, quando usava ainda a hipnose. Pela mesma hipnose se pode “voltar” e ver essas personaliades de outras vidas (ou da genética...), e assim explicar o fenômeno exagerado no filme, uma vez um triller com final infeliz. Já na linha cética (ou céptica) da parapsicologia poderíamos pensar em telepatia e alguma sugestão inconsciente, onde as personalidades em volta de Adam seriam copiadas ou imitadas, de modo que o mesmo falaria se passando por fulano ou ciclano. O conhecimento do tempo passado se daria pela pantomnésia e demais fenômenos por telergia, como naqueles que coloca terra na boca das pessoas, sem as tocar, ou até causa a sua morte. Tudo acabou pela tradição popular sendo designado como “demônio”, e assim explicando seu inimigo interno (que entende externo). No filme esse senso comum se vê também claro, e a fé ou a falta de fé acaba sendo a desculpa da desgraça. No mais a loucura do paciente apenas estava associada a sua sensitividade, de modo que os fenômenos transparecem de forma caótica, inconscientes e somados a busca de explicação superficial da psiquiatra, que juntamente com seu pai são “duvidadores” por natureza, pessoas bitoladas a ponto de vista da psicologia e psiquiatria tradicional. Ademais, se pensarmos em subconsciente, o mesmo teria o conhecimento de tudo, e também grande poder, de modo que agiu nos atos do cadeirante, de modo a fazer fatos extraordinários e milagrosos em sua presença. Claro que a explicação ocultista do fato seria ainda mais metódica, e que poderia se dever a atos mágicos e outros detalhes. Mesmo com o xamanismo da velha do filme, não iria longe a teoria da maldição e da feitiçaria, mas que exigiria uma vasta explicação para nos situarmos aqui. Como o filme é uma total ficção,não nos cabe aqui discutirmos o que se deve realmente, uma vez que filme partilha da mesma linguagem de “O Chamado”, misturando muitas coisas e algo que parece em certos momentos algum cartoon. Fato é que a prova do fenômeno no filme se deu duramente, e que por falta de uma defesa especifica, acaba se pagando com vidas o que vai além do nosso plano de manifestação. O filme de todo é muito bom e tem uma certa fatalidade interessante, sem moralismo ou dualismo, o que agrada por fim. A imprevisibilidade dá ao roteiro uma sensação de bom trabalho, e os efeitos especiais são até realistas, apesar de exagerados. As viagens no tempo, mudanças de personagens e focos dá um bom movimento a trama. O filme alia uma boa possibilidade para a discussão filosófica e parapsicológica. Uma opção diferente, para se levar a reflexão.

http://filmesefilosofia.blogspot.com.br/


Janine Monteiro

0 seguidor | Ler suas 36 críticas |

   4.5 - Ótimo

Eu não confiei que seria um filme bom apesar do bom elenco. Grata surpresa pois o filme é bem intenso e com momentos de suspense. Um trilher bem legal.

Almir S.

3 seguidores | Ler suas 172 críticas |

   3 - Legal

BOM. Sabe aquele filme que você olha o cartaz e não dá grande coisa e passa despercebido, mas quando finalmente você assiste, você se surpreende, esse é o caso desse filme. Com um bom roteiro, o filme te deixará curioso pra saber o final. Uma pena não ter feito sucesso nas bilheterias americanas e nem ter passado nos cinemas brazucas.

Luiz C.

33 seguidores | Ler suas 4 críticas |

   3.5 - Bom

Se Adam fosse de fato o nome da personagem de Jonathan Rhys Meyers, o filme seria uma demonstração da doutrina espírita kardecista onde ele seria um médium, que simplesmente estaria incorporando os espíritos de David (o qual inclusive chega a conversar com a mãe deste) e de um falecido cantor de rock. Quando descobrimos que o verdadeiro Adam está na verdade morto em uma banheira na sua residência, não apenas é apontado um "furo" na trama do filme (sim, pois se ele chegou ao Hospital incorporando o espírito de David, e se auto-identificando enquanto tal, então como acabou sendo definido como Adam?) como também passamos a questionar toda a argumentação até então estabelecida entre os dois psiquiatras que cuidam do caso, pai e filha. O pai é ateu mas aceita que pode existir coexistência de identidades múltiplas num mesmo corpo, bem como lida bem com a possibilidade teórica da existência dos espíritos (afinal, não nos esqueçamos que quando surgiu o Espiritismo Kardecista estavam também sendo estabelecidas as bases das ciências humanas, e Kardec tinha uma pretensão à cientificidade). Paradoxalmente, sua filha, que é católica devota, não apenas desacredita da possibilidade real de identidades múltiplas (as quais, para ela, são sempre impostura ou psicose) como também não aceita a existência de espíritos, até que acompanha, acreditando-se incógnita, o trabalho de uma curandeira das montanhas, denominada apenas "vovó". Com a sequência do enredo passamos a saber que Adam/David é na realidade um pastor protestante, do sul dos EUA, cuja alma original teria sido retirada pela "vovó" em 1918 e que, desde então, passa a recolher espíritos de ateus e agnósticos que ele mesmo elimina de maneira violenta. Uma argumentação fraca e com evidentes inconsistências (o corpo do pastor não apenas não envelhece como parece demasiadamente saudável para alguém que está sem alma própria há mais de um século; a vovó já era velha em 1918, como estaria ainda viva em 2009; se o pastor perdeu a fé porque seu corpo persegue os ateus; a "vovó" simboliza evidentemente o culto da deusa Géia ou algum culto primitivo, pré-cristão, então porque questiona a menina quanto à sua perda de fé no Deus judaico-cristão) mas que cativa e consegue prender a atenção pela maneira com que as cenas são montadas, repletas de surpresas, sustos, suspense e até mesmo terror. Diversão descompromissada e que atende às expectativas, se conseguirmos manter o raciocínio lógico e o senso crítico "desligados".

Elias N.

12 seguidores | Ler suas 2 críticas |

   4 - Muito bom

O filme é intrigante, Jonathan Rhys Meyers seguramente está em seu melhor papel e tem uma atuação primorosa; quanto a Juliene Moore sou suspeito pra falar pois adoro ela, mas independente disso ela esta ótima mesmo. O filme é intenso e, foi um dos pouco que conseguiu, alem dos esporádicos sustos, me colocar medo, aponto de "checar a casa antes de entrar" Ótimo filme.

Guilherme V.

6 seguidores | Ler sua crítica |

   2.5 - Regular

Esperava mais desse filme, até certo ponto me prendeu a atenção e estava interessante mais depois a história perdeu completamente a lógica e decaiu muito.

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