Média
2,6
publicações
-
Cinema em Cena
-
Estado de São Paulo
-
Cinegrafando
-
Cineplayers
-
Omelete
-
The Hollywood Reporter
-
The Playlist
-
Quarto Ato
-
CineClick
-
Folha de São Paulo
-
Preview
-
Screen International
-
ScreenCrush
-
The Guardian
-
Variety
-
Rubens Ewald
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa
Cinema em Cena
[...] "Warcraft" é uma obra que traz vários arcos narrativos ambiciosos [...] ressoando dramaticamente de uma forma que talvez não esperássemos na adaptação de um game centrado em criaturas fantásticas em constantes batalhas.
Estado de São Paulo
"Warcraft" propõe-se como experiência radical. Você pode até detestar, mas penetra num universo hiper-realista e detalhado que tem servido como fonte de experimentação para artistas visuais de ponta.
Cinegrafando
"Warcraft: O primeiro Encontro de Dois Mundos" abre caminho para uma franquia que, dependendo da resposta nas bilheterias, poderá firmar-se ao lado de "O Senhor dos Anéis" na galeria dos bons filmes de fantasia e aventura.
Cineplayers
Como um fã, fiquei absolutamente maluco assistindo ao filme e a todas as suas referências. Gostei bastante. Como cinéfilo, vi um bom filme de aventura, com efeitos excepcionais, mas que ainda precisa amadurecer muito na ação e aprofundar nesse universo amplo e curioso.
Omelete
Alguns fãs devem torcer o nariz para certas adaptações na história, que não segue à risca o cânone, mas faz algumas boas concessões narrativas pra simplificar a trama (o entrega em essência, o que era esperado). Mas a grande maioria deve mesmo sentir-se em casa.
The Hollywood Reporter
O filme é guiado pelos personagens a cada passo do caminho. É por isso que, mesmo que o mundo criado por Jones e seus talentosos colaboradores do projeto [...] não seja perfeitamente[...], funciona.
The Playlist
“Warcraft” apresenta traços singulares em alguns momentos, mas a tentativa de agradar tanto o público médio quanto os fãs cativos do videogame resulta num meio termo no qual nenhuma das duas partes fica satisfeita.
Quarto Ato
É impossível não comparar com muitas cenas do universo de J. R. R. Tolkien, já levado às telas na trilogia de "O Senhor dos Anéis". Mas, se você esperava encontrar em ‘Warcraft’ uma possível jornada com a mesma qualidade, não foi dessa vez que temos nossa nova Terra-Média no cinema.
CineClick
A obra de Duncan Jones não consegue atingir seu potencial e parece uma produção B que recebeu verba demais e exagerou no CGI. O bizarro é que até mesmo cenários práticos, ou seja, construídos de fato no set de filmagens, parecem estar carregados de CGI.
Folha de São Paulo
Os atores são praticamente desconhecidos. Os efeitos visuais cumprem o mínimo que se espera de produções assim, com gosto duvidoso. O herói Durotan parece uma mistura barata do bárbaro Conan com o ogro Shrek. De resto, o filme é diversão rasteira e restrita a adolescentes pouco exigentes.
Preview
"Warcraft" atira referências a diversos jogos da série para que seus usuários conectem o filme às suas origens, mas acaba sendo um ato de desespero quando as alusões são gratuitas.
Screen International
Nas mãos do diretor e co-roteirista Duncan Jones [...] o filme leva muito tempo para atingir um impulso dramático e é interrompido por momentos desnecessários na trama; alguns deles, talvez, colocados lá apenas para justificar potenciais continuações.
ScreenCrush
Embora a estética, os personagens e as criaturas sejam bastante familiares, "Warcraft", para o melhor e para o pior, tem seu estilo próprio e estranho, que se parece com a adaptação para o cinema de um álbum conceitual do Iron Maiden que não existe.
The Guardian
O diretor Duncan Jones, fã auto-proclamado de Warcraft, claramente criou sua história com muita paixão e cuidado, mas o resultado desse esforço é questionável. Há uma fragilidade no filme, no fim das contas, como se esse mundo virtual não tivesse assumido, de fato, suas tridimensionalidade.
Variety
Embora tenha sido bem sucedido em fazer os elementos mais bizarros de seus dois primeiros filmes parecem totalmente críveis, Duncan Jones não consegue encontrar uma maneira de fazer este espetáculo cartunesco funcionar e sua abordagem realista apenas sublinha a tolice do material original.
Rubens Ewald
O fato é que praticamente nada dá certo. A trilha musical de um indiano parece não ter melodias [...] é um filme muito feio, não indicado para crianças (que terão pesadelos) ou pessoas de gosto delicado.