Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    E se Vivêssemos Todos Juntos?
    Média
    4,0
    58 notas e 22 críticas
    distribuição de 22 críticas por nota
    5 críticas
    12 críticas
    5 críticas
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    22 críticas do leitor

    cinetenisverde
    cinetenisverde

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    3,0
    Enviada em 16 de janeiro de 2017
    "E se todos vivêssemos juntos" parte do princípio que se eu apresentar as características que definem cada um dos simpáticos velhinhos que protagonizam essa comédia poderia me livrar de qualquer compromisso narrativo e simplesmente criar situações engraçadas, livre das amarras de discutir uma questão importantíssima na Europa de hoje: a terceira idade se tornando uma maioria ativa e, se bobear, economicamente mais ativa.
    Eliandra Chagas
    Eliandra Chagas

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    4,5
    Enviada em 24 de fevereiro de 2014
    Tudo é muito bem-feito em “E se vivêssemos todos juntos”: as características de cada personagem, o uso dos ambientes, principalmente da piscina e do parque, o imprevisto (chamado “namorada controladora”) que impede Dirk (Daniel Brühl) de viajar para a Austrália, etc. O longa consegue ser emocionante sem ser triste, engraçado sem ser bobo, ousado sem ser constrangedor, e trata da iminência da morte com uma sutileza ímpar. A palavra é “fabuloso”.
    danicarreis
    danicarreis

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    4,5
    Enviada em 10 de fevereiro de 2013
    Um filme belíssimo!!!!!! Excelentes atuações, com destaque para Pierre Richard, espetacular!!!!!
    Marcio S.
    Marcio S.

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    3,0
    Enviada em 21 de abril de 2013
    Com o crescimento da expectativa de vida dos seres humanos, cada vez mais se busca conhecer a vida da terceira e quarta idade. Dessa maneira este filme busca chamar a atenção para compreendermos que problemas com a idade irão aparecer e que nem por causa disso se deixará de viver. Amigos a mais de quarenta anos, cinco pessoas do que chamam de terceira idade (já se criou até a quarta idade) resolvem viver juntos formando um tipo de comunidade onde de certa forma um apóia o outro. Ainda temos um jovem que irá participar desse grupo dando uma forcinha aqui e lá. Dessa maneira embarcamos na vida desse grupo. Logo no início conhecemos o grupo de idosos e que cada um tem uma característica específica. Temos um solteiro convicto, o engajado em lutas sociais, a mulher que está triste por não ter seus netos a sua volta, outra mulher que tem o conflito em viver ou se entregar a uma doença que lhe está roubando a vida e o senhor que se lembra de fatos por ter escrito em seu diário. O filme tenta construir de maneira mais amena o dia a dia dessas seis pessoas, pois infelizmente nessa idade começam a parecer problemas mais graves de saúde. Passa a abordar temas conhecidos como: a experiência dos mais velhos em relação a inexperiência dos mais novos perante a vida, é certo ou errado colocar idosos em casas de retiro e como os idosos são vistos pela a sociedade. Cada tema é abordado sem impactar tanto o espectador. Passamos pelo filme sem que nossas reações sejam intensas. O filme acaba sendo nem leve e nem pesado. Ele não entra fundo em nenhum tema. Apesar de não ter uma abordagem mais incisiva esse longa metragem demonstra que a vida desses idosos não são tão ativas como antes, mas que eles não deixaram se abater pela idade que avança. Aprendemos que temos que deixar discórdias para trás e viver o hoje. Há cenas boas (o jantar no interior de um local inusitado é muito boa) e cenas que demonstram de forma sutil o sentimento de querermos voltar a ser crianças. Hoje as pirâmides etárias nos mostram que o número de idosos está crescendo. Esse filme não busca abordar o tema de maneira intensa, nem realista, porém nos faz refletir um pouco sobre essa idade que um dia muitos chegarão.
    Juarez Vilaca
    Juarez Vilaca

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    4,0
    Enviada em 11 de dezembro de 2012
    Um bom filme, embora triste. A realidade cruel do envelhecimento inevitável e todas as consequências disso, como o mal de alzheimer, as doenças mortais e a falência dos órgãos vitais não podem ser mostrada como um situação alegre. Também não é um filme depressivo é um filme que mostra uma outra realidade do mundo atual, uma longa sobre-vida das pessoas e a falta de uma cultura e soluções para os novos problemas que isso cria. E por incrível que pareça o relacionamento sexual é um dos problemas mal resolvidos pela sociedade, que insiste em determinar que essa necessidade fisiológica é apenas para os jovens e maduros. Como não há como evitar o envelhecimento precisamos mudar nossa visão dessa realidade e nos preparar para conviver com pessoas cada vez velhas, mas vivas e atuantes e com qualidade de vida. Casas de repouso para idosos não é a melhor solução. No filme em questão o convívio de um grupo de amigos em uma mesma casa foi uma solução apresentada. A questão continua aberta, as soluções aparecerão, com certeza. O filme vale a pena.
    Silvana C.
    Silvana C.

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    5,0
    Enviada em 24 de agosto de 2013
    Mes Amis, o Kinoplex tem uma sessão de Filme de Arte aos sábados àss 11h. É como nos velhos tempos do dois Cinemas da Rede Severiano Ribeiro, que agora, é Kinoplex, para os Kinéfilos! Como sempre, uma única sessão, de um filme, que, deveria permanecer em cartaz,, no mínimo, por um mês! Geraldine Chaplin e Jane Fonda são garantias de um filme impecável! O que pensamos em fazer nos últimos anos de nossas vidas? Planejamos tudo? Planejamos? o que sabemos do Outono da vida até chegarmos lá? Duas atrizes incríveis, na língua francesa, um roteiro para lá de genial e original! Não, um roteiro tocante, elegante, doce, duro, um filme digno de lembrar Amour, de Haneke, se esse não tivesse sido tão duro com o Outono da vida e com os cinéfilos também! #Cinemá#Loucosporcinema! Silvana Coutinho Grossi
    Marília O.
    Marília O.

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    5,0
    Enviada em 16 de março de 2015
    Uma história bastante criativa e inovadora. O humor e a arte surgem fortemente, fazendo com que o espectador consiga absorver a mensagem passada ao público de forma divertida sem redundâncias. Excelente. Super recomendo.
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