Título original: (Dogville)
Lançamento: 2003 (França)
Direção: Lars Von Trier
Atores: Nicole Kidman, Harriet Andersson, Lauren Bacall, Jean-Marc Barr.
Duração: 177 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Anos 30, Dogville, um lugarejo nas Montanhas Rochosas. Grace (Nicole Kidman), uma bela desconhecida, aparece no lugar ao tentar fugir de gângsters. Com o apoio de Tom Edison (Paul Bettany), o auto-designado porta-voz da pequena comunidade, Grace é escondida pela pequena cidade e, em troca, trabalhará para eles. Fica acertado que após duas semanas ocorrerá uma votação para decidir se ela fica. Após este "período de testes" Grace é aprovada por unanimidade, mas quando a procura por ela se intensifica os moradores exigem algo mais em troca do risco de escondê-la. É quando ela descobre de modo duro que nesta cidade a bondade é algo bem relativo, pois Dogville começa a mostrar seus dentes. No entanto Grace carrega um segredo, que pode ser muito perigoso para a cidade.
O polêmico diretor Lars von Trier (foto) ganhará uma retrospectiva de sua carreira como cineasta,...
Diz o ditado que em time que está ganhando não se mexe. O cineasta Lars von Trier parece seguir ...
O polêmico diretor Lars von Trier acaba de agendar o início das gravações de seu pr...
Sandra em 09/01/2012
Há uns comentários bem interessantes aqui sobre o filme, mas me atrevo a ir além... Penso que o diretor, além de tudo que Yara, Thiago e Francisco disseram, quis fazer uma crítica ao próprio Jesus Cristo, já que este instituiu o perdão. Observei a falta de fé na humanidade, a visão pessimista de mundo do autor/diretor também nos filmes Anticristo e Melancolia.
Elsden em 03/11/2011
Filmaço! Até uma hora e meia de filme ele é meio parado, sem graça, mas depois disso as peças vão se encaixando e ele engrena.
Ele explora o comportamento humano, mostra até onde o ser humano vai pra satisfazer suas vontades e até que ponto ele pode ir pra ser ou continuar sendo aceito pela sociedade.
Um dos finais mais arrebatadores que ja vi num filme, digo e repito: rei! lars von trier é rei!
BRAVO! em 04/09/2011Nota: 10
Genial! Um dos meus filmes favoritos. Uma critica muito bem elaborada, da sociedade americana e do comportamento humano.
fschy em 18/08/2011Nota: 10
...Filme FANTÁSTICO, foge de tudo que já foi visto. Utilizar o palco como cenário, é como se estivessemos no teatro. O roteiro é incrível, atores incríveis. Este filme está no meu top 10 de filmes. Como assiti muuuitos filmes na vida, é ótimo quando aparece um filme que você não sabe para onde está indo a história, não é um filme óbvio como a maioria dos enlatados americanos.
wesleyaxe em 20/05/2011Nota: 1
Não gostei desse filme!! Tudo bem que é super diferente, acho até que por isso entrou pra minha lista de filmes mais esquisitos que eu já assisti, junto com o "Anticristo" que é do mesmo diretor. Talvez seja um bom filme pra estudos psicológicos, mas como entretenimento não funcionou pra mim.
looidi em 18/10/2010Nota: 5
Em outras oportunidades, tentei gravar mas a programação do DVD-Recorder, ou falhou, ou deu erro de mídia. Amanhã [19-Out] vou tentar novamente pois as críticas e resenhas desse filme "prometem". Tanto aqui como TC-Cult [ http://globosat.globo.com/telecine/canais/filmes.asp?cid=30&fid=3747 ] parece existir um consenso que esse longa beira entre o muito-bom e o ótimo. Por ora [sem assistí-lo], "predileção" e nota 9.
Jair em 18/10/2010Nota: 3.5
Primeiro, o filme Dogville merece ser assistido, é instigante, meio hermético, enigmático e impactante. O diretor montou a cidade a custa de traços no chão, não há paredes nas casas, não há moveis a não ser que sejam necessários para o desenrolar das cenas, os jardins e as ruas também são apenas simulados por desenhos, tudo é “faz de conta”. Mesmo a cidade sendo “transparente”, as pessoas agem como se existissem portas, janelas e paredes, se alguém se encontra “dentro” de casa, outros não podem vê-lo. A cidade, supostamente situada nos meio oeste americano, não tem estrutura formal, não tem prefeitura, órgãos públicos nem representantes da população. Quando Grace, personagem de Nicole Kidman, chega à cidade fugindo de gangsteres e da polícia, é recebida por Tom (Paul Bettany) que é uma espécie de consciência coletiva dos habitantes. Sob o pretexto de discutir assuntos comunitários, Tom reúne os quinze habitantes na igreja e exerce forte influência sobre todos no sentido de doutriná-los a seus caprichos, mantém uma vigilância férrea sobre o comportamento de cada um. No entanto, aparenta ser bonzinho, conciliador, prestativo, é um manipulador. Grace, por ser estranha à cidade, é, inicialmente, tratada com desconfiança, depois, graças à manipulação de Tom, através de votação, todos concordam em abrigá-la por duas semanas em troca de serviços que ela prestará como uma espécie de enfermeira- doméstica-babá-escrava mal remunerada. O interessante dessa troca de proteção por trabalho, é que o brilho nos olhos das pessoas deixa a impressão para Grace e para os expectadores que todos são gentis, acolhedores e bondosos. No decorrer, a verdadeira face da comunidade vai se revelando, Tom, o manipulador, a despeito de dizer-se apaixonado por Grace, é um tirano cruel que se alimenta da alma dos que o cercam. Os demais mostram sua mesquinhez e vileza, exigem de Grace cada vez mais trabalho em troca de menos dinheiro. Grace passa a ser objeto de extravasamento das frustrações e recalques dos habitantes, ela é estuprada e sofre tortura mental. Afinal, a pacata cidadezinha interiorana mostra a sua verdadeira cara de sociedade gananciosa, arrogante e egoísta, todos são culpados, os esqueletos nos armários, embora não sejam visíveis, existem e tiram o sono dos cidadãos “de bem”. O diretor Lars Von Trier reuniu um elenco cósmico que dá peso de galáxia ao filme: Lauren Bacall, James Caan, Bem Gazzara, Paul Bettany, Jeremy Davies (lembram do Cabo Upham, fluente em francês e alemão do pelotão em “O resgate do soldado Ryan”?) e, muitos pontos acima de qualquer atriz nos últimos anos, ela, cujo enorme talento só não fica mais evidente por que o nariz atrapalha, a insuperável, maravilhosa, rinotranscendental, Nicole Kidman! Sabem por que o nariz atrapalha? O apêndice nasal da moçoila é tão formoso, tão perfeito, tão gracioso, tão cuti-cuti (mais do que o da Grace Kelly até), que ela tem que se esforçar para não deixá-lo roubar a cena, ela tem que superá-lo o tempo todo senão o espectador fica mesmerizado e esquece de reparar na interpretação da atriz por trás do nariz. Assim, encerro o comentário sem maiores revelações porque os convido a assistirem ao filme, vale à pena até porque só o nariz da Nicole Kidman vale mais do que o ingresso ou o aluguel do DVD. JAIR, Floripa, 23/08/10.
...oi Letícia, se você ainda não encontrou o filme para baixar, ficarei feliz de poder aj...
por 34joaojunior, 11/02/2012 às 00:40
Filme incrível. Vale muito a pena ver.
por Gigi Santos, 10/02/2012 às 23:56
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
Fabuloso! Um filme prazeroso de se ver, de uma forma única.
por Gigi Santos, 10/02/2012 às 23:50
Tem uma estória legal, e segue um ritmo interessante esse filme, mas o melhor de tudo mesmo...
por wesleyaxe, 10/02/2012 às 23:19