Título original: (Die Geschichte vom Weinenden Kamel)
Lançamento: 2004 (Alemanha, Mongólia)
Direção: Byambasuren Davaa, Luigi Falorni
Atores: Janchiv Ayurzana, Chimed Ohin, Amgaabazar Gonson, Zeveljamz Nyam.
Duração: 87 min
Gênero: Documentário
Status: Arquivado
É primavera no deserto de Góbi, na Mongólia. Uma família nômade de sheperds, os habitantes locais, ajuda no nascimento do seu rebanho de camelos. Um dos animais tem um parto doloroso, sendo que após muito esforço nasce um pequeno camelo branco, que é muito raro. O recém-nascido é recusado pela mãe, que não lhe dá atenção nem leite. Quando a esperança de que o camelo branco conseguirá sobreviver começa a acabar, os mais velhos da família enviam seus dois garotos em uma viagem pelo deserto até um local onde há muita água. Lá vive um músico que pode salvar a vida do pequeno camelo.
Rafael Vespasiano em 10/01/2010Nota: 4
Camelos Também Choram: Filme da Mongólia, que concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro de 2005, esse documentário mostra uma história atípica e muito estranha para o mundo ocidental, a adoração dos mongóis aos camelos. O filme mostra o parto difícil de um camelinho, que por este fato é renegado pela mãe, então os donos deles chamam uns músicos de instrumentos típicos da Mongólia, para sensibilizar e reaproximar a mãe do filho. História diferente, mas bastante comovente e tocante. Nota: 8.
Válter Pini em 02/01/2004Nota: 5
Tocante! Nos dois sentidos da palavra. Imperdível! Surpreendente! Se você tem a paciência e a humilde de deixar o filme rolar, na sua simplicidade, e na beleza das paisagens, tanto da natureza como das pessoas, o final traz uma surpresa que toca o fundo do coração. Mexe com uma certa inocência dentro de nós e nos renova a motivação de seguir pela vida com positividade.
Marcus Vinícius em 05/01/2004Nota: 5
Humildade para dar cédito ao ilme, permitir-se assistí-lo até o final darão ao espectador a condição de não mais ser mero espectador e sim um vivo participante da vivência ali focada. Um presente aos corações dos que vão até as cenas finais, um grande acalanto nesta vida corrida da sociedade moderna e desajustada. O modo de vida simples e bondoso é um grande bálsamo! Gente pobre, humilde que não perde, nem vende barato o mais tem de caro: o sorriso, felicidade in natura!
Leonardo Mariz em 03/01/2004Nota: 4
Byambasuren Davaa e Luigi Falorni conseguem fazer um filme\documentário lindo, divertido e com um final emocionante ao trazer para as telas do cinema a história de um recém-nascido camelo albino que é rejeitado pela mãe. Ingen Temee, a mamãe camelo, protagonista do filme, consegue nos deixar nervosos com sua atuação dura e olhares perdidos no horizonte árido do deserto da Mongólia, rejeitando o pobre Botok, lindo filhote branco que insistentemente tenta se aproximar de sua mãe. Os dois têm por fundo uma família de pastores nômades que não são atores. São eles mesmos interpretando eles mesmos. A simpatia desses nômades contagia o público de tal forma que, no fim, quando todos se apresentam, é impossível levantar da cadeira antes de ver um belo sorriso no rosto de cada um deles. O filme aborda algumas questões sociais como, por exemplo, o sonho do garotinho nômade de ter uma televisão. Outro, é o próprio preconceito da mamãe camelo com seu filhote albino, que pode nos remeter a outros tipos de preconceitos que muitos filhos sofrem da parte de seus próprios pais. O cenário, deserto da Mongólia, é lindo. As tempestades de vento, as areias dançando, as pegadas no chão árido, o pôr e o nascer do sol, o mato queimado, enfim, toda a natureza que cerca nossas personagens ajuda na beleza da película. Os closes do filme são de extremo bom gosto, porém, algumas vezes perde-se o foco. Outra coisa não muito agradável de se ver é a câmera tremida. Parece que o cinegrafista está com pressa de nos mostrar alguma coisa. Incomodou-me bastante a falta de legenda em muitas das falas das personagens, mas isso não é culpa dos diretores. A maneira encontrada pelos nômades para salvar o bebê camelo é trazer um violinista para o acampamento e através da musicoterapia fazer com que a mamãe camelo se emocione e aceite seu filho, amamentando-o. A cena é linda e com uma carga emocional gigante: o violinista tocando um arcaico violino, o canto de uma pastora nômade, o bebê camelo conseguindo finalmente se amamentar e dos olhos grandes da mamãe camelo lágrimas saem, emocionam o público e justificam o nome do filme/documentário.
João Grando em 04/01/2004Nota: 5
Bastava o filme para que fosse encantador. Que fosse ficção. Mas o queixo cai ao relembrar que estamos em frente à vida real. Resta apreciar a beleza inegável, acusada por provas documentais. Resta aprender com a gente daquela terra remota (para nós). Resta deixar essa rotina de otimismo fazer o que tem de ser feito. Os realizadores realizaram este favor: fizeram o que tinha de ser feito.
Maurício Cavadas em 06/01/2004Nota: 5
A Mongólia novamente presenteia com um memorável documentário, tão bom quanto o 'Estado do Cão'. O verdadeiro respeito à natureza, só pode resultar nessas coisas belíssimas.
Não teve suspense por que ele nem planejava matar ela. Ela em nenhum momento recebeu o cart...
por deborahdcgatti, 15/02/2012 às 02:43
Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros
Que roteiro maluco, deve ser bom.
por Marlon_SS, 15/02/2012 às 02:38
...muito bom,ação,intriga,mistério,romance tudo na medida certa,sem falar nas lindas mús...
por Isis Lourenço, 15/02/2012 às 02:04
Alguns aqui nessa página falaram que o filme não é tão bom porque não tem nada haver co...
por Paolo, 15/02/2012 às 00:37