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Baixio das Bestas |
Um jovem se apaixona por uma garota de 16 anos, que é explorada pelo avô. Dirigido por Cláudio Assis (Amarelo Manga) e com Caio Blat, Dira Paes, Matheus Nachtergaele, Marcélia Cartaxo e Hermila Guedes no elenco.
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Ficha
Técnica
Título Original: Baixio das Bestas
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 80 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2007
Site Oficial: www.baixiodasbestas.com.br
Estúdio: Parabólica Brasil
Distribuição: Imovision
Direção: Cláudio Assis
Roteiro:
Produção: Júlia Moraes e Cláudio Assis
Música: Pupillo
Fotografia: Walter Carvalho
Desenho de Produção:
Direção de Arte: Renata Pinheiro
Figurino: Joana Gatis
Edição: Karen Harley
Elenco
Mariah Teixeira (Auxiliadora)
Fernando Teixeira (Seu Heitor)
Caio Blat (Cícero)
Matheus Nachtergaele (Everardo)
Dira Paes (Bela)
Marcélia Cartaxo (Ceiça)
Hermila Guedes (Dora)
Conceição Camarotti (Dona Margarida)
João Ferreira (Mestre Mário)
Irandhir Santos (Maninho)
China (Cilinho)
Samuel Vieira (Esdras)
Sinopse
Auxiliadora (Mariah Teixeira) é uma jovem de 16 anos explorada por seu avô, seu Heitor (Fernando Teixeira). Ele vê falta de autoridade em tudo à sua volta, mas não pensa duas vezes antes de explorar a neta. Cícero (Caio Blat) pertence a uma conhecida família local e está apaixonado por Auxiliadora. Mas para tê-la ele precisará enfrentar o avô dela.
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Premiações
- Recebeu 5 indicações no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz (Dira Paes), Melhor Atriz Coadjuvante (Hermila Guedes e Marcélia Cartaxo) e Melhor Edição - Ficção.
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Ganhou os prêmios de Melhor Filme, Melhor Atriz (Mariah Teixeira), Melhor Ator Coadjuvante (Irandhir Santos), Melhor Atriz Coadjuvante (Dira Paes), Melhor Trilha Sonora e o Prêmio da Crítica, no Festival de Brasília.
Curiosidades
- É o 2º filme dirigido por Cláudio Assis. O anterior foi Amarelo Manga (2003).
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As filmagens ocorreram entre janeiro e fevereiro de 2005, na cidade de Nazaré da Mata, em Pernambuco.
Críticas
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Resumo |
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Jair Santana (Crítica do Leitor): "É visceral, inteligente, crítico, corajoso... e inúmeras outras qualidades que eu poderia colocar aqui." Texto completo |
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Natasha Prado (Crítica do Leitor): "O filme não é novidade para ninguém, pálido e apático." Texto completo |
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Marcos Soares (Crítica do Leitor): "O filme de Cláudio Assis é um naturarismo nu, porém cozido, refogado pelas suas idéias." Texto completo |
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Marcelo Ris (Crítica do Leitor): "Parece mais que o diretor estava com vontade de vomitar ao fazer esta idiotice." Texto completo |
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Gabriela (Crítica do Leitor): "É um bom filme. Retrata a realidade da natureza humana e a que as pessoas se submetem para ter dinheiro. Dá pra refletir bastante sobre a vida." |
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Sérgio Luiz dos Santos Prior (Crítica do Leitor): "Filmes podem ter o papel de denunciar a realidade, mas não que para isso tenha de distorcê-la e querer alcançar a premiação em Festivais de Cinema explorando uma agressividade sórdida que existe mais na cabeça de quem dirigiu do que em quem é retratado." Texto completo |
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Ana Paula Nunes (Crítica do Leitor): "Utiliza de forma inovadora a cultura da Zona da Mata nordestina." Texto completo |
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Alberto Raymundo Jr. (Crítica do Leitor): "Em termos de choque, o anterior de Cláudio Assis (Amarelo Manga) foi bem mais direto ao ponto." Texto completo |
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Brisa Ferreira (Crítica do Leitor): "Na minha opinião deveria ter mais história." Texto completo |
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Luiz Antõnio Ribeiro (Crítica do Leitor): "A violência do filme é real e ao mesmo tempo forjada. E nesse jogo de realismo-criação tudo se constrói atrás de gostos, cheiros e peles." |
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Thiago Cascabulho (Crítica do Leitor): "A estética da pobreza, esta violência vomitada, crua, mesmo sendo tão realista, já não toca mais. Nossos cineastas deveriam buscar formas mais originais de provocar a reflexão." |
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