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"Você sabeassobiar, não sabe Steve? É só juntar os lábios e soprar!" A partir dessa frase,Lauren Bacall foi convidada para se tornar uma das maiores divas do cinema americano.Descoberta por Howard Hawks, ela tinha apenas 19 anos quando aceitou esse (seu primeiro)papel no cinema, interpretando a mundana Marie. Mas outro desafio surgiu além do complexoe polêmico personagem: contracenar com o maior astro de todos os tempos, Humphrey Bogart.Saiu-se muito bem e chegou a ser comparada com Rita Hayworth, Kate Hepburn e MarleneDietrich. Nada mal para aquela novaiorquina jovem que, além da calorosa recepção dopúblico e da crÃtica, ainda foi agraciada com o amor de Bogart, que a transformou em suaesposa e formaram um dos casais mais estáveis que Hollywood já teve notÃcia. Com tantasorte assim, Lauren só poderia ter transformado UMA AVENTURA NA MARTINICA num clássicomaravilhoso, com romance, suspense e erotismo... sem duvida, bastante erotismo. Nas telas,a voz rouca e sensual de Lauren pode transformar frases simples como "Alguém tem umfósforo?" em um clamor ao sexo selvagem. Chegando várias vezes a ser comparado com"Casablanca" (e as semelhanças não são poucas), "Uma Aventura naMartinica" é um duelo de gigantes: uma história de Ernest Hemingway num roteiro deWilliam Faulkner, a direção do mestre Hawks e, de sopa, uma mulher deslumbrante e umhomem charmoso loucamente apaixonado por ela. Os executivos da Warner realmente tinhamrazão quando disseram: "Não é apenas um segundo Casablanca, é duas vezes e meiamelhor". Saboreamos este clássico inesquecÃvel que nunca fez o sucesso merecidoaqui no Brasil, e, ao final, descobrimos que jamais assobiamos como deverÃamos." |
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Em plena segunda guerra mundial este filme caiu bem para divertir e levantar o austral dos americanos. Sou suspeito para falar sobre Humphrey Bogart, pois adora sua performance e sou seu fã de carteirinha. Pena que quando morreu eu apenas nascÃa! Mas deixou boa filmografÃa. Esta pelÃcula serviu, também para ele encontrar o grande amor de sua vida." |
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Sei que por minhas crÃticas os companheiros cinéfilos me classificam de saudosista. Mas não é verdade. O que gosto é do bom cinema, do filme que lhe diz alguma coisa, com conteúdo, boas direções e interpretações. Olhem esse filme. Perfeito. Com Bogard em cena e tendo toda a razão de se apaixonar pela lindissima Bacall. Que mulher fatal, fatalÃssima, linda, sensual, fascinante! Aquela cena no final onde faz um trejeito com as cadeiras é algo antológico. Assistam e me digam se não tenho razão. Isso é que é cinema e beleza juntos. |
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