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Filme totalmente inadequado, não tem nem estória pra contar. Vale mais a pena passar numa locadora e alugar um filme pornô para ver em casa... Nota 1 pelos shows entre as cenas de sexo. |
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O filme é excelente. apesar de chamar muita atenção pelas cenas de sexo,9 canções se revela como uma bela história de amor.as cenas de sexo são bonitas e nunca caem no vulgar.os shows são incríveis,muito bem filmados e as músicas se entrelaçam com as cenas de sexo muito bem.muito bom o filme. |
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Um filme super família. Recomendado especialmente aos jovens macebos que desejam agradar à sogra viúva obreira da Assembleia de Deus. Isso foi uma ironia, claro, mas poderia ter acontecido com qualquer pessoa que se deixou levar apenas pelo título e pela sinopse de um crítico sem-noção, que sequer cita o caráter explícito do filme em seu comentário. Isso posto, posso dizer que embora deveras constrangedor de ser assistido em um cinema, ao lado de pessoas recém- conhecidas é uma boa pedida para ser assistido a dois. Sem contar a excelente trilha sonora, embalada por show de bandas do naipe de Franz Ferdinand e Primal Scream. |
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O filme é excelente e faz por merecer o prêmio adquirido por melhor fotografia. Belas cenas, uma trilha sonora excelente e atuações precisas recheam esse filme. As tão faladas cenas de nudez são fortes sim, mas o filme não foi feito para crianças e nem com o objetivo de chocar ninguém. É um filme adulto para ser apreciado e não para ser um filme para se assistir com os "amiguinhos do colégio" para ver cenas de sexo. Assim como Ken Park, esse é mais um grande filme com cenas eróticas. |
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O diretor inglês Michael Winterbottom quis fazer um filme-cabeça. Decidiu adotar a "santíssima trindade" da transgressão (sexo, drogas e rock and roll), mas de um ponto de vista "original": deixou a dupla central de atores com liberdade para explorar intuitivamente o que rolava. Nesse aspecto, o filme utiliza liguagem de um documentário. Matt (Kieran O´Brien) e Lisa (Margot Stilley), ele inglês, ela americana, desenvolvem intensa atividade sexual, e eventualmente de cocaína, em Londres, no verão de 2003. O equívoco de Michael Winterbottom não é o de mostrar cenas sexuais explícitas, pois isso qualquer diretor de filme pornô faz muito melhor que ele, mas sim o de não aprofundar psicologicamente a sua dupla de personagens. Tudo é superficial. Tudo é descartável. Percebe-se, então, a distância entre "O ÚLTIMO TANGO EM PARIS", de Bernardo Bertolucci (cujo tema é a sexualidade) e "9 CANÇÕES". Enquanto Bertolucci tinha Marlon Brando para dar uma dimensão psicológica ao tentar uma aproximação com a sua companheira sexual vivida por Maria Schneider no final de "ÚLTIMO TANGO EM PARIS", Winterbottom tem dois péssimos atores diante de si, além de dirigi-los muito mal. No quesito musical a coisa não melhora absolutamente nada. As 9 canções que intercalam as cenas de sexo, Franz Ferdinand, o grupo Dandy Warhols, entre outras figuras do rock inglês têm suas músicas exibidas. A cena do rock inglês atual é deprimente; dá até dó, principalmente dos ouvidos do espectador. A única exceção musical é o pianista e compositor de trilhas sonora, Michael Nyman. O objetivo de transformar relações sexuais explícitas em arte não foi atingido nem de longe. Ao invés de perder 70 minutos da sua vida assistindo a este filme pornô-chique, alugue "O IMPÉRIO DOS SENTIDOS", de Nagisa Oshima, para ver uma obra de arte verdadeira, que soma estética visual e roteiro apurados. |
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Adorei o filme, mostra a realidade, o sexo no cinema tem que deixar de ser fingido, só nao foi perfeoto o filme porque em certos momentos poderiam ter usado mais da sexualidade do atores. |
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Quer um filme emblemático da trindade 'sexo, drogas e rock'? Então cheque este. É uma obra 'real', com cenas de sexo reais sim, mas as bandas também tocam ao vivo, assim fica sendo um dos filmes mais realistas que já assisti. Totalmente recomendável. |
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UM FILME QUE SÓ INTERCALA ROCK COM SENAS DE SEXO EXPLICITO. O TITULO DO FILME PODE CONFUDIR MUITA GENTE POR SE TRATAR DE CENAS PICANTES DE SEXO. |
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De fato não é um filme que vá mudar a vida de ninguém. Porém as cenas de sexo são muito bem filmadas. A fotografia e a edição caprichadas garantem anos luz de distância de um filme pornô. Belas cenas de sexo bem filmado intercalado por imagens dos shows de ótimas bandas da nova geração, that's entertainment! Melhor ainda para assistir acompanhado. |
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Filme muito ruim...nada sexy...a unica coisa que salva são as músicas...a menina é feia e o rapaz é feio e tem um penis pequeno demais...um 3 tá bom demais. |
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Esse filme é um clássico do Pornô-Chic, mas o grande diferencial fica nas apresentações de Bandas como Franz Ferdinand e Primal Scream, detalhe importante, as letras das músicas e o filme possuem uma relação total, basta checar. No mas, é um grande prazer assistir esse filme sozinho, porém visto com uma companheira, torna-se um prazer mais viciante e sensual, GREAT MOVIE. ROCKER! |
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Ótimo. Michael Winterbottom conseguiu explorar a conexão entre música, relacionamento, mais precisamente, sexo, visto de forma natural, sem "neuras". O filme é consistente, apesar dos poucos diálogos. O filme não soa vulgar, e sim, artístico. O enquadramento da câmera proporciona belíssimas fotografias com um contraste de luz bem focado, ora sem foco, o q. dá um "ar poético". O mais interessante é q. o diretor foge dos padrões estéticos de beleza ao escolher os atores. Esse é um ponto relevante já q. no filme há muitas cenas de nu. A atriz Margo Stilley não tem formas esculturais de um "filme pornô" ou "holywoodiano", o ator Kieran O'Brien é até mais baixo q. ela e não tem nenhum porte "macho pegador", o q. não deixa exibir uma sensualidade exótica dos personagens. Além disso, o gênero classificado como drama é adequado. Trata-se de um relacionamento amoroso só que visto por outros recortes não usuais: sexo e música. |
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O filme é excelente! As cenas de sexo são realmente fortes e marcantes mas está longe de ser um filme pornô pois não há nada de falso ou forçado. O filme retrata a realidade sexual de um casal de namorados, que se ama e não fazem nada de muito diferente do que os outros casais, só que tudo é mostrado sem a moralidade hipócrita imposta por censura. As cenas dos shows também são ótimas. |
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Me fez lembrar "9 e meia semanas de amor". Arrisco a dizer que seria uma releitura. Cenas eróticas bonitas e escitantes. Nem um pouco vulgares. Casal bonito vivenciando o lado bacana do cotidiano de muita gente. |
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Filme metido a trangressor. Feito para pessoas metidas a modernas. A prova? Franz Ferdinand e Dandy Warhols. Que certamente ao ler o que aqui escrevo, vão repudiar e me chamar de inculto ou qualquer outro termo inofensivo. Genialidade transgressora e transgressão junkie são duas coisas distintas. Uma agrada a muitos, a segunda só junkies. Poderia ser um filme do Almodóvar. Isso nao é erotismo é pornografia. São bem distintas. Nota 1 pela escalação de Franz Ferdinand, esses sim geniais. Dandy Warhols? Boa jogada para pegar os moderninhos fãs do artista do trocadilho. |
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É um filme com uma fotografia perfeita, um erotismo provocante alicerçado na beleza natural dos atores escalados sem a vulgaridade de filmes pornôs. É um filme sinestésico, mas como as pessoas perderam a capacidade de se permitir tais sensações em filmes, confundem o seu realismo erótico com à devassidão pornográfica. Como é bom verificar a intimidade do casal e nos identificarmos com as sensações vividas por eles, é uma provocação imediata aos nossos olhos e lembranças ocultas. |
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O filme explora o caráter intenso e veloz de uma relação entre dois desconhecidos que se tornam próximos (no sentido filosofal da palavra) através, exatamente, do sexo. É a partir das cenas de sexo que o filme se mostra complexo e muitíssimo mais que simplesmente um "pornô chic". De pornô o filme não tem nada. E de constrangedor só fica a sensação de vazio que a fragilidade das relações humanas sempre trazem consigo. E do efeito devastador que resultam. O diretor é pouco conhecido no Brasil e a cada filme seu, uma nova linguagem é explorada. O sexo, autorizado em vários cinemas "decentes" do mundo, sinaliza uma reflexão sobre sua banalização assim, longe de utilizar o sexo como um recurso gratuito, acaba sendo percebido como um dos pilares que sustentam a história contada. Para perceber o filme desta maneira, é só indagar se ele conseguiria causar o mesmo nível de incômodo, caso não recorresse às cenas de sexo e se estruturasse em torno de um romance-relâmpago e performances de bandas de rock hype. Só os pudicos não gostarão. |
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Sobretudo um filme de amor. Assistimos aos filmes de "amor explícito" sempre imaginando o que vem depois. Neste fime, a proposta se inverte: assistimos às cenas de sexo (que são belíssimas e por sinal nada vulgares) imaginando o que aconteceu antes. Ótimo filme. |
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