05/01/2010, Roberto Cunha
A atriz Lucy Punch (A Vida e Morte de Peter Sellers) foi escalada para Earthbound, que começa a rodar em Louisiana, nos Estados Unidos, neste mês.
O filme será protagonizado por Kate Hudson no papel de uma mulher que descobre ter câncer antes de conhecer um novo amor (Gael Garcia Bernal). Punch fará o papel de sua melhor amiga na história, que também contará com a atriz Rosemarie DeWitt (foto abaixo), de O Casamento de Rachel.
O longa será dirigido por Nicole Kassell (O Lenhador) em cima do roteiro da desconhecida atriz Gren Wells. A produção será de John Davis (Dr. Dolittle 2), Mark Gill (Código de Conduta) e Robert Katz (Novidades no Amor).
Punch poderá ser vista em várias estreias de 2010. A primeira será na comédia da Universal Young Americans, marcada para neste mês, seguida da outra comédia Dinner for Schmucks (julho) e You Will Meet a Tall Dark Stranger, de Woody Allen no segundo semestre.
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05/06/2009, Administrator
por Roberto Cunha
A Summit Entertainment deixa claro que entrou na briga pelas bilheterias e vai fechando mais um elenco. Trata-se do projeto Letters to Juliet que vai contar com Amanda Seyfried (Mamma Mia!), Vanessa Redgrave (Missão Impossível), Gael Garcia Bernal (Ensaio sobre a Cegueira) e o galã dos anos 60/70 Franco Nero (Comando 10 de Navarone), descoberto pelo diretor John Huston.
A direção será de Gary Winick (De Repente 30) e as filmagens começam em 25 de junho, na Itália. O roteiro foi de Jose Rivera (Diários de Motocicleta). Mark Canton (300), a atriz Ellen Barkin (Vítimas de uma Paixão) e Caroline Kaplan (Segredos da Noite) são os produtores.
Na história, um casal (Seyfried e Garcia) em viagem pela Itália ajuda dois amantes do passado (Redgrave e Nero)a se reencontrarem. Curiosamente, não será a primeira vez que Redgrave e Nero contracenam em uma história de amor. Fizeram o mesmo em Camelot. Esse é o segundo romance da Summit que começa a rodar em junho.
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11/02/2009, Administrator
por Eduardo Raccah
A Berlinale permanece um festival político, transformando filmes em palco de discussões acirradas e profundas. Quando um filme com padrão Hollywood se arrisca a fazer uma produção com ares de crítica social, o tiro sai pela culatra em Berlim. O resultado é muita vaia.
Foi o que aconteceu com o filme sueco "Mammoth" do diretor Lukas Moodysson, estrelado por Gael Garcia Bernal (Ensaio Sobre a Cegueira) e Michelle Williams (O Segredo de Brokeback Mountain), vivendo Leo e Ellen, um casal nova-iorquino de classe média alta. O roteiro está baseado em três núcleos.
O primeiro em Nova York, onde vive o casal com a filha. Ellen é médica e está desencantada com sua profissão, cansada dos plantões no pronto-socorro em que trabalha. A filha tem uma relação afetiva mais intensa com a babá filipina do que com os pais. A família da babá, mãe e dois filhos cheios de saudade formam o segundo núcleo, baseada nas Filipinas. Depois de um episódio, a mãe convence a filha a permanecer trabalhando em Nova York.
O terceiro núcleo está na Tailândia, já que Leo, um gênio da criação em video games meio boboca, está no país para fechar um negócio milionário. Lá, ele se encanta com elefantes e tem um ardente caso amoroso com uma prostituta.
O contraste entre mundos tão distantes e distintos, tanto culturalmente quanto economicamente, força o espectador a pensar a globalização. Não seria uma má idéia, não fossem as estratégias baratas encontradas pelo diretor que extrapolam a medida do bom senso. Até um lixão de Manila, com centenas de crianças famintas e doentes o filme nos leva a conhecer.
O diretor parece ter mudado radicalmente de estilo nesse filme, após ter feito a direção de Benvindos e o premiado Para Sempre Lilya. Moodysson, se defendendo das perguntas ásperas vindas de jornalistas do mundo inteiro durante a coletiva que sucedeu a exibição, explica: "O debate não é minha prioridade, quero falar do que sinto em meu coração."
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