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"Because the truth is, honey, there's no sense living your life without this. To make the journey and not fall deeply in love, well, you haven't lived a life at all."
Brad Pitt interpreta Joe Black, um homem possuído pelo espírito da morte, que veio ao mundo dos mortais para vivenciar a experiência humana.
A fotografia e cenografia da produção são impecáveis. Porém, eu acredito que o diretor, Martin Brest, falhou ao construir o personagem de Anthony Hopkins, William Parish, como um magnata excessivamente admirado e quase perfeito, ignorando seus defeitos como pai e como pessoa.
Outra falha foi a supervalorização dos assuntos profissionais de William na narrativa, afinal, ele deveria preocupar-se em aproveitar o tempo restante com seus entes queridos. Ademais, a obra deveria apresentar valores menos materialistas e mais éticos, a fim de ressaltar que a verdadeira plenitude está na simplicidade da vida.
Como fã de The Sandman, obra de Neil Gaiman, é difícil acreditar que o conceito personificado da Morte se apaixonou pela personagem de Claire Forlani. Por isso, como um fã de Supernatural, criação de Eric Kripke, compreendi que a entidade de Joe Black é um psicopompo, como, por exemplo, o Ceifador da mitologia celta, as valquírias da mitologia nórdica, os Shinigami da mitologia japonesa, e o Anjo da Morte da mitologia judaico-cristã.
Por fim, o filme revela a beleza da ordinariedade e das conexões que se formam durante a vida. Lembrando que nossa única certeza é a morte, mas podemos aproveitar enquanto estivermos vivos.
Brad Pitt interpreta Joe Black, um homem possuído pelo espírito da morte, que veio ao mundo dos mortais para vivenciar a experiência humana.
A fotografia e cenografia da produção são impecáveis. Porém, eu acredito que o diretor, Martin Brest, falhou ao construir o personagem de Anthony Hopkins, William Parish, como um magnata excessivamente admirado e quase perfeito, ignorando seus defeitos como pai e como pessoa.
Outra falha foi a supervalorização dos assuntos profissionais de William na narrativa, afinal, ele deveria preocupar-se em aproveitar o tempo restante com seus entes queridos. Ademais, a obra deveria apresentar valores menos materialistas e mais éticos, a fim de ressaltar que a verdadeira plenitude está na simplicidade da vida.
Como fã de The Sandman, obra de Neil Gaiman, é difícil acreditar que o conceito personificado da Morte se apaixonou pela personagem de Claire Forlani. Por isso, como um fã de Supernatural, criação de Eric Kripke, compreendi que a entidade de Joe Black é um psicopompo, como, por exemplo, o Ceifador da mitologia celta, as valquírias da mitologia nórdica, os Shinigami da mitologia japonesa, e o Anjo da Morte da mitologia judaico-cristã.
Por fim, o filme revela a beleza da ordinariedade e das conexões que se formam durante a vida. Lembrando que nossa única certeza é a morte, mas podemos aproveitar enquanto estivermos vivos.