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Troca a cabana por um prédio — boa renovação de cenário. Gore insano, ritmo ágil e atmosfera bem construída. Diálogos fracos e personagens rasos, mas a mãe possuída é assustadora e marcante. Divertido, intenso, mas não revolucionário.
Um banho de sangue tenso, visceral e sério. Direção firme, efeitos práticos grotescos e atmosfera pesada. Sem Ash, mas com personalidade própria. Pouca originalidade, mas altíssima execução. Um dos melhores remakes modernos.
Quase um spin-off medieval de Evil Dead. Comédia fantástica com clima de aventura, mas perde totalmente o horror. Ash brilha como personagem cômico, mas o roteiro é bagunçado. Cult, mas inconsistente.
Mistura perfeita de terror e comédia. Ash começa a se tornar icônico. Direção enérgica, efeitos criativos e humor visual insano. Uma aula de ritmo e estilo, com mais controle técnico e inventividade absoluta.
Terror bruto, criativo e perturbador. Orçamento micro, mas direção inovadora, câmera nervosa e efeitos práticos impactantes. Atuações fracas, mas compensadas por pura ousadia. Um marco cult do horror independente.
Longo demais, com estrutura repetitiva e flashbacks excessivos. Atuações sólidas (especialmente Bill Hader), mas o terror vira espetáculo exagerado. Falta coesão e impacto emocional. Final levemente melhor que o da minissérie, mas ainda aquém do prometido.
Elenco infantil excelente, atmosfera bem construída e direção segura. Pennywise de Bill Skarsgård é ameaçador, ainda que com excesso de CGI. Boa fotografia e trilha. Um ótimo equilíbrio entre emoção, horror e construção de mundo. Forte como filme isolado.
Cenário urbano (Nova York) bem aproveitado, ritmo acelerado e mortes brutais. Ghostface mais impiedoso, mas os vilões são genéricos e o roteiro depende demais de coincidências. Divertido, mas não brilhante.
Meta dentro do meta. A crítica aos “requels” é bem feita, elenco novo funciona e a direção é segura. Sidney e Gale têm pouco tempo de tela, mas a passagem de bastão é bem conduzida. Inteligente e ágil.
Retorno digno e relevante, com críticas à cultura digital e obsessão por fama. Boas atuações e mortes inventivas. Não atinge o impacto dos primeiros, mas resgata o espírito original com respeito e atualidade.
mais fraco da trilogia original. Humor exagerado, tom inconsistente e roteiro confuso com retcons forçados. Ainda tem momentos bons e a metalinguagem de Hollywood é criativa, mas mal explorada.
Boa sequência, com comentários interessantes sobre continuações e mídia. Tensão bem construída, elenco sólido e boas reviravoltas. Um pouco inchado no terceiro ato, mas ainda muito acima da média.
Finalmente um acerto! Focado no próprio Jigsaw, com narrativa mais emocional, tom sombrio e boa direção. Ótimas armadilhas, ritmo acertado, e pela primeira vez em anos, relevância dramática. Surpreendente para o décimo filme.
Tentativa de reboot visualmente mais limpo. Narrativa bagunçada e pouco convincente, mas com armadilhas bem feitas. Jigsaw de volta por meios forçados. Melhor que o 7, mas sem alma.
Final vergonhoso para a saga. 3D tosco, CGI péssimo, roteiro preguiçoso e atuações amadoras. O retorno de um personagem importante é jogado no lixo. Vazio, apelativo e mal dirigido.
Surpreendentemente afiado. Crítica ao sistema de saúde, armadilhas criativas e ritmo bom. Ainda limitado visualmente, mas Jigsaw volta a ter presença forte mesmo morto. Um dos melhores desde o primeiro.
Complexo demais, cortando entre timelines sem fluidez. O jogo perde o impacto e Jigsaw, mesmo morto, continua controlando tudo com lógica duvidosa. Direção automática, sem emoção.
Emocionalmente mais intenso, fecha o arco de Jigsaw com dignidade. Gore pesado, mas justificado. Roteiro mais focado, embora longo demais. Amanda tem bom desenvolvimento. Impactante, mas cansativo.
Expande a mitologia, mas perde em coesão. Mais brutal, com roteiro que tenta ser inteligente, mas exagera nos diálogos expositivos. Final bom, mas montagem irregular e atuações fracas pesam.
Enredo engenhoso, atmosfera claustrofóbica, final icônico. Trilha sonora marcante e direção crua, mas eficaz. Atuações medianas e fotografia suja não atrapalham a genialidade da ideia. Um marco do terror psicológico.
Tentativa de imitar o estilo “Halloween 2018” fracassa. Personagens insuportáveis, roteiro sem alma e Leatherface mal aproveitado. Uma cena no ônibus é icônica, o resto é um vazio narrativo.
Suspense de estrada com cara de filme genérico. Boa fotografia, mas o roteiro quer ser inteligente demais e perde o foco. Leatherface humanizado perde o impacto. Melhor que os piores, mas ainda esquecível.
Tentativa de sequência direta do original, com inconsistência temporal ridícula (“Do your thing, cuz!”). Leatherface vira um anti-herói. Tosco, sem coesão e com CGI vergonhoso. Um dos piores da saga.
Prequel desnecessária, mas com bom ritmo e violência estilizada. Personagens rasos e foco em tortura. Tenta dar origem ao mal e falha em construir algo emocional ou memorável.
Visual sujo e pesado, fotografia impactante, trilha opressiva. Jessica Biel segura o filme, e Leatherface é ameaçador. Peca pelo excesso de violência gratuita e por tentar justificar o mal. Ainda assim, eficiente.
Um desastre absoluto. Matthew McConaughey e Renée Zellweger tentam salvar um roteiro risível com teorias de conspiração e humor involuntário. Leatherface como drag queen é o menor dos problemas aqui.
Brutal, cru, minimalista e absolutamente perturbador. Direção documental de Hooper, atmosfera sufocante, som desorientador e impacto psicológico gigantesco. Zero sangue explícito, mas um horror puro e imersivo. Um marco incontestável.
Elenco competente e visual moderno, mas descaracteriza totalmente o personagem. Chucky como IA é uma ideia rasa. Perde o charme e a tensão da franquia original. Funciona como filme de tecnologia rebelde, não como “Chucky”.
Conceito ousado (múltiplos Chuckys), mas roteiro perde a mão na metade. Estilo visual interessante, algumas ideias boas, mas narrativa fragmentada. Não é ruim, mas é desequilibrado.
Retorno ao terror clássico da franquia. Atmosfera mais sombria, direção competente e narrativa bem construída. Chucky volta a ser ameaçador. Não reinventa, mas resgata a essência com inteligência.
Totalmente virado para a comédia absurda. Autoirônico ao extremo, mas o roteiro é uma bagunça e Chucky vira paródia. Ideias interessantes perdidas num filme sem foco e sem equilíbrio.
Muda o tom para o horror cômico com sucesso relativo. Tiffany é um ótimo acréscimo, e o humor negro funciona. Boa direção de arte e cenas memoráveis. Perde impacto como terror, mas diverte.
Envelhecido demais, com ambientação fraca (escola militar pouco explorada). Chucky começa a virar piada. Direção fraca e personagens sem carisma. Só não afunda mais por alguns momentos inspirados.
Mais ágil e violento, com ótima ambientação (a fábrica no final é icônica). Perde um pouco da tensão do original, mas mantém ritmo e criatividade. Chucky mais sarcástico, mas ainda ameaçador.
Premissa criativa, atmosfera tensa e boa construção de suspense. Chucky é apresentado de forma gradual e eficaz. Efeitos práticos surpreendentes, e roteiro bem amarrado. Não é perfeito, mas é inteligente e marcante.
Corajoso em tentar algo novo, mas incoerente com a saga. Michael aparece pouco, o foco em Corey é mal recebido e mal desenvolvido. Não fecha a trilogia com força — decepciona como fim.