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O filme Homem com H teve como única vantagem o talento do ator Jesuíta Barbosa que literalmente carregou o filme nas costas. Mal escrito, dirigido e de uma pobreza de produção muito longe do que a poderosa Netflix oferece aos filmes estrangeiros. Ney Matogrosso tem 83 anos e centenas de histórias marcantes de sua vida e carreira para contar. O resultado final ficou insonso. Um estagiário teria feito coisa melhor.
Até onde se sabe o mote da história era a inveja da rainha pela beleza inocente de Branca de Neve que nesta versão é interpretada por uma kombi batida. É melhor a rainha quebrar este espelho mentiroso e ficar tranquila.
Este filme é a prova que para se contar uma boa história não é preciso recursos caríssimos e sim talento. Você realmente não tem ideia de como vai acabar.
Filmes épicos têm uma tendência a parecerem desfile de escolas de samba. Este aqui exagerou até nos tubarões fora de águas salinas no centro de Roma. Ridley Scott já teve dias melhores.