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Dois maravilhosos atores, no auge da química entre eles, performando muito bem como assassinos de aluguel. Gostei de como o casamento deles se desenvolve e das brigas durante as missões ou quando pegam mais uma mentira um do outro, mas o enredo é um pouco pobre, na minha opinião. De toda forma, acredito que era pra ser um filme de ação mais voltado pra comédia.
Fiquei muito surpresa por ter gostado mais dessa versão do filme do que a versão do Jhonny Depp, já que aquele era meu filme favorito da infância. Esse tem um ar mais acolhedor, mais inocente e feito para crianças. Também fiquei impressionada com o quanto o filme foi bem trabalhado para a época com tão poucos recursos disponíveis.
Achei que o filme explorou muito pouco sobre o atentado ou a vida de outros personagens. Mesmo que a intenção do diretor tenha sido retratar a vida após o acontecido, algumas coisas como a capa com as duas meninas me pareceu algo mais voltado para um romance lésbico. Isso também foi outra coisa pouco trabalhada. De qualquer modo, achei o filme muito fraco. Mais uma vez, Jenna Ortega atua como uma personagem marrenta, de cara feia, esquisita ...
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Ótimos atores e trama envolvente! Me deu vontade de pesquisar mais a fundo sobre a vida do astro do rock! Fora que Austin Butler está um tremendo de um g****** nesse filme e extremamente parecido com Elvis.
EMOCIONANTE! História que mexeu muito comigo e me fez pensar em como é a vida de uma pessoa surda. O filme também traz isso pra gente em alguns momentos, com uma pitada de humor e sarcasmo, às vezes. O fato dela ser apaixonada por música e gostar de cantar também bate de frente com o restante de seus familiares, mas a partir do momento que eles passam a entender sua paixão e que ela deve seguir seu talento, o filme se torna ainda mais ...
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Achei um bom filme. Anne e Jake fazem um casal com bastante química, e a trama é envolvente. Nos faz torcer pelos dois, mas ao mesmo tempo desejar que ela se cure.
Filme com diversos gatilhos, sem avisos, que incomodam em diversas cenas, mas com mensagens por trás de cada acontecimento que ainda não entendi muito bem. Pretendo revê-lo.
Minha nota é porque ainda tenho dificuldades de sair do modelo de filme americano e apreciar esse formato mais impessoal e espontâneo. Mas, a verdade é que o filme é bom, causa desconforto em vários momentos e tem um padrão melancólico do início ao fim. Anne Hathaway, como sempre mandando muito na atuação, faz com a que a gente sinta raiva da personagem e depois da irmã que não consegue perdoa-la.
Filminho água com açúcar, mas muito completo e com um tema original. Aborda de maneira brilhante as dificuldades enfrentadas por idosos que querem se sentir úteis para a sociedade e possuem energia para fazê-lo. Além disso, a troca de experiências entre o estagiário e as pessoas mais jovens com quem ele trabalha é muito gostosa de observar. Aquece o coração demais!
O filme tem o objetivo de causar um certo desconforto com os padrões estéticos e comportamentos engessados. O ponto é que, George Lucas consegue o fazer tão bem, que acaba sendo bastante monótono. No mais, admiro muito as críticas sociais que tentaram abordar ainda na década de 70.
Tentei me colocar na década de 50 muitas vezes durante o filme para justificar algumas cenas que não gostei, mas acho que o ponto principal pra mim foi a falta de conexão de um acontecimento importante para outro, por exemplo, como se a morte do Buzz não tivesse gerado transtorno suficiente (os pais dele nem aparecem no filme). Achei o final bem trágico também, mas até que bom. O filme foca bastante nos traumas gerados pelos pais e na ...
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Filminho água com açúcar acima da média para a época, na minha opinião. Com o clichê de casal que começam com apostas e terminam se apaixonando, mas com um bom enredo e atores bonitos rs. Gostosinho pra assistir algo sem ter que pensar.
Uma obra como essa de Jorge Amado é difícil de resumir num filme de 2h, mas, acredito que os atores foram em sua grande maioria bem fracos pros papéis. Com o decorrer do filme, mesmo assim, você se envolve por alguns personagens.
Entendo a crítica social e a proporção que o filme tomou na época, mas as piadinhas com flatos e os disfarces não me pegam. Mas, também tem o viés de que comédias no geral não me agradam muito.
Filme cheio de críticas sociais, que incomodam do começo ao fim. A luta me pareceu ser o que menos incomodou no filme todo. Como uma espécie de autodestruição conforme vamos vivendo dia após dia como "fezes obedientes" na sociedade. Brad Pitt está no auge da sua beleza, Edward Norton desempenha um ótimo papel de homem travado com seus sentimentos e suas reais vontades, e pouca capacidade de demonstra-las.
Achei o filme muito bom e que nos prende do começo ao fim. Ashton faz um ótimo papel, e confesso que na terceira realidade, em que ele se encontra na ala psiquiátrica, passei a imaginar um final parecido com "Ilha do medo" e supus que pudesse ser alguma alusão a um transtorno mental diferente daquele de memória que eles citam durante o filme, já que o médico diz que não existem os diários pelos quais ele procura. Pesquisando, soube que ...
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Uma ótima mistura de personalidades dos dois detetives. A calma e a sabedoria do detetive Somerset com a impulsividade e emoções afloradas do detetive David. Gostei bastante do filme, mas achei que poderiam ter explorado mais a vida de alguns personagens, como a da esposa de David.
Filme muito bom, com atores fantásticos. Tim Robbins interpreta de forma brilhante nosso querido Andy, que dava luz àquela prisão. Os diálogos dele com Red são de ricas trocas de experiências e cordialidade. Muito bom! Me fez querer ver mais filmes de Morgan Freeman.