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A ideia até é interessante e a ideia de brincar com a ideia de que os sonhos e a realidade se misturam é muito convidativa. Porém, o filme começa a ter um desenrolar que ficamos cada vez mais angustiados e, se a intenção era justamente fazer sentir o que o ator sentia, conseguiram.
Esse filme deveria se chamar "aconchego" de tão gostozinho de assistir. A relação entre os personagens é muito bem construída.
Esse filme é uma lição de vida, colaborando com uma crítica social muito bem amarrada. Traz importantes reflexões sobre as diferentes maneiras de encarar os desafios da vida. Particularmente, considero o personagem Toto muito bem construído.
Chorei com a cena final onde a mãe fica olhando pro filho em deslumbramento, como se fosse a primeira e a última vez que o visse. Que atuação, amigos!
Filme muito reflexivo no tocante aos abusos que grandes empresas frente aos pequenos empresários e também à população em geral, especialmente em momentos tão delicados e dolorosos, como a perda de um ente querido, por exemplo. O filme é muito bem construído.
Filme leve, divertido e, ao mesmo tempo, sarcástico e espirituoso. Excelentes músicas e uma mensagem carteira sobre os valores perdidos na educação das crianças.
O filme não dá espaço para que criemos uma conexão com os personagens e, aparentemente, o enredo não é muito elaborado nesse sentido.
Nunca tinha pensado nesse significado do farol como isolamento, reclusão pronfunda e alerta de perigo, para além do simbologia de rumo e direção. O filme é absurdamente desconfortável e nojento, pois é justamente assim que tem que ser para que consiga retratar com precisão as consequências deletérias da solidão.
O filme é arrastado e chato pra caramba, mas os últimos 10 minutos valem a pena e só então comprendi o seu sentido, que pode ser expressado no último sermão do pai dos irmãos. "Cada um de nós vai olhar para um ente querido e fazer a mesma pergunta: "quero ajudar, Senhor, mas o que ele precisa, se é que precisa?" Mas raramente podemos ajudar os mais próximos a nós. Não sabemos o que podemos dar e, com frequência, o que temos para dar ...
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Sem mais nem menos, Calvin deixa de ser um pet fofinho para se revelar em uma grudenta e mortal criatura, mas não existe preparação do público para essa nova narrativa. As cenas do Calvin encarando os astronautas são bastante desconfortáveis e angustiantes, mas o roteiro como um todo não é muito bem construído. O filme cumpre o propósito de ser um passatempo bobinho, sem exigir grandes esforços intelectuais dos telespectadores. Eu ...
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