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Mortal Kombat 2 entendeu o recado. Depois de um primeiro filme que levava tudo sério demais, a sequência simplesmente abraça o caos, a violência e a diversão, exatamente como deveria ser desde o início.
Aqui é tudo mais exagerado, mais barulhento e, principalmente, mais honesto com a própria proposta. A história? Fica em segundo plano sem nem tentar disfarçar. E, curiosamente, isso não atrapalha tanto, porque o filme sabe que o ...
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O longa parecia ter saído direto de uma lista de “o que pode dar errado”: ovelhas em CGI, elenco estrelado meio perdido e uma proposta que soa estranha demais pra funcionar. E, por uns bons minutos, realmente parece.
Só que aí o filme vira a chave. Você aceita a premissa e, quando percebe, já está acompanhando uma investigação conduzida por um bando de ovelhas carismáticas que roubam completamente a cena. É sério, você começa ...
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Chega com aquela missão delicada de justificar sua própria existência depois de duas décadas e, surpreendentemente, consegue. Ao invés de só viver de nostalgia, o filme tenta atualizar seu olhar, trazendo discussões sobre jornalismo, tecnologia e o novo consumo da moda, tudo embalado por um tom mais maduro.
Ao mesmo tempo, sabe exatamente quando voltar para o conforto do que já funcionava. O reencontro com o elenco é onde tudo ganha ...
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Exit 8 é praticamente a definição de “funciona melhor como ideia do que como filme”. Genki Kawamura acerta em cheio ao transportar o jogo: a estética está ali, a lógica também, e em vários momentos você se pega tentando encontrar as anomalias junto com o protagonista. A experiência funciona.
O problema é quando isso precisa virar um longa. O que no jogo é tensão vira repetição, e o que poderia ser expandido vira só ...
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Hokum é daqueles que te prende pela atmosfera antes de qualquer outra coisa. Damian McCarthy claramente sabe como construir tensão, brincar com o silêncio e criar um clima desconfortável que funciona do começo ao meio sem muito esforço.
E quando o filme foca só nisso, ele acerta. Tem sustos que funcionam, um terror mais sugestivo do que explícito e até um toque de folclore que dá um charme a mais. Você compra a ideia fácil.
O ...
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Tem tudo o que define um filme de catálogo da Netflix: proposta direta, nomes fortes e uma estrutura que você sente que já viu antes. E, sendo justo, isso até funciona. É aquele tipo de filme que você dá play sem pensar muito e, quando vê, já foi.
Charlize Theron segura bem o lado físico da coisa, enquanto Taron Egerton entra quase como uma versão do James McAvoy correndo no meio da selva. A dupla sustenta boa parte do filme, ...
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Michael segue à risca a cartilha das cinebiografias: condensar uma vida gigante em poucas horas e apostar no espetáculo para segurar tudo. E, sendo justo, funciona. As performances, a música e a energia em cena fazem o filme fluir com facilidade.
Mas também fica claro que estamos vendo uma versão cuidadosamente controlada da história. Por trás do brilho, muita coisa é suavizada, acelerada ou simplesmente deixada de lado. A sensação é ...
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Uma boa ideia enterrada sob fórmulas batidas e excesso de gore.
Tinha tudo pra ser diferente. Múmias, rituais antigos, uma mitologia pouco explorada hoje em dia… mas decide seguir o caminho mais fácil possível: virar só mais um filme de possessão disfarçado.
Se você troca a múmia por um exorcismo genérico, absolutamente nada muda. E isso já diz muito. A identidade passa longe, e o filme funciona mais como um amontoado de ...
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Um natural horror que esquece de construir tensão e falha em praticamente tudo.
Tenta surfar no natural horror sem nem entender por que esse tipo de filme já funcionou um dia. A ideia é simples: tubarões, perigo, sobrevivência. O básico. Mas o filme parece mais interessado em não se levar a sério do que em construir qualquer tensão de verdade.
Os tubarões aparecem pouco, os personagens são esquecíveis e, em nenhum momento, existe ...
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é aquele tipo de filme que te pega desprevenido: começa quase como um romance torto e, quando você percebe, já está preso numa espiral de paranoia, culpa e tensão. E o melhor é que ele sabe exatamente o que está fazendo com isso.
Zendaya e Robert Pattinson funcionam como o centro gravitacional de tudo, com uma química que transita fácil entre o desconfortável e o engraçado. É estranho, é provocativo e, em vários momentos, até ...
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Jonah Hill tinha tudo na mão: um tema atual, um bom elenco e Keanu Reeves claramente disposto a brincar com a própria imagem. E mesmo assim, nada encaixa.
O filme tenta ser sátira, tenta ser drama, tenta ser relevante… e acaba sendo só indeciso. As piadas não funcionam, o drama não bate e a sensação é de assistir algo que nunca encontra seu próprio tom. É curioso como, mesmo sendo curto, ele parece se arrastar.
No fim, sobra uma ...
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A complexidade do tema não encontra força na execução.
Um filme com uma base literária potente e uma ambição clara de dissecar os bastidores da manipulação política russa. Só que, na tentativa de dar conta de um contexto histórico gigante, o roteiro se perde em diálogos expositivos e narrações didáticas que deixam tudo travado, quase engessado.
É daqueles que mergulham fundo no conteúdo, mas esquecem de puxar o espectador ...
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Entre tanta ambição, referências e personagens, a narrativa vira coadjuvante de um espetáculo que não se sustenta sozinho
Mais planetas, mais personagens, mais referências… e, curiosamente, menos filme. A continuação leva a ideia de que tudo precisa ser maior tão a sério que esquece de dar tempo para a própria história respirar. É bonito, vibrante, cheio de energia e claramente feito para arrancar aquele sorriso de reconhecimento ...
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Eles Vão Te Matar é basicamente o encontro entre Quentin Tarantino, Sam Raimi e Guy Ritchie… só que sem ninguém pra lembrar que história também importa.
Kirill Sokolov entrega tudo no visual, violência criativa, coreografias insanas, sangue pra todo lado e um ritmo que te prende fácil no começo. A ideia dos inimigos imortais vira desculpa perfeita pra transformar cada cena numa nova forma de caos, e nisso o filme é realmente ...
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Um reencontro poderoso com Tommy Shelby preso dentro de um filme que nunca alcança o próprio tamanho.
Peaky Blinders: O Homem Imortal tem cara de despedida, mas funciona mais como aquele reencontro que a gente queria muito… e percebe que talvez não precisasse acontecer.
Ver Cillian Murphy de volta como Tommy Shelby ainda é magnético, e o filme vive muito disso. O problema é todo o resto: tenta ser maior, mais épico, mais ...
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Um filme que troca a força do julgamento por uma análise que não se sustenta.
Nuremberg tinha tudo pra ser um baita drama de tribunal… e decide virar um estudo psicológico que nunca vai tão fundo quanto acha que vai.
A ideia do duelo entre Rami Malek e Russell Crowe é boa no papel, mas na prática vira uma troca de diálogos que não evolui tanto quanto promete. E quanto mais o filme tenta “entender” o mal, mais ele se aproxima de ...
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Quando o peso de um adeus é maior que a força da história, o filme vira só lembrança.
Velhos Bandidos tem uma ideia ótima e um elenco absurdo… e mesmo assim consegue não fazer quase nada com isso.
O filme vive do carisma de Fernanda Montenegro (e da dupla com Ary Fontoura, que salva alguns momentos), mas parece mais interessado no próprio simbolismo do que em contar uma boa história. Quando tenta ser comédia, não encaixa. Quando ...
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EMOCIONA, MAS NÃO CONVENCE
Uma Segunda Chance quer ser sobre culpa, maternidade, recomeço e romance… e acaba sendo um pouco de tudo ao mesmo tempo, sem realmente se aprofundar em nada.
Tem uma base forte, cheia de potencial, mas escolhe sempre o caminho mais fácil. Quando poderia ir mais fundo, prefere só te conduzir direto pra emoção. E funciona, não vou mentir. Muito por causa da Maika Monroe, que praticamente carrega o filme nas ...
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COMO UMA PEDRA PODE ME TER FEITO CHORAR TANTO?
Ryan Gosling sozinho no espaço resolvendo problemas com ciência, carisma e uma quantidade preocupante de improviso… e, de alguma forma, isso funciona muito bem.
Devoradores de Estrelas acerta justamente onde mais importa: transforma conceitos complexos em algo envolvente e ainda encontra tempo pra ser leve, engraçado e surpreendentemente emotivo. Quando o filme abraça seu lado mais humano, é ...
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Sabe aquele filme de terror que chama atenção logo de cara por causa de um conceito diferente? POV: Presença Oculta entra exatamente nessa categoria. A curiosidade surge antes mesmo da história começar de verdade, muito por causa da proposta de acompanhar tudo através das câmeras corporais de dois policiais.
A ideia parte do found footage, aquele formato que simula gravações “reais”, mas aqui com um detalhe interessante. Em vez de ...
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Depois do Fogo é um filme que parte de uma tragédia, mas não se interessa exatamente por ela. O incêndio que destruiu casas e mudou a vida de várias pessoas funciona mais como ponto de partida do que como espetáculo dramático. O que realmente importa para o filme é o que vem depois. A reconstrução. Não apenas de casas ou de bens materiais, mas da própria identidade das pessoas que ficaram. Ao longo da narrativa, fica claro que Max ...
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Cara de Um, Focinho de Outro surge em um momento delicado para a Pixar. Nos últimos anos o estúdio passou a enfrentar uma pressão maior do público e da indústria, principalmente após alguns resultados irregulares de seus filmes originais. Mesmo com reconhecimento pontual, como a indicação ao Oscar de Elio, o longa acabou sendo visto como um fracasso financeiro e crítico dentro da história do estúdio. Esse contexto ajuda a entender o ...
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Entre todas as animações indicadas ao Oscar, A Pequena Amélie talvez seja a que mais se destaca justamente por não seguir o mesmo caminho das outras. Enquanto muitas produções apostam em visuais grandiosos ou em narrativas expansivas, o filme dirigido por Maïlys Vallade e Liane-Cho Han Jin Kuang escolhe um caminho diferente. Ele aposta na delicadeza. O resultado é uma animação que pode parecer pequena em escala, mas que encontra uma ...
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A Noiva! nasce com ambição. E isso é visível desde os primeiros minutos. Maggie Gyllenhaal não queria apenas revisitar um clássico, queria ressignificá-lo. A proposta parte de uma inquietação antiga da diretora ao perceber que, em Bride of Frankenstein, a personagem que dá título à obra quase não tem voz. Aqui, a intenção é clara: devolver essa voz. O que torna o filme interessante também é o que, em certos momentos, o faz ...
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Kokuho se diferencia desde o primeiro momento por mergulhar em um universo cultural muito específico e pouco explorado no cinema contemporâneo: o kabuki. Não é apenas um filme ambientado em uma tradição japonesa, ele transforma essa tradição em centro dramático, estético e simbólico da narrativa. Ao acompanhar décadas na vida de seu protagonista, a obra se propõe a discutir busca pela perfeição, rivalidade, legado e o peso da arte ...
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Manual Prático da Vingança Lucrativa parte de uma premissa irresistível: um herdeiro preterido decide eliminar, um a um, os familiares bilionários que o impedem de acessar uma fortuna de 28 bilhões de dólares. A ideia carrega em si provocação suficiente para sustentar uma sátira feroz sobre ambição, desigualdade e o fascínio quase doentio pelo dinheiro. O filme até ensaia esse caminho: flerta com o absurdo, ironiza os excessos da ...
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A História do Som é um filme que respira contemplação. Desde os primeiros minutos, fica claro que não estamos diante de um romance convencional, mas de uma história que se constrói na sutileza, nos silêncios e naquilo que permanece mesmo depois que tudo termina. Sob a direção de Oliver Hermanus, o longa aposta na preservação, na memória e na maneira como o passado molda quem somos. É um drama sensorial, delicado e, ao mesmo tempo, ...
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Depois das polêmicas que abalaram os bastidores e colocaram em dúvida o futuro da franquia, Pânico 7 surge como uma tentativa clara da Paramount Pictures de recolocar a saga nos trilhos. A estratégia é evidente: jogar no seguro. Trazer nomes conhecidos, recolocar Sidney Prescott no centro da narrativa e apostar em uma história mais íntima, agora com foco em sua família.
O resultado é um filme que funciona durante boa parte do percurso. ...
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Depois do impacto comercial de Longlegs, Osgood Perkins passou a ocupar um espaço curioso dentro do terror contemporâneo: o de diretor “autoral” que divide opiniões, mas que encontrou respaldo suficiente para continuar produzindo com liberdade. Seu novo filme, Para Sempre Medo (Keeper), surge nesse cenário cercado de expectativa. A proposta parece promissora: um casal decide passar alguns dias em uma cabana isolada para comemorar o ...
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Existe algo curioso em Caminhos do Crime (Crime 101), novo filme de Bart Layton. À primeira vista, ele parece exatamente o tipo de suspense policial que os fãs do gênero procuram: ambientado em Los Angeles, com clima ensolarado contrastando com crimes ousados, um ladrão metódico, um policial obstinado e uma mulher que cruza esse caminho por ambição e necessidade. Some a isso um elenco formado por Chris Hemsworth, Halle Berry e Mark ...
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Em meio a um catálogo cada vez mais irregular de filmes originais, Dupla Perigosa surge como uma surpresa positiva dentro do Prime Video. Longe de reinventar o gênero ou propor algo ousado, o longa dirigido por Angel Manuel Soto aposta em uma fórmula conhecida, mas executada com segurança e carisma. É um filme que entende sua função: entreter, manter o ritmo alto e entregar uma experiência leve, ainda que marcada por escolhas narrativas ...
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O Morro dos Ventos Uivantes, dirigido e roteirizado por Emerald Fennell, chega como uma adaptação ambiciosa e declaradamente autoral da obra de Emily Brontë. Longe de buscar fidelidade literal, o filme se assume como interpretação emocional, estética e temática de um romance marcado por obsessão, desejo e destruição. Trata-se do maior projeto da carreira de Fennell até aqui, e também do mais pessoal: um filme que carrega sua ...
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Um Cabra Bom de Bola é uma animação que entende muito bem qual é o seu objetivo principal: divertir. Desde os primeiros minutos, o filme se apresenta como um entretenimento rápido, leve e direto, sem grandes pretensões narrativas, mas com um claro interesse em conquistar o público pelo carisma, pelo humor e pela energia visual. É uma produção que não esconde suas referências e que aposta na familiaridade como ponto de entrada, ...
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Socorro! marca um retorno importante de Sam Raimi a um território que sempre foi o seu habitat natural: o cinema feito com personalidade, exagero consciente e liberdade criativa. Longe das amarras mais rígidas dos grandes estúdios e dos universos compartilhados, o diretor volta a brincar com o terror, a comédia e o absurdo em uma narrativa que não tenta ser maior do que ela é. O resultado é um filme direto, provocador e, acima de tudo, ...
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Destruição Final 2 parte de um desafio ingrato: dar continuidade a um filme que encontrou impacto em um momento muito específico. O primeiro longa, lançado em 2020, dialogava diretamente com um mundo em colapso, em isolamento e tomado pela incerteza. Cinco anos depois, a sequência tenta expandir esse universo para um cenário de reconstrução pós-apocalíptica, mas acaba tropeçando justamente no que fazia seu antecessor funcionar. O ...
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Alerta Apocalipse não era um dos filmes mais aguardados do início de 2026, mas acaba chamando atenção por alguns nomes envolvidos. Joe Keery, logo após o encerramento de Stranger Things, Liam Neeson, que já se tornou figura recorrente em produções de apelo duvidoso, e principalmente David Koepp, um dos roteiristas mais influentes de Hollywood, responsável por títulos como Jurassic Park, Missão: Impossível (1996) e Homem-Aranha (2002). ...
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