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Espiral é o tipo de filme que levanta uma série de perguntas, todas elas existentes pelo fato de o filme ser tão ruim. Nesta crítica, você entenderá porquê.
Você não deve esperar muito de Espiral --- de fato, depois do terceiro filme da franquia Jogos Mortais, não se deve esperar muita coisa. Contudo, Espiral possui uma falha principal: Chris Rock.
Não tenho nada contra o Chris Rock, mas ele não é um ator de filmes de terror, ponto. Por mais que ele tenha levado seu papel a sério, Zeke Banks passa a impressão de ser um detetive zoeiro, cômico, de um filme de ação e comédia do que um detetive em um filme de terror. Lembram-se do Agente Strahm, do detetive Hoffman? Zeke é nada como eles. Chris Rock torna Zeke um detetive frenético pelos motivos errados.
A trama não é original, mas há pequenos bons elementos nela. Um copiador do eterno Jigsaw não é original, nem na própria franquia, porém, o copiador tem um estilo próprio, ainda que derivado do material-fonte, o que é um ponto positivo.
Bom, este foi o único ponto positivo que consegui formular. O resto da trama é problema atrás de problema.
O ritmo é acelerado demais. A edição de filmagem é engraçada porque você tem Chris Rock em monólogos, o que é hilário. Chris Rock tentando ser sério, o que também é cômico. E quase nenhum detalhe mórbido das mortes, com apenas uma morte original. Esqueça os labirintos elaborados que John Kramer criava, a escolha simbólica entre vida e morte, e talvez esse seja um tema, intencional ou não, subjetivo da franquia: como todos os que tentaram levar o legado de Jigsaw não entenderam o propósito dos jogos em si. John nunca precisou matar para livrar a própria pele, a esmo.
De qualquer maneira... Espiral é dispensável, um filme que explora a franquia ainda mais do que deveria, com uma escolha de elenco questionável e uma trama simplista e previsível. Assista apenas por curiosidade, sem expectativas.
Você não deve esperar muito de Espiral --- de fato, depois do terceiro filme da franquia Jogos Mortais, não se deve esperar muita coisa. Contudo, Espiral possui uma falha principal: Chris Rock.
Não tenho nada contra o Chris Rock, mas ele não é um ator de filmes de terror, ponto. Por mais que ele tenha levado seu papel a sério, Zeke Banks passa a impressão de ser um detetive zoeiro, cômico, de um filme de ação e comédia do que um detetive em um filme de terror. Lembram-se do Agente Strahm, do detetive Hoffman? Zeke é nada como eles. Chris Rock torna Zeke um detetive frenético pelos motivos errados.
A trama não é original, mas há pequenos bons elementos nela. Um copiador do eterno Jigsaw não é original, nem na própria franquia, porém, o copiador tem um estilo próprio, ainda que derivado do material-fonte, o que é um ponto positivo.
Bom, este foi o único ponto positivo que consegui formular. O resto da trama é problema atrás de problema.
O ritmo é acelerado demais. A edição de filmagem é engraçada porque você tem Chris Rock em monólogos, o que é hilário. Chris Rock tentando ser sério, o que também é cômico. E quase nenhum detalhe mórbido das mortes, com apenas uma morte original. Esqueça os labirintos elaborados que John Kramer criava, a escolha simbólica entre vida e morte, e talvez esse seja um tema, intencional ou não, subjetivo da franquia: como todos os que tentaram levar o legado de Jigsaw não entenderam o propósito dos jogos em si. John nunca precisou matar para livrar a própria pele, a esmo.
De qualquer maneira... Espiral é dispensável, um filme que explora a franquia ainda mais do que deveria, com uma escolha de elenco questionável e uma trama simplista e previsível. Assista apenas por curiosidade, sem expectativas.