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É um filme que cumpre o esperado do seu gênero. Quem não é aficionado por filmes sobre aliens vai achar um filme razoável.
Filme que peca pelo excesso de violência. É tanto sangue e ferimentos que fica a impressão de que o fraquíssimo argumento foi utilizado tão somente como pretexto para as cenas de brutalidade.
É um filme muito realista, não idealiza heróis e não busca final feliz. Conta com bons atores e diálogos bem construídos.
É um filme que tinha muitos motivos para dar errado, mas que ficou muito bom. Muita violência explícita, cenas inverossímeis e personagens caricatos. Mas essa mistura acabou resultando em um filme dinâmico e divertido, com vários atores renomados dando peso.
Um filme diferente de tudo o que já foi feito, tanto no enredo, na trilha sonora e na fotografia. Uma certeza o espectador pode ter: não se deparará com um filme clichê. Vale a pena conferir, pela experiência diferenciada.
O filme pretende ser um drama sobre preconceitos contra a sexualidade, mas não convence. Parece ser um filme de baixo orçamento, não obteve sucesso em transmitir a carga emocional da história. Além disso, as atuações não foram das melhores.
Filme de ação raiz, com muitos tiros e explosões. O drama fica em segundo plano, sendo a finalidade principal o entretenimento.
O filme é sobre roubo de jóias, mas não se dedica tão somente à ação. Demora em detalhes sobre a vida pessoal de Frank que se casa com Jess, e também quanto ao planejamento dos crimes. No geral, um bom filme.
Basicamente o filme retrata a viagem feita pelo rio, e fica muito tempo nela, assim o filme fica monótono. Nem a construção do teatro de ópera na selva nem a exploração da borracha entram efetivamente na trama. Mas destaque para a atuação de Klaus Kinski, que esteve muito bem no papel.
Você sabe que um filme é um verdadeiro clássico quando ele não envelhece, ainda que passe muitos anos do seu lançamento. É o caso de No Tempo das Diligências. Personagens bem caracterizados e interpretados por bons atores. Enredo interessante, e filmado de forma dinâmica. Um marco do cinema!
Um filme violento em alguns momentos, mas sem sair da medida. Um bom representante sobre o tema gangues no sistema carcerário.
O filme tem um bom enredo. Ambientado em uma Inglaterra aristocrática, com toda aquela classe inerente. O filme é bastante sóbrio, e, por isso mesmo, monótono às vezes.
Bom filme. O humor é de boa qualidade, sem tiradinhas irônicas. Filme curto, que serve bem para entretenimento.
O filme tem uma aura de irrealismo ou de uma sociedade alternativa. É abstrato e artístico,o que o torna entediante em certas partes, mas não deixa de ter um toque de classe e beleza.
É um filme de ação razoável, não tão bom como The Killer, outro filme de John Woo. Tem boas cenas de ação.
No decorrer do filme parece muito simplista a forma como os macacos são feitos os humanos de outro planeta, enquanto os humanos fazem as vezes dos símios. Por isso da a impressão de que o filme envelheceu mal. Mas no final do filme a questão é esclarecida, com um bom plot twist por sinal. No geral, um bom filme.
A temática do filme é sobre golpes inteligentes, ao estilo onze homens e um segredo. O enredo é bem amarrado, o filme é dinâmico e vai direto ao ponto, tanto é que é de curta duração. Boas atuações e não perde para filmes mais recentes sobre o tema.
O filme retrata a vida de um casal de jovens lésbicas, como se fosse um casal de heterossexuais. Não dá muita ênfase na questão do preconceito, o que é um ponto positivo para o filme não ser clichê. Está de acordo com a aceitação da sociedade atual, especificamente a francesa, que é mais liberal. E claro, os diálogos são sempre um destaque nos filmes franceses. Um bom filme, se não visto de forma preconceituosa.
Na primeira parte do filme, o personagem central é muito mal resolvido e inseguro, tanto que chega a ser brochante. Depois ele age de forma muito irracional, complicando sua vida cada vez mais. A falta de inteligência dele e da Elaine é irritante. No final das contas, no lugar de entreter, o filme faz é aborrecer o espectador.
O filme é bom, com um enredo original, sem clichês. Os diálogos são inteligentes e os atores e atrizes entregaram bem as suas atuações.
Um bom representante do cinema nacional. Destaca-se por ser realista, por ter personagens interessantes e um enredo que agrada. O filme é melhor que Carandiru, outro filme de Hector Babenco.
O filme tem certa semelhança com La Dolce Vitta, obra-prima de Federico Fellini, pois conta a vida de Cabíria na forma de crônicas. No entanto, não foi tão bem sucedido como no filme que viria posteriormente, pois é um filme muito sonolento, ficando muito longe da magia de A Doce Vida.
Filme legal. Tem alguns clichês, mas vale a pena conferir pela importância histórica e para prestigiar o cinema brasileiro.
A intenção do filme é denunciar a situação desumana vividas por pacientes manicomiais naqueles anos, sujeitos a todo tipo de abuso em hospitais psiquiátricos. E nesse sentido, cumpriu bem a sua função, pois consegue chamar a atenção do espectador para este problema, de forma tocante. Somando, o drama familiar, pois os parentes são inevitavelmente atingidos, e, às vezes, são os próprios algozes dos internados, como é o caso do filme.
É um filme que não tem começo, meio e fim. Retrata momentos da vida do personagem principal. Na verdade, o enredo parece ter função secundária. O diretor utilizou as histórias vividas por Marcello para construir sua obra de arte. O filme é rico em detalhes, conta com bons atores e cenas bem filmadas. Sem dúvidas é um filme marcante, digno de sua fama e do prestígio de seu diretor.
É um filme de ação comum, com todos os elementos que se espera desse gênero. Serve para entreter, e não mais que isso.
O filme não faz nada mais do que retratar o dia a dia de uma família e de um grupo de jovens, e ainda assim é interessantíssimo. Tem que haver muito talento envolvido para alcançar esse feito. Grande filme tailandês.
Filme mais levado para o lado do humor, um bom humor, por sinal. Foi filmado em tomadas curtas, o que dá dinamicidade ao filme, impedindo qualquer ponta de tédio. Mais uma boa produção deste diretor, que também dirigiu o agradável Lyla Forever
O filme é uma história simples, mas contada de uma forma que resultou em um bom filme. Vale mencionar a ótima atuação de todos os atores, especialmente os mirins. O filme foi bem construído, contando com bom roteiro e cenas bem filmadas, além dos diálogos de alto nível. Mais um bom exemplar do cinema francês.
Grande filme de Guy Ritchie. Roteiro inteligente, em que a história se desenvolve em várias frentes. Diálogos rápidos e complexos, exigindo do espectador atenção para não se perder. Mas isso não é um ponto negativo, pelo contrário, é um dos elementos que eleva o nível da trama. Além disso, conta com nomes consagrados do cinema, o que, inegavelmente, contribui para uma maior aceitação do filme. Parabéns ao diretor por mais um ótimo filme.
O filme proporciona um entretenimento razoável, contando com boas cenas de ação e humor que no geral agrada.
Apesar de o filme ser uma grande produção, deixar a desejar no enredo. É muito tempo gasto em cenas paralelas à trama principal. No geral, o filme não é algo que enche os olhos do espectador.
É um filme de humor leve, não chega a ser hilário, mas também não é um humor pastelão. Filme construído de forma suficientemente inteligente, proporcionando um bom entretenimento.
Filme ruim, muito arrastado, sonolento. Dessa vez Wong Kar-Wai não acertou como em Anjos Caídos. Não sei o que atrai muitas pessoas nesse filme.
O humor do filme não é dos melhores, mas tem um enredo razoável e boas cenas de ação. Filme bom para entreter.
Um drama familiar realista, cru e tenso. Mais um bom representante do cinema árabe, assim como o Cafarnaum.