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Nem sempre encontram-se justificativas para explicar tudo que acontece na vida. Principalmente tragédias. Os fatos vão se somando e, quando culmina em tragédia pode nos obrigar a emitir frases do naipe de "Como isso pode ter acontecido com Fulano?". A ideia original é interessante. A realização deixa a desejar principalmente pelo roteirozinho fraco e com lacunas. Com um pouco de boa vontade é possível desfrutar desse suspense. O final, ...
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Mais um filme, entre incontáveis outros, sobre a 2ª Guerra Mundial. Porém, este mostra que sempre se pode revisitar acontecimentos históricos sob uma ótica específica. Sim, todos sabemos os horrores envolvidos em qualquer guerra e, em especial nesta onde a racionalidade, característica primeira do ser humano, parece inexistir. Nesta onde sentimentos de empatia pelo próximo, característica específica do ser humano, são substituídos por ...
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É muito difícil prá gente, seres humanos normais, entender a necessidade que têm alguns seres humanos muito especiais de se desafiarem a conquistas que se justificam apenas por levarem essas pessoas além de um limite que só é concreto para elas mesmas. Muitas vezes às custas da própria vida, o que não permite o desfrutar do êxito muito além do momento em que ele se deu. O alpinismo me parece o ápice dessa colocação. Um esforço ...
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Não comece a ver se não tiver tempo para ir até o final. Construído totalmente dentro da linguagem virtual e utilizando imagens do facebook, tem a agilidade tão comum para quem usufrui das redes sociais. Ao contrário delas não anestesia raciocínios, despejando à frente do espectador uma catarata de fatos e emoções que vão tomando a personagem até que ela não perceba mais a linha tênue que separaria o real do virtual. É a ...
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Divertido. Um filmizinho que se vê com o cérebro desligado, com a garantia de não ocorrer absolutamente nenhum desgaste ou acréscimo neuronal.
Um filme necessário para este País. Nele, muito a contragosto, submergimos na intimidade dos objetivos e das maquinações do período mais negro da história dos governos militares. As minúcias com que foi alinhavado não deixa dúvidas sobre a clareza com que se agia no intuito de, lançados os princípios mais básicos de humanidade no lixo, alcançar a eliminação pura e simples de concepções divergentes do que pretendia a união da ...
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Como prender a atenção do espectador em um espaço tão limitado, sob qualquer aspecto, quanto um confessionário? Vendo "O Confessionário", onde praticamente todos os personagens vivem um momento em que suas vidas encontram bifurcações em suas trajetórias, encontra-se a resposta. Não se mostram grandes acontecimentos com possibilidades de interferência além do espaço em que tudo acontece. Porém, coloca-nos , a nós meros espectadores, ...
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É uma grande felicidade saber que, nestes tempos de internet, quando o exagero de informações visuais e sonoras é pleno de superficialidade, ainda se encontram traços de inteligência projetados na telona. Foi muito prazeroso ver "Buba". No mínimo um alerta sobre as aparências nem sempre corresponderem à realidade. Comédia, que em nenhum momento provoca gargalhadas, mas utiliza a veia cômica do protagonista para colocar-nos frente a ...
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Inicialmente se oscila entre uma grande simpatia pelo personagem infantil e uma vontade de socá-lo quando encarna uma criança muito chata. Conforme o tempo vai passando, vai-se compreendendo os porquês envolvidos e criando-se uma identificação não apenas com a personagem, mas também com as demais crianças, as entrevistadas. De repente tudo fica muito leve e agradável de se ver e ouvir. Joaquin Phoenix consegue entregar uma ...
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A NET Flix devia saber o que estava fazendo ao resolver investir tanto em sua mais dispendiosa produção. Ela deve saber que existem espectadores que suportam, e apreciam, uma overdose de efeitos visuais e sonoros. Prá mim, tal exagero acaba ficando insuportável. Deve ter certeza de que abundam pessoas com um nível de exigência tão rasteiro que conseguem se divertir com diálogos medíocres, poluídos por piadinhas sem graça (novamente em ...
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Um beijo gay! Que choque! Pode-se apresentar tal coisa em uma produção direcionada, principalmente, ao público infantil? Estamos em 2022? Ainda existem pessoas que se chocam com isso e colocam a questão da censura como necessária na apresentação de fatos do dia a dia para crianças? Tal reação discricionária manifestar-se-ia se o beijo fosse hétero? Nenhuma, nenhuma, criança se chocou! A criança tem a mente isenta das mediocridades ...
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"Como ela pode aceitar calada tanta exploração, mental e física, da parte do seu marido e mentor?". É muito difícil tentar entender o que acontecia à época retratada no filme, com a cabeça assentada nos conceitos atuais. A naturalidade com que se vivem as relações entre pessoas hoje, não pode ser a base da crítica de comportamentos anteriores às revoluções que permitiram posicionamentos mais igualitários, principalmente para as ...
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Nicolas Cage se superou! Um ator que estrelou produções como "Cidade dos Anjos" e "Arizona Nunca Mais" consegue neste "A Ilha" mostrar que o ser humano é isento de limites. Para o bem e para o mal. Não consegui parar de ver este filme (?) pois, a cada cena não acreditava que poderia ser pior. Atuações péssimas, roteiro indescritivelmente falho, diálogos mecânicos com frases clichês, posicionamentos óbvios das câmeras, encadeamentos ...
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Não se pode perder de vista, e é indispensável tentar mergulhar nela, a época em que se passam as ocorrências concernentes ao filme. Caso contrário corre-se risco de enveredar pelo raciocínio do "por que ela não divulgou tudo no momento em que os fatos se deram?". Hoje, no Brasil, assistimos mulheres denunciando os mesmos abusos da parte de uma pessoa muito próxima ao presidente (assim mesmo, em minúsculas) do País (este em ...
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A tela em que se projeta um filme é bidimensional. Portanto, apesar da enxurrada de efeitos visuais e sonoros, câmeras em HD que apresentam uma imagem estranha à nossa visão e programas de computadores tentando transformar a sétima arte em um mero vídeo game, o cinema é bidimensional. "O Filho de Joseph" parece uma exibição de fotografias, com os personagens quase sempre frontais, estáticos e observando diretamente a lente e, ...
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O cerne da história já foi visto várias vezes em outras produções. Agora junte um grande diretor com um roteirista que se revela competente e atores que dão conta do recado e tem-se uma obra que mostra que fazer cinema não é apenas apresentar fatos, como faz o jornalismo. Implica também em incomodar o espectador, retirando-o do conforto da poltrona e das certezas que ele julgava decantadas pelos anos e, portanto, estabelecidas. É muito ...
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Um road movie (odeio este termo) onde um casal faz uma última viagem juntos uma vez que um deles caminha para os estágios mais incômodos do Mal de Alzheimer. Para não impor ao parceiro, e a ele próprio, a indignidade da não-vida que se avizinha, dada a impossibilidade de vencer a luta com a doença, a sua opção, com a qual eu particularmente concordo plenamente, é promover a auto eutanásia. Atuações minimalistas, repletas de olhares e ...
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Uma reunião de líderes alemães para discutir o problema dos judeus que, aos milhares, entulhavam os locais em que eram jogados. Por trás das discussões, a imposição do que se chamaria a "solução final", que atualmente ninguém ignora como se deu. Tudo com muito bom humor e salpicado com piadinhas que criam no espectador um natural desconforto. Atuações magníficas, limitadas a uma mesa de reuniões de onde raras vezes a câmara se ...
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Que nome maravilhoso! "A Ira de Deus". Imediatamente me trouxe à lembrança "Aguirre, a Cólera de Deus" de Werner Herzog. O nome prometia muito e, ansioso, me dispus a vê-lo. E vi atores horrorosos, com roteiro e direção que fez jus a eles. Fotografia e trilha sonora exagerando no soturno talvez para criar um suspense que não se efetivou. Diálogos primários repletos de pausas dramáticas que não cumpriam seu objetivo dada a sua ...
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Entre o início, os três vão ao farol, e o final, desaparecem misteriosamente, o recheio pôde ser escolhido à vontade. A direção e os roteiristas optaram por criar um suspense crescente que mostra uma alteração profunda, psíquica e comportamental, dos três personagens. Como isso se deu é o que menos importa. Por que, por exemplo, ficar se preocupando em entender de onde surgiu um menino que, ao ser morto, torna-se o estopim que ...
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Um diretor com dois belos filmes em seu passado, com noventa milhões de dólares nas mãos e com o apoio de historiadores e antropólogos. Resultado: uma produção visualmente muito bem feita com detalhes primorosos e uma bela fotografia. Por outro lado, um resultado decepcionante quando se espera por uma história mais adulta e não um remake de videogames com seus heróis musculosos participando de lutas insípidas. A interpretação do ...
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Um chef de cozinha com lembranças problemáticas sobre o pai que o abandonou, retorna à casa paterna após a sua morte, e descobre que a história não foi bem assim. Além de ganhar recordações mais positivas sobre o pai e sua relação com ele, de quebra ganha um grande amor. Essa história a gente já viu mais de uma vez e, portanto, não se tem nenhuma surpresa ao longo de todo o filme. Atuações razoáveis com diálogos óbvios. Elimine ...
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É possível ver um filme de guerra sem soldados, tanques, ataques e explosões? A resposta é afirmativa e se consubstancia em "O Soldado Que Não Existiu". Um cadáver, transportando informações para desviar a atenção alemã da invasão da Sicília pelos aliados, que não pode se perder em meio às instâncias burocráticas dos países envolvidos, para conseguir chegar às mãos às quais originalmente se destina. O suspense paira o tempo ...
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Fiquei impressionado com a quantidade de estrelas. Com gente desse naipe o que poderia dar errado? Ao ler a sinopse a minha pergunta foi respondida: a historinha insípida tinha grandes chances de arruinar qualquer carreira. Nos primeiros minutos em que via tanto clichê, preconceitos descabidos, personagens estereotipados, meus piores temores foram se alicerçando. Além disso, o tempo todo alguma coisa me incomodava e, de repente não mais que ...
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Que arrependimento! O filme foi lançado em 2010 e esta anta aqui só foi vê-lo agora em 2022. Tenho certeza de que se fora 3022 o impacto seria o mesmo. Woody Allen é eterno. Ultimamente massacrado, com toda justiça, pela sua versão pedófila, mantém absolutamente intacta a versão do diretor e do autor magníficos. O jeito é esquecer a versão criminosa por duas horinhas e desfrutar, sem culpa, do mais precioso que ele pode nos oferecer. ...
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A história por trás de um símbolo universal. Muito interessante acompanhar o desencontro de opiniões iniciais de algo que agora é unanimidade. Difícil imaginar hoje a luta insana e o enfrentamento de pressões quase insuportáveis para se conseguir erguer...a Torre Eiffel. De brinde uma história de amor não menos problemática.
Afinal um filme com temática gay que não afunda no ranço do "eles contra nós". Os prazeres e problemas de um casal gay e seu filho mostram-se como o que, no frigir dos ovos, são: relacionamentos entre seres humanos. Apenas e completamente isso. O tempero é dado pelo bom humor italiano que nos é tão familiar. Uma história contada de forma honesta, clara, sem qualquer ti-ti-ti. Envolvente e adorável.
Kalinda seria controversa nos dia que correm quando os direitos individuais são, se não totalmente respeitados, pelo menos tolerados. É inimaginável que ela tenha conseguido fazer o que fez nos anos iniciais da década de 1960. E fez! E teve coragem de enfrentar as consequências dos seus posicionamentos impondo-se com uma força e determinação que não se adivinhava por detrás da sua aparência frágil e infantil. O que hoje se mostra ...
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Estou cheio de dúvidas. Tudo neste filme é muito brega. O visual do figurino é agressivo par e passo com a fotografia. A direção gera uma atuação forçada como uma pantomina exagerada. A personagem principal roça pelo feminismo de uma maneira que me pareceu inconsciente. Os atores coadjuvantes parece que foram selecionados logo ali no botequim da esquina. Tudo tão distante do meu "bom gosto" que normalmente não me seria factível ...
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Parece que a gente já conhece essa história. Um agricultor metido em pendengas judiciais contra uma corporação multinacional. No caso a Monsanto Company, que já esteve por aqui fazendo estripulias com seus transgênicos. Veja os 12 produtos mais perigosos produzidos por essa empresa no Blog "Brasil de Fato". Lá, como cá, o capitalismo se serve da morosidade e dos meandros intrincáveis do judiciário para levar o agricultor injustiçado ao ...
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Isso é que é mergulhar fundo em um personagem. São raríssimos os momentos em que se mostra alguma coisa sem a presença de Ceci. Ou melhor, seu rosto, por vezes seu tronco e às vezes seu corpo inteiro. Ela vai afundando em sua culpa e temos que acompanhá-la, vivendo por ela até mesmo suas alucinações. Se é que o são. E isso é extremamente incômodo se recordarmos que também somos capazes de procederes distanciados de empatia pelo ...
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Meu filho impôs que eu visse este filme. Vi-o. Vendo-o provei o amor que um pai (eu) pode ter pelo seu filho (ele). Filminho adolescente de amor/terror. Roteiro pleno de lacunas. Atuações exageradas e caricatas. As emoções representadas por caretas, com olhares inexpressivos e com o resto do corpo parecendo um complemento alijado da tentativa infrutífera dessa pseudo-atuação. Em um determinado momento, em que tentavam despejar água ...
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Historinha com começo, meio e fim bem definidinhos, feita para tocar fundo nossos corações. Finalzinho antevisto, esperado e concretizado. Prá completar, a família da personagem principal é composta por surdos-mudos sofrendo os preconceitos e as limitações óbvias impostas pela sociedade, que a nossa hipocrisia impede que permitamos vê-los em nós mesmos. Tudo para ser mais um filme melosinho. A diferença: os personagens são ...
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Uma grande bobagem. Nem como comédia funciona, pois o humor aqui é deslocado, forçado e sem graça. Parece que todos estão envergonhados por participarem do imbróglio e atuam sem nenhuma entrega. Até Juliette Binoche, que dá um show de interpretação em tudo o que faz, está comedida e, portanto, não convence. Uma grande bobagem.
Abandonado pela mãe ao nascer, alcóolatra aos 13 anos, adulto paraplégico. Um personagem principal destes promete muita depressão culminando com um possível suicídio na poltrona. Agora, se o personagem é o cartunista John Callahan, representado por Joaquin Phoenix, dirigido por Gus Van Sant que, só prá humilhar, também faz o roteiro, prepare-se para um excelente exemplo do que o cinema pode fazer por nós, meros mortais. Joaquin Phoenix ...
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Lixo. Diretor lixo. Roteiro lixo. Atores lixo. História lixo por ser pessimamente amarrada. Não se entende como alguém pode se dispor a fazer algo tão horrível. Impossível acreditar naquilo que leva ao encontro do menino sequestrado. Ao final fiquei com vergonha pelos personagens que fingem muito mal que o garoto pilota um helicóptero (drome?) inexistente. É tão mal feito que acaba sendo o fecho perfeito para um filme tão mal feito. ...
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