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Mark Whalberg, em que pese ser um dos astros hollywoodianos mais ricos (então, sabe fazer dinheiro com cinema), entrou em mais um filme ruim. A personagem de Whalberg é mal-humorada e emula Schwarzenegger e Stallone dos bons tempos e é tão falsa quanto as originais. O roteiro é tão previsível que apela para uma mãe russa vingativa capaz de destruir o mundo para vingar a morte do filho. E no final você é avisado que aquela montanha, ...
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Ruim, Muito ruim. Roteiro baseado nos piores faroestes de todos os tempos. Clichês às toneladas. Cenários caricaturais forçando o espectador a ver com são cenários simplórios. Atrizes e atores bons em personagens ruins. Lamentável. A Netflix mostrando que tem muito dinheiro, inclusive pra fazer o que quer, seja bom ou ruim.
Um libelo antimilitarista incrivelmente bem feito. Uma obra-prima. Um elenco fabuloso e impecável. Nada neste filme pode ser apontado como falha, pois a direção casa bem com o roteiro que casa bem com as atrizes e os atores. Sem falar que Tommy Lee Jones, Susan Sarandon e Charlize Teron são absolutamente perfeitos.
As cenas de ação são boas, embora absolutamente inverossímeis. Agora, o final é o típico final irritante, pois deixa claro que os produtores querem fazer uma continuação, mas como já se passaram muitos anos, o fracasso de bilheteria fez o pessoal desistir e ficamos com apenas este filme com um final ridículo, sem conclusão alguma.
Nikolaj Coster-Waldau é um ator de presença tão marcante que ofusca todo o resto do elenco. O filme é todo dele. O diretor peca na mão. Embora conte uma história instigante, deixa as cenas se arrastarem, embora a história teria tudo para ser uma sucessão de boas cenas. Mas não são. Vale a pena assistir, mas há um moralismo familiar muito inverossímil. Aí, só vendo para construir seu próprio juízo. Assisti em duas etapas, porque na ...
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À primeira vista você vai sentindo que está num filme de Woody Allen e, realmente, você está neste universo num segundo e até no último momento. E isso não tem nada de mal. Pelo contrário, falar sobre o amor e suas diversas estradas bifurcadas, trifurcadas e polifurcadas (se é que esta palavra existe), será sempre bom, com Shakespeare, com Woody Allen ou com Cassandra Rios. Quem escreve precisa apenas tocar o coração de alguém. ...
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Aterrorizante, mas absolutamente plausível. Quem tem mais de 60 anos e viu um mundo analógico de carroças com cavalos e carros de boi, que viu televisores em preto e branco com tubos de imagem gigantescos, quem fez ligações telefônicas usando uma operadora humana enfiando plugues numa central que atendia toda uma cidade e, ao mesmo tempo, viu os carros autônomos da Tesla que não precisam mais de motorista, que vê televisores que não tem ...
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Pense num filme que você perdeu no cinema e tem a oportunidade de ver 13 anos depois... É muita expectativa, não é mesmo? Pois não atendeu a nenhuma das expectativas, pois o filme no afã de imitar a série "24 Horas", se perdeu num excesso de ação sem sentido. E por que sem sentido? Porque o roteirista não explica absolutamente nada sobre qual grupo terrorista queria sequestrar o presidente dos Estados Unidos. Não explica o quê fariam ...
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Aquele filme que você acha a história, a priori, horrível. Mas, se você resistir à primeira meia hora, vai ter mais 1 hora e meia de pura e bem feita diversão. E com um elenco de primeira qualidade, verá, inclusive atores de "Matrix", da série "Marte", da série "Expanse", enfim, se sentirá em casa. É ficção científica. Não queira muita lógica, porque como fantasia sobre o futuro são duas horas de puro deleite.