Filmes
SériesProgramas
O filme não é um relato exato, mas é uma obra singular, com a trilha sonora dedicada exclusivamente às obras primas do mestre. Há muito da personalidade de Beethoven, intempestiva, e de sua vida, triste e agitada.
Cumpre sua proposta abordando diferentes formas de amor. O filme é muito realista, transmite as difuldades da vida. Um filme relativamente longo, embora utilize de sua longa duração para criar momentos de pura intimidade.
Uma mistura fantástica entre o tradicionalismo britânico e os movimentos punk. O figurino é sem-par. A história é mais capenga, embora faça uma boa introdução de personagem. A proposta de origem é satisfatória, até quando descaracteriza. O enredo, entretanto, é muito "conivente", criando saídas confortáveis para que o diretor pouco se preocupasse em atingir seus objetivos.
A reta final é um grande lugar comum, não inova e nem seduz. A grande sacada de Ozon é a sugestibilidade de homoerotismo. Pensamos o tempo todo que Adrien e Frantz são homossexuais, que tiveram um caso, ou que inventaram uma história mirabolante para ficarem juntos. Ozon deixa algo no ar: evidencia-se um desinteresse constante dos personagens em relação às mulheres que os cercam.
Um debate sobre o que é real e o que é imaginário. No filme, a realidade e a narrativa estão imbricadas e as contorções da realidade tentam satisfazer uma narrativa pessoal desejada. O professor é um sujeito fracassado e desiludido, que deposita num último aluno, aparentemente interessado, todas as suas expectativas.
É uma obra prima sobre a inocência e a virtude. Proporciona uma profunda reflexão sobre a culpa, onde todos são vítimas das mazelas sociais e dos acontecimentos.
Reflexão interessantíssima sobre as dificuldades da maternidade, com um bom argumento de que a maternidade não é um fenômeno natural.
É um filme com pegada psicológica. Trata muito bem da relação a dois dos irmãos e a tentativa quase impossível de um terceiro adentrar nela. Pra mim esse é o assunto principal do filme : os irmãos se bastam e não se cansam deles mesmos, mas isso não é verdadeiro pro "alien" da relação. Ele sempre vai estar de lado, desejando ser carne da carne deles, mas sabendo que é descartável, que é um amor passageiro, embora os ame de ...
Leia Mais
Leia Mais
Eu, Daniel Blake foi um dos piores filmes que já vi. Chatíssimo! A realidade já é chata por si mesma, que não a imitemos.
O filme tem alguns erros evidentes. O primeiro foi mostrar logo de cara que o protagonista "enriquece"; pra mim isso tirou toda a tensão das dificuldades que ele iria passar em seguida. É como começar a assistir um anime Shōnen, que você sabe que o protagonista irá superar todos os desafios, por ser o protagonista, e sobreviver no final. Vale mais pela crítica social à política, estas muito bem pensadas, que são praticamente ...
Leia Mais
Leia Mais
Um comentário não consegue descrever com palavras este filme, é preciso assisti-lo! É a história mais humana que vi até hoje!
Uma interessante abordagem sobre o "aristocratismo burguês", na sociedade Americana do século XIX, que é quase europeia, se não fossem os costumes...
Um clássico atemporal. Kubrick consegue dar vida a obra literária, mas sem perder a própria identidade - somos transportados para um universo coeso, que proporciona uma experiência de imersão e reflexão.
Mais um filme de Adam Sandler - e não me refiro ao Sandler dos filmes dramáticos - isso basta como comentário! (Tentei alcançar os 100 caracteres, mas tive dificuldade).
É interessante como narrativa de época e sobre as desigualdades de classes, ambição, libertinagem, etc.
Um filme que fala sobre psicologia, com cenas recorrentes de sadomasoquismo e dependência emotivo-afetiva. O comportamento de Reynolds é de um gênio excêntrico, muito peculiar. Sem dúvida é um filme sútil, psicológico e humano. Uma ótima experiência de imersão.