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Com uma história intimista, em que um rapaz recém saído do armário conta sua visão sobre os 12 últimos meses de vida de sua mãe que foi desenganada pelos médicos devido a um câncer de difícil tratamento e sem cura. O filme mistura os dois temas complexos e pesados sobre morte assistida e homossexualismo, além de fornecer um toque de realidade pois o personagem central é escritor e tenta emplacar um roteiro na TV, sobre uma série (talvez A cidade das Minas). Em determinado momento o filme se arrasta e tende a um drama mais chatinho, fazendo com que o expectador se sinta enganado em relação ao tom bem humorado que se sustenta em toda primeira metade do roteiro. Destaque para a atriz que representa a mãe, que deixou o Satuday Night Live em 2010, Molly Shannon, que mesmo com idade avançada e com câncer, ainda consegue falar, cantar, dançar, paquerar alguém e divertir quem assiste. Direção experimentada e que precisava abusar um pouco mais do elenco que é de primeira.