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Com belas imagens de um vale encravado e cadeia de montanhas nevadas na Nova Zelândia, em uma paisagem bucólica que lembra a épica trilogia “Senhor dos Anéis”, por sinal talvez esse seja o único mérito do filme, a trama se concentra no universo do cine apocalíptico sendo que dessa vez o planeta foi destruído, ou melhor, a humanidade foi dizimada, devido a uma sequência de explosões de bombas atômicas que espalhou radiação mundo afora, matando as pessoas mas, um detalhe importante, mantendo as instalações e infraestrutura em perfeito estado, porém tudo contaminado com radiação e insalubre, sem uso, devido ao excesso de metais pesados radioativos. No vale encravado uma jovem pesquisadora, sozinha, um dos primeiros papéis da atriz que interpreta Arlequina do cansativo “Esquadrão Suicida”, a estonteante Margot Robbie, por razões que o roteiro se nega a explicar, ela acredita de verdade que foi Deus que quis sacrificar a humanidade, até que chega um engenheiro negro, o mesmo ator do, igualmente fraco, “12 anos de escravidão”, Chiwetel Ejiofor, que também havia escapado por sorte da radiação, os dois iniciam uma atração óbvia, visto não haver mais ninguém no planeta, até que logo depois chega um branco jovem e lindo igual a ela. Ambos vão fazer ela provar do desejo do fruto proibido em uma sequência triste e repugnante de assistir. Direção de estagiário principiante sem qualquer motivação. Suspense, nem pensar!