Viní Ibrahim
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Superstore
Superstore
1,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2022
Original? Hmm... É, nem tanto.
Divertida? Não sempre.

Superstore tem uma premissa de fazer humor no dia a dia de um mercado nos eua. Isso quase sempre acontece. Bom, até a 3a temporada fazem até que bem.

O problema é que a direção e o roteiro não sabem impor limites. Alguns personagens, px., a Dina, Chey e Mateo são extremamente chatos ao extremo. Eu até entendo que são peculiaridades deles, mas fizeram um péssimo trabalho em escrachar o máximo. Até, tipo, se tornar cansativo você ver o personagem e ter que pular as cenas.

A série se devolve muito mal durante os eps, deixando quase sempre as coisas mais importantes pro final da temporada. O que vem antes, no mais, é encheção de linguiça.

Não há uma cena ou sentimento genuíno de amor entre o Jonah e Amy. Na verdade, quiseram pintar a imagem de uma mulher tãããããããão forte, que o arco do relacionamento deles torna-se brochável. Você olha e pensa "nossa, será que é 'de verdade' essa relação deles?". Senti muita falta de algo mais profundo.

Agora, o milho do cocô:

Toda essa porcaria ideológica a partir da 3 temporada acabou com tudo. 'ain, feminismo pra cá; luta de classes; pipipi, popopo'. Po, cara.. Eu quero ver humor. Quero dar risada. Eu não quero porcaria ideológica de nada. Nem do que eu apoio. Poxa, vei.

Admiro quem viu até o final. Não consegui. Muito indigesto.
Recomendo até a 3ª temp. Depois, esqueça.