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"Viver e morrer em Los Angeles" é um filme de 1985 de William Friedkin, o mesmo diretor de "Operação França" e "O exorcista".
Richard Chance (William Petersen) é um agente dos serviços secretos de Los Angeles. Quando durante uma operação contra uma gangue de falsificadores o parceiro dele é assassinado, Chance decide de continuar a investigação por conta própria e sem seguir as regras para chegar no Rick Masters (Willem Dafoe), o chefão, e poder vingar o parceiro.
Filme que, assistido hoje, mostra a sua idade e nos aparece obsoleto com seus cortes de imagem, música e figurino típicos dos anos 80. Apesar disso, "Viver e morrer em L.A." é um ótimo exemplo de gênero policial, com uma trama sólida, boa atuação dos atores, ritmo narrativo que não deixa o espectador se perder ou ficar entediado, ótima fotografia e, entre as outras coisas, uma das melhores cenas de perseguição de carro da história do cinema.
Merece ser mais conhecido.
Richard Chance (William Petersen) é um agente dos serviços secretos de Los Angeles. Quando durante uma operação contra uma gangue de falsificadores o parceiro dele é assassinado, Chance decide de continuar a investigação por conta própria e sem seguir as regras para chegar no Rick Masters (Willem Dafoe), o chefão, e poder vingar o parceiro.
Filme que, assistido hoje, mostra a sua idade e nos aparece obsoleto com seus cortes de imagem, música e figurino típicos dos anos 80. Apesar disso, "Viver e morrer em L.A." é um ótimo exemplo de gênero policial, com uma trama sólida, boa atuação dos atores, ritmo narrativo que não deixa o espectador se perder ou ficar entediado, ótima fotografia e, entre as outras coisas, uma das melhores cenas de perseguição de carro da história do cinema.
Merece ser mais conhecido.