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Terapia do Sexo
Terapia do Sexo
1,5
Enviada em 7 de março de 2020
Como mulher, não achei o filme engraçado.
Principalmente em cenas urbanas, spoiler: em que um dos personagens (Neil) evita o transporte público por conta do impulso "incontrolável" por assediar mulheres. O close nas roupas e partes do corpo femininas expostas me remete a ideia de que, se estivessem cobertas, o homem não estaria olhando. Entendo que o vício é uma doença, mas assediar mulheres em público, pra mim, é um distúrbio mental, que deveria ser tratado com psicanalistas ou psiquiatras (e não somente um grupo de apoio). Ao terminar o filme, fiquei com a ideia de "coitado, ele filma e toca mulheres em locais públicos porque é doente. Se usássemos burcas, seria mais fácil pra ele". Lembrando que, a personagem Dede (Pink) também é uma viciada e nem por isso assedia ou abusa de homens desconhecidos.

Achei o filme pesado (há filmes pesados que nos ensinam muito, mas não neste caso) e cansativo.