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E assim, portanto, a cadeia alimentar passa a dividir-se em duas novas espécies... os que apreciaram A ÁRVORE DA VIDA como uma das mais lindas obras de arte já produzidas pelo cinema e aqueles que apenas acham que perderam seu tempo, tentando digerir algo GRANDIOSO DEMAIS, além de suas capacidades cognitivas!
Assim como uma pintura abstrata pode ser linda demais sem ter significado algum, e sim, apenas por nos tocar profundamente na alma, ...
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No decorrer do filme, quando as duas bailarinas estão numa boate e um dos "carinhas" que estão com elas diz que balé era uma coisa chata, Lilly (Mila Kunis) diz que aquilo não era para qualquer um...
Lamento que alguns apenas ficaram na "superfície" de tal obra e a julgaram simples, banal, tediosa... Acho que Lilly estava certa!
Quanto a mim, apenas replico a frase final de Nina (Natalie Portman): "Eu senti a perfeição... FOI PERFEITO"!!!!!!
Lamento que alguns apenas ficaram na "superfície" de tal obra e a julgaram simples, banal, tediosa... Acho que Lilly estava certa!
Quanto a mim, apenas replico a frase final de Nina (Natalie Portman): "Eu senti a perfeição... FOI PERFEITO"!!!!!!
Quando esperava-se por um clichê do tipo "o assassino foi simplesmente descoberto", ou "o assassino era quem você menos esperava", tipo plot-twist, tão em moda nos dias de hoje, a catarse que muitos aguardavam não aconteceu... ou será que aconteceu? Um filme para ser bom não precisa ser surpreendente no mais puro sentido da palavra... tem que MEXER COM A GENTE! E essa obra mexe, DEMAIS, nos deixando com um gosto amargo pela frustração ...
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Uma ótima forma de perder seu tempo numa tarde de domingo... O filme tem um começo, mais pro meio ainda parece que está no começo, e no final parece que sequer começou!
Um filme sobre arrependimento, tristeza, amargura, falsa felicidade, etc., etc. etc., por parte da personagem interpretada por Amy Adams... e um filme sobre VINGANÇA, por parte do personagem interpretado por Jake Gillenhaal. Atuações espetaculares dos principais protagonistas (os dois já citados e mais os incríveis Michael Shannon e Aaron Taylor-Johnson, talvez no melhor desempenho de sua carreira)! Uma obra de arte! Não tenho muito o que ...
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Simplesmente MARAVILHOSO, ÉPICO, COLOSSAL!!! Efeitos especiais de primeiríssima qualidade, trilha sonora de perder o fôlego (em releituras incríveis dos clássicos japoneses por Bear McCreary), roteiro simples mas eficaz. Se o núcleo humano dessa vez, ao contrário de 2014, não teve tanta importância assim, isso foi até que BOM, pois caso tivesse uma trama maior entre os humanos isso poderia ofuscar para alguns a experiência fantástica ...
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