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É sempre aquele desafio filmar uma sequência, pela perda do elemento surpresa. No caso de Borat, mais ainda, porque seu elemento surpresa, que chocou e foi sucesso mundial, é a fórmula, independentemente de mudar a história. Ou seja, filmar americanos em situações reais, constrangendo-os a expor seus preconceitos, dando tudo num resultando hilário. É um desafio, mas Sacha conseguiu novamente um ótimo filme. O primeiro tem uma quantidade maior de situações arquitetadas e muito engraçadas ( onde os cidadãos comuns caem como patinhos na intenção da cena) mas, para compensar, nesse a ousadia aumenta, principalmente por conseguir colocar o advogado número um de Trump num vexame mundial, por seu próprio comportamento. Também seria inacreditável o que acontece na cena da Convenção Republicana se não tivéssemos plagiado aqui no Brasil o comportamento idêntico.