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É ruim. Não precisa ser crítico de cinema para se dar conta que o filme foi lançado para surfar na onda da extinta lava jato.
Desisti do filme assim que a criança morreu. Apelativo!
Se a cachoeora era segura, bastava morar ao lado dela. Não?
Se a cachoeora era segura, bastava morar ao lado dela. Não?
Surpreendente e real!
Por vezes, o filme trás reflexões e inflexões na história da própria personagem, Juliana, que se aprisionou num relacionamento com marcas e traumas internos. Além da visceralidade exposta sobre a realidade do trabalhador comum, o filme não trás grandes expectativas quanto o seu final devido aos sentimentos pessoais e frustrações típicas de nosso dia a dia.
Por vezes, o filme trás reflexões e inflexões na história da própria personagem, Juliana, que se aprisionou num relacionamento com marcas e traumas internos. Além da visceralidade exposta sobre a realidade do trabalhador comum, o filme não trás grandes expectativas quanto o seu final devido aos sentimentos pessoais e frustrações típicas de nosso dia a dia.
Excessivamente dramático e desconfortável, o filme peca de maneira continuada pelo uso constante do suspense e a falta de ligação entre os personagens. Na verdade, antes do tsunami, cheguei a ler o pensamento da personagem pensando numa maneira mais apropriada para pedir o divórcio. A paleta de cores dos personagens é tão branca que me senti na necessidade de pesquisar a história real.
É o elo perdido.
É o elo perdido.
Filme feito para um público doente que trama a morte dos colegas de classe. Não é só de mau gosto como também um amontoado de atuações fracas e mortes exageradas! A história é sobre um otário fantasiado de palhaço imortal que tem o objetivo matar por matar. Só isso! É o Rambo do inferno.