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Malick fala de amor, o amor que é responsável por nos aproximar de alguém, de compartilhar nossas vidas e unificarmos nossos corações. A sensação mais pura do humano, a mesma que nos faz incondicionalmente felizes, é a mesma que pode nos transformar. Ou melhor, é a falta do amor que nos corrompe, transforma o mais vívido humano em um ser diferente, um ser sem vida.
Muito bacana algumas coisas do filme, em especial algumas das sequências onde as diferentes manifestações de amor são propostas. Mas parece-me que o Malick se encontra em estado reiteração de 2 obras que ele já havia feito: The Thin Red Line e The Tree of Life, em especial o segundo exemplo. Primeiramente a estrutura que se permite à algumas liberdades para trabalhar arcos separados - O Padre e da Mulher(McAdams) - E as concepções visuais de Tree of Life.
Malick parece reunir muito desses dois filmes, muito da forma deles em um conteúdo de certa forma mais focado no amor. Por vezes essa união até funciona, o problema é quando em determinado instante de sua obra ele parece perder-se nessa estrutura desfocada, começa que muito daquilo se configura como repetitivo, uma repetição que se estende pelo resto da obra e consequentemente perde em seus arcos dramáticos.
O próprio Ben Affleck representa um personagem muito incapaz de representar aquilo que Malick quer, as variações de amor entre os arcos - Seja o amor carnal ou divino - vão se diluindo, e consequentemente à técnica - Pela primeira vez em seus filmes até aqui - chega ao exibicionismo, onde o que resta são boas imagens para wallpapers.
Malick fala de amor, o amor que é responsável por nos aproximar de alguém, de compartilhar nossas vidas e unificarmos nossos corações. A sensação mais pura do humano, a mesma que nos faz incondicionalmente felizes, é a mesma que pode nos transformar. Ou melhor, é a falta do amor que nos corrompe, transforma o mais vívido humano em um ser diferente, um ser sem vida.
Muito bacana algumas coisas do filme, em especial algumas das sequências onde as diferentes manifestações de amor são propostas. Mas parece-me que o Malick se encontra em estado reiteração de 2 obras que ele já havia feito: The Thin Red Line e The Tree of Life, em especial o segundo exemplo. Primeiramente a estrutura que se permite à algumas liberdades para trabalhar arcos separados - O Padre e da Mulher(McAdams) - E as concepções visuais de Tree of Life.
Malick parece reunir muito desses dois filmes, muito da forma deles em um conteúdo de certa forma mais focado no amor. Por vezes essa união até funciona, o problema é quando em determinado instante de sua obra ele parece perder-se nessa estrutura desfocada, começa que muito daquilo se configura como repetitivo, uma repetição que se estende pelo resto da obra e consequentemente perde em seus arcos dramáticos.
O próprio Ben Affleck representa um personagem muito incapaz de representar aquilo que Malick quer, as variações de amor entre os arcos - Seja o amor carnal ou divino - vão se diluindo, e consequentemente à técnica - Pela primeira vez em seus filmes até aqui - chega ao exibicionismo, onde o que resta são boas imagens para wallpapers.