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Uma despedida sempre ao estilo e com classe do grande Indi Jones. O tempo sempre prega uma peça no espectador, no cinéfilo e 2023 foi o ano escolhido para a despedida. Falar mal do filme não tem como falar, o estilo de fazer filme de ação do Indiana Jones é um padrão do cinema, e aqui mais uma historia bela, e com a nova geração de atores. Uma obra que trouxe alguns rostos diferentes para o filme como a afilhada do Jones (Helena Shaw), que substituiu a lacuna na linha história com o filho do Jones (Shia LaBelouf) que não retornou ao filme, uma pena. O filme tem seu brilho por ser diferente e pela segunda vez não se calçar no casal Jones e Marion (O outro havia sido o A ultima cruzada). E os bons atores, bem, conheci nesse filme outro lado do Mads Mikkensen acho que depois do Harrison Ford foi o grande ator do filme, fez uma interpretação polida e limpa no papel do personagem que tinha nas mãos, seu jeito de interpretar vilões sempre dá brilho . Ford não pode parece fazer cenas de muita interação e perseguição e ficou o trabalho para a Phoebe Waller-Bridge dar conta. A história do filme é bacana, a escolha do artefato é uma surpresa e bacana. Elogios principalmente as cenas de fechamento do filme que criou um ar de será que acontece, principalmente depois de todos os eventos anteriores, e a batalha no trem que foi muito boa (mesmo que sendo com um pseudo Harrison Ford, entendedores entenderão). E por trazer pela segunda vez um personagem infantil (o menino marroquino), coisa que tinha de ter seguido por todos os filmes seguintes, mas trouxe apenas nesse e no Templo da perdição. Bom descanso para o chicote Harrison Ford, ops Indiana Jones.