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Ruim com força. Seria o suficiente para descrever o filme, mas como tem a quatia minima de caracteres, opa já deu.
Quando escrevi sobre Midsommar, refleti sobre o excesso de simbolismo que Ari Aster quis colocar no filme e como isso pode comprometer a assimilação do espectador com o que o diretor quer dizer. Aqui é ao contrário. Achei que faltou sutileza na hora de construir o personagem de Joaquim Phoenix (muito bem como sempre) e suas opiniões/posicionamentos, que em 2025 já se tornou lugar comum as denúncias que ele faz de tipos como Xerife Joe, ...
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Um filme de comédia que não tem graça, um Jack Black que não tem graça, uma anaconda que não tem graça e um Selton Mello que não sei porque aceitou fazer esse filme ruim.
Eu geralmente não sou fã do quarto filme de uma trilogia. Principalmente de uma boa trilogia como foi Planeta dos Macacos. Mas a ideia de imaginar aquele novo mundo deixado pelo Caesar, é quase impossível de não executar. Esse é o lado bom de ver um filme com a expectativa baixa: o desgosto é mais palatável.
Aqui não teve desgosto. O arrojo técnico do filme continua impecável. Mas o gosto insosso veio da falta de profundidade e ...
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Jay Kelly é um filme arrojado, elegante e bem intencionado. Mas a temática não é nova, não surpreende e toda a pompa que o filme entrega não justifica a falta de profundidade e razão de ser.
Não gosto de filmes que parecem episódios de série: sem desenvolver personagem, trama superficial, piadinhas sem graça, facilitações narrativas, atuações afetadas... neste filme, tudo isso tem de sobra. Ainda colocam o anão do GOT andando na neve... quase que um dejá-vu.
Me lembrou de dois filmes:
1917, por explorar os momentos da guerra de forma imersiva e quase em tempo real, o que intensifica os momentos de tensão e dor.
O outro é Dunkirk, por colocar os acontecimentos da guerra acima de uma história a ser contada.
A intenção aqui é recriar uma operação real e evidenciar o quanto as vidas que são perdidas em nome de guerras não valem nada. Seja do lado que ataca, ou que é atacado.
É muito bem ...
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O filme propõe tirar as máscaras e reconhecer o quanto alguns valore$ importam dentro de um casamento. Através da personagem principal, ele estabelece que casamento é um acordo comercial, uma forma de vestimento. Tomada dessa ideia, em seu trabalho ela sistematiza ainda mais o romance, facilitando encontro entre pessoas que mais correspondem interesses e afinidades em "check boxes" e porcentagens.
Mas quando ela encontra o seu date de ...
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O estilo efusivo do diretor - o qual sempre adorei, contrariando alguns cinéfilos - combina muito bem com o que se pretende ser a história de um dos maiores artistas que já existiram. Há outras escolhas acertadas, como explorar as raízes de onde veio sua música e na relação abusiva de seu agente.
Há ainda a grande atuação de Austin Butler, que encarna o personagem com a entrega que ele exigia para o filme ser um sucesso.
O que não ...
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Endgame é uma obra com a missão de atender a expectativa do mundo inteiro. Talvez seja o blockbuster mais aguardado da história, pois os recordes em bilheteria corroboram o hype. E o filme cumpre seu papel de playground sendo uma apoteose de tudo o que o cinema escapista representa positivamente: espetáculo visual através da fotografia e dos CGI de extrema qualidade, humor sútil e eficaz, cenas de ação empolgantes tecnicamente perfeitas e ...
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Os canceladores de chinelo e os que acham que a Nike vai implantar o comunismo no Brasil estão aqui também? kkkkk
Nunca terão cabeça para captar um filme de PTA, nem aquele do Adam Sandler kkkk
Nunca terão cabeça para captar um filme de PTA, nem aquele do Adam Sandler kkkk
O que esses produtores têm na cabeça?
O clássico do Spielberg já me traz um certo incômodo pelo excesso de lirismo em uma história tão pesada, mas ainda assim é um baita filme,
Aqui, ao invés do lirismo, temos momento de extrema tensão como conversas sobre estupro e violência sendo entrecortadas por números musicais super energéticos. Totalmente fora de tom.
Só dou essa nota porque os números musicais são bem feitos. De resto, uma ...
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Apesar de notar um certo desleixo com algumas cenas e diálogos, Cry Macho é uma delícia acompanhar. V
Não bastasse a surpresa e o deleite de ver o Aronofsky dirigindo um filme de ação, ele ainda nos presenteia com ecos do seu cinema brutal e paradoxamente belo nas câmeras. Mas o Aronofsky dos anos 2000 sentiria vergonha por ter sido tão gentil com o protagonista e seu gatinho. Brincadeiras à parte, filme muito bom, bem ambientado e bem atuado. Tem um deslize de roteiro aqui e ali, mas comprando a história você se diverte muito.
Uma franquia que só foi ladeiro abaixo, o que faz parecer que o acerto do primeiro filme foi por acaso. O segundo perde um pouco a noção. Esse terceiro é tão ruim que este comentário é sobre ele e simplesmente não tem nada pra falar. Chaaaato.
A história é muito boa, então seguindo seu core já saíria um resultado bom. Mas mesmo assim, falha em dar personalidade para a morte e profundidade para os personagens, principalmente o Rudy. Então, o clímax não impacta quanto no livro. Ótima produção, é satisfatório revisitar a história, mas o gosto no final é de que faltou o recheio.
Talvez o último filme de Allen? Talvez... eu assisti e adorei. O estilo dele impregna mesmo em outras línguas, terras, pessoas...
A personagem da Eunice merecia uma catarse maior do que a cena do cachorro. Se tivesse, teria ganhado o Oscar de Filme Principal, Melhor Atriz, Direção e minhas cinco estrelas.
É um filme médio. Tem uma excelente fotografia e design de produção e boas atuações... mas o enredo é previsível e pouco assustador para mim.
Nosferatu é um remake que faz sentido.
O original de 22 é um clássico, mas inegavelmente datado. E embora o Drácula de Coppola seja um espetáculo visual, ele romantiza o vampiro a ponto de esquecermos a criatura que realmente nos assombra.
Eggers sabe como ninguém criar atmosferas que prendem o espectador. Cada detalhe da direção de arte traz a construção de época que é tão imersiva quanto sufocante. Somos transportados para uma ...
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Zona de Interesse é sutilmente perturbador. Ele traz a vilania crua do ser humano: pessoas, como eu e você, cometendo o crime mais hediondo da história, rotineiramente, como um trabalho qualquer.
É simplesmente agonizante a naturalidade como as pessoas lidam com essa realidade de forma tão banal.
Mas a principal mensagem que o filme me traz é:
Se a ideologia, o senso de propósito, é capaz de tornarem pessoas tão indiferentes a uma ...
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A cena da fumaça saindo da boca da possuída e a freira fazendo dela um kamehameha para a lareira foi uma das coisas mais engraçadas que vi ultimamente no cinema.
- Acabou?
- Não. É só um começo.
- Acabou?
- Não. É só um começo.
Sean Baker tem essa coisa de explorar os marginalizados sexuais. Prostitutas, travestis e atores pornôs são figuras carimbadas em seus roteiros. Mas sempre com aquele toque humanizado que só ele sabe dar.
Anora não é diferente. Essa personagem sensacional - muito se deve a incrível atuação - nos faz vibrar torcendo por ela e também nos identificamos com ela estando do "lado mais fraco da corda que arrebenta". Por ser um filme sobre jogo ...
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Jovem talentoso diretor em ascensão. Elenco de estrelas. Plot de uma era interessantissima de Hollywood. Design de produçāo exuberante. Trilha Sonora excitante. O que poderia dar errado?
Parece um misterio, mas é facil compreender que o que sabota a tentativa de Chazelle entregar o seu "colosso" é o roteiro que brilha em Momentos isolados, mas falha em costurar as historias e nos fazer importar com os personagens principais.
De um ...
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Já li muita critíca negativa sobre o movimento "novo horror", que quebra muitas convenções do genêro.
Robert Eggers é um dos diretores dessa safra, e em seu segundo longa, substitui os Jump Scares e a violência gráfico-sanguinolenta por uma analogia ao enlouquecimento, entrando intimamente em uma mente perturbada, evocando conceitos da psicanálise, fazendo alusões às mitologia gregas e nórdica, questionando o papel do homem perante o ...
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Deboche, jazz, cinema, sarcasmo, autodepreciacao, traicao e sugar daddies. Os ingredients basicos dos filmes do Woody Allen estao aqui, dessa vez com homenagens satiricas ao cinema e ao festival de Veneza.
Nao é dos seus melhores trabalhos, mas pra mim é sempre prazeroso ver esse diretor, principalmente Pelas atuacoes, fotografia e roteiro, que passa Ano apos Ano e a lingua do véio continua afiada.
Nao é dos seus melhores trabalhos, mas pra mim é sempre prazeroso ver esse diretor, principalmente Pelas atuacoes, fotografia e roteiro, que passa Ano apos Ano e a lingua do véio continua afiada.
Faltou paixao, magia, talento, brilho, habilidade para sequer chegar perto de La La Land, filmed qual Este claramente SE inspirou.
O toque suave do lápis no traçado, a pintura bela e fantástica, a mensagem a ser passada e a trilha sonora encantadora fazer desse filme mais uma obra sensível e emocionante, além de mostrar uma criatividade imensa em dar novas funções em tamanho plus para objetos comuns do nosso dia-a-dia.
Apesar de se perder em tramas mal desenvolvidas e sem relevância para a história, o filme me manteve instigado a cada revelação feita. As atuações também são pontos positivos para o filme. Nada de mais, mas nada de desprezível.
Há muito tempo escrevi que 'Django' era um filme de referência estética, uma tendência para futuros filmes que queiram inverter o tradicionalismo do gênero Western colocando negros como personagens principais/heróis e mesclando o hip hop para trazer todo o estilo que um cowboy precisa ter.
Anos depois temos esse filme que segue muito bem a estética, traz uma história de vingança instigante, mas está longe de ser tão bem escrito quanto ...
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Branagh faz o seu 'Roma', porém mais leve e engraçado. A ambientação de época casada com a fotografia inteligente e o figurino são tão imersivos que faz parecer que o diretor está nos contando pessoalmente sobre uma época muito importante na sua infância. Bela homenagem para os seus e bem sucedida tentativa de trazer sensibilidade e originalidade para um roteiro.
Muita cantoria pouco interessante, me fez desistir de assistir no fim do 3º número músical seguido. --------------------------------------------------
House of Gucci tinha tudo para ser um baita filme, mas escolhas erradas de roteiro e montagem faz com que toda a pompa de Oscar, com excelência de produção e nomes de peso com atuações fabulosas, se tornem o "ápice da mediocridade" como diz Aldo Gucci em certo momento do filme.
Basicamente, o diretor opta por desenvolver os personagens e contextualizar a história por longas 2 horas, deixando para a meia hora final o mote do filme: o ...
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A habilidade de um diretor e o brilhantismo de um roteiro muitas vezes se nota no sucesso da mensagem que ele quer passar. Em Power of the Dogs, Jane Campion trata de uma enxurrada de assuntos complexos, como o machismo tóxico, homossexualidade reprimida, máscaras da sociedade, alcoolismo, entre outros temas, de uma forma que tudo esteja nas entrelinhas.
Isso porque em nenhum momento em seus diálogos há qualquer menção a esses assuntos. É ...
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Sou fã do Edgar Wright desde Baby Driver. Fiquei fascinado com a edição desse filme e com o senso estético. Me deixou um gostinho de quero mais, mesmo com o roteiro impreciso e raso. Quando Last NIght in Soho foi anunciado, fiquei entusiasmado e curioso para o que poderia vir... confesso que criei algumas expectativas que não foram atendidas. Imaginei o estilo único do diretor com uma história mais impactante e relevante, pois pra mim ...
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Tão ruim quanto Star Wars, Star Trek, etc... Assisti porque é Lynch, mas não tem representação nenhuma do diretor aqui,