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Com toda sinceridade do mundo, achei elegante e verborrágica toda resenha disponível na internet sobre esse filme, mas assisti Skinamarink com mais 4 amigos: um dormiu antes da metade, um ficou no celular vendo rede social antes mesmo de chegar na metade, um foi pra cozinha umas 4 vezes durante todo o filme (preparar lanche, ir no banheiro, ou fugir daquilo mesmo), e o último sentiu o mesmo que eu: muito experimentalismo que simplesmente não ...
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No final a gente percebe que não tem pé nem cabeça tudo aquilo, mas não vou de embalo nas outras críticas não... o elenco não é ruim, as atitudes do grupo de amigos não são esdrúxulas como em todo slasher com jovens irresponsáveis, as mortes são bem feitinhas para um orçamento tão baixo, e o principal diferencial pra mim nessa bomba (não sei o porquê disso acontecer): eu imergi na trama. Tive empatia por eles, fiquei apreensivo, ...
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Apesar dos excessos de clichês sexistas e piadas pouco inspiradas depreciando a 3a idade, o filme me comoveu em várias passagens.
Achei apenas mal conduzido. Poderia haver uma tensão maior na hora do plot twist, do personagem principal descobrindo quem é (ou seria quem não é), e também jogaram um balde de água fria na revelação da doutora. Não achei ruim, achei decepcionante. Um episódio fraco de black mirror, na minha opinião.
Que bosta. Amo Lucélia, gostei de ver matheus livrar se do fantasma do auto da compadecida. Mas o filme é um saco, com linguagem teatral metafórica cheia de maniqueísmos e dialogos histriônicos. Que perda de tempo. Plot twist? Final chocante? Ah, esse povo veio novela global demais, tudo previsível e revelado da forma mais insípida possível. Lucélia, apaga direito seu passado essa chatice pretensiosa com cara de cult.
Achei logo de inicio preguiçoso e sonolento. Mas a medida que se desenrola, entendemos que ninguém ali está confortável no seu papel familiar. Cheguei a me distrair durante o meio do filme, aguardando algo chiclete acontecer, mesmo que não fosse explícito na tela. Mas é nos 20 últimos minutos, que tudo que esperávamos acontece. Previsível? Sim, muito. E achei isso ótimo, pois se a diretora buscasse sair do lugar comum, iria aborrecer ...
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