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O divórcio significa o fim de um relacionamento para um casal, relação esta que começou com uma admiração e com o tempo se tornou uma paixão, e correspondida, o amor toma conta do coração! Bons momentos são o que enriquece os sentimentos e dispostos a mudar, o casal resolve se casar! Alegria em uma nova etapa da vida, inúmeros planos para o futuro é o novo foco destes dois mundos que acabaram de se tornar um. Anunciada a gravidez, um novo amor floresce mais uma vez. E pelo filho viver, que já não é mais a mesma coisa com o parceiro conviver, e a vontade entre um homem e mulher, é deixada de lado para atender ao que o filho quer. Se o desejo não prevalecer, a vida profissional a crescer, cedo ou tarde, o rompimento irá acontecer e para o filhos é o fim de uma família. Então, anunciar tal rompimento não deve ser nada fácil, pois uma rotina será quebrada, sentimentos feridos, vida alterada, possíveis rumos perdidos. Neste assunto sério é que o diretor Martin Bourboulon e o roteirista Matthieu Delaporte resolvem fazer uma comédia divertida, mas um pouco exagerada. O casal protagonista está perfeito, a empatia com os dois é plena, a sintonia é magnifica, um pai e uma mãe que são destaques em sua profissão e possuem uma maneira leve de levar a vida, o que influencia na criação do filhos, que são para lá de mimados pela ausência de ambos. Com certeza risadas irão sair de sua pessoa, mas creio eu que certos momentos a de concordar comigo que são forçados além da conta, inteligentes pelo contexto, mas que não existem (acho eu, vai saber.....). Tanta discussão para no final, a escolhida solução poderia ter sido tomada antes de toda a destruição. Legal também é a mensagem sobre os motivos que levaram você a querer tal pessoa e com o tempo você os esqueceu, mas eles estão ali, apenas esperando para você dar atenção novamente...