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Bem, se é mesmo verdade que ela estava de malas prontas para abandonar o príncipe - e aí resolve não entregar os pontos - e se reinventa no papel de princesa - então aí se tem uma bela história de superação. Da mesma maneira naquele baile: se ela sozinha apagou o estopim - quando o Principado ia ser tratorizado pela França - e se de fato aquele foi mesmo o seu discurso (para fazer o filme acabar magnificamente) - por que então não curtir este filme e mesmo se emocionar com ele? De onde vem toda essa gritaria dos críticos de cinema? O desprezo ideológico que eles tem por esse tipo de aristocracia contamina tudo.