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Em 2008, Busca Implacável, um Thriller de ação que primava pela simplicidade e por uma exímia execução, acabou se tornando um dos melhores filmes de ação de sua década. A partir do segundo filme a franquia já mostrava sinais de desgaste. Dirigido por Olivier Megaton com roteiro e produção de Besson, o filme não conseguiu renovar suas ideias e ficou estagnado. O mesmo vale para este terceiro, aonde a proposta chega ainda mais desgastada. Falta ao filme uma narrativa mais inventiva que desbanque minimamente o que já foi mostrado em produções semelhantes. Busca Implacável 3, falha em ambos os vértices. Não subverte a ação do filme original, e nem mesmo captura sua essência, transformando o filme em uma decepção. A péssima mão do diretor nas sequências de ação (quesito no qual o filme não poderia falhar) influencia demais na produção como um todo. Megaton parece sofrer de uma crise de epilepsia, tamanha a quantidade de sacudidas na câmera.
Com exceção de algumas sequências de luta, todas as outras de ação do filme são horríveis, em que nada é totalmente visível. Uma sequência de perseguição automobilística no início do longa, por exemplo, é medíocre e forçada ao extremo. O roteiro mais uma vez à cargo dos especialistas do gênero Luc Besson e Robert Mark Kamen, elabora bem o arco narrativo do personagem central e sua família. Ainda assim, o ritmo do filme sucumbe à direção canhestra de Megaton. Além disso, sem conseguir manter o tom despretensioso do seu início, Busca Implacável deixou à mostra sua pobreza técnica e a falta de ritmo de seu roteiro. Não há ainda previsão para um quarto filme – apesar do desejo de Liam Neeson – mas esperamos que o ator siga se desafiando como o astro de ação mais querido desses tempos (desculpe Borne!). Resumindo, Busca Implacável 3 até funciona. Principalmente com os fãs de Neeson e da franquia, como este que vos escreve. Mas como exercício de ação, infelizmente não sai do pool dos filmes comuns.
Com exceção de algumas sequências de luta, todas as outras de ação do filme são horríveis, em que nada é totalmente visível. Uma sequência de perseguição automobilística no início do longa, por exemplo, é medíocre e forçada ao extremo. O roteiro mais uma vez à cargo dos especialistas do gênero Luc Besson e Robert Mark Kamen, elabora bem o arco narrativo do personagem central e sua família. Ainda assim, o ritmo do filme sucumbe à direção canhestra de Megaton. Além disso, sem conseguir manter o tom despretensioso do seu início, Busca Implacável deixou à mostra sua pobreza técnica e a falta de ritmo de seu roteiro. Não há ainda previsão para um quarto filme – apesar do desejo de Liam Neeson – mas esperamos que o ator siga se desafiando como o astro de ação mais querido desses tempos (desculpe Borne!). Resumindo, Busca Implacável 3 até funciona. Principalmente com os fãs de Neeson e da franquia, como este que vos escreve. Mas como exercício de ação, infelizmente não sai do pool dos filmes comuns.