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Queria rever a boa tela do Imax, e a opção disponível era Pixels. A qualidade da imagem 3D e o som estão lá, indiscutíveis. A história? Bom, não é lá essas coisas, mas tudo bem, faz parte da proposta de ser uma Sessão da Tarde para a galera com mais de 40 anos, como eu. Este é o público que de fato viveu a época dos fliperamas (os Arcades, como o filme enfatiza). Pac Man, Centipede, Asteroids, Donkey Kong... máquinas devoradoras de ...
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Boyhood. Uma corajosa forma de filmar. Durante 12 anos, o diretor e a equipe acompanharam o crescimento de um garoto (dos 6 aos 18 anos). E o elenco manteve-se ligado ao projeto durante todo este tempo. O roteiro foi moldado à vida real do protagonista, através de muitas conversas com o diretor. Um filme diferente, sem a pressão de ter um grand finale. Apenas a vida ordinária e real. Vale a pena ver? Sim
A Argentina ganha de lavada do Brasil, quando o assunto é cinema. Aqui é mais do que 7x1. Tudo excelente: atores, roteiros (são seis histórias de muita criatividade), edição, direção... O indefectível Ricardo Darín está lá, mas o elenco é tão bom que você não vai se lembrar apenas dele. Vale a pena ver? Ô se vale!
Filme delicioso de ver. A vida imitando a arte, ou vice-versa. Michael Keaton é aquele ator do qual não se espera muito, mas quer mostrar serviço (e mostra). O tema do filme é exatamente esse, e muito bem dirigido, com uma delicadeza incrível na edição, em contraste com os diálogos afiados e cortantes. Vale a pena ver? sim!
Vi em 4D, com direito a poltrona chacoalhando, vento na orelha e jato de água na cara! Legal né? Só que não. Filme lamentável. Mila Kunis, a constrangida atriz principal, parece dizer: "Deus, por quê estou nesta porcaria de filme, com estes diálogos horrorosos?" O ator que faz o vilão principal está péssimo. Ironicamente, é o que interpreta (muitíssimo bem) Stephen Hawking em "A Teoria de Tudo". Vale a pena ver? Desculpe, a pergunta ...
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Apesar de falar de Stephen Hawking (muitíssimo bem interpretado por Eddie Redmayne), o foco é a vida pessoal do gênio, especialmente a vida amorosa. O que é uma incrível e positiva surpresa. Não é piegas (só um pouco, mas tá perdoado). Vale a pena ver? Sim.
História incrível, e muito bem contada. Ator principal excelente, à altura da exigência do complexo papel. E Keira Knightley é sempre um brilho e frescor na tela. Uma beleza que não é colocada apenas pra salvar roteiro ruim. Vale a pena ver? Sim!
Para um roteiro morno e sem criatividade, a salvação é escolher um elenco belíssimo, pra distrair. Os americanos tem um arsenal de beleza nos seus castings. Mesmo assim, não salva. Só se salva a atriz principal (Juliane Moore), sempre mandando bem. Vale a pena ver? Talvez... não é de todo ruim.
Delícia de filme. Historinha boa e divertida de acompanhar, edição criativa e ágil, com elenco estelar, atuando em altíssimo nível. Diria que atuando pelo prazer de atuar. Sorte nossa. Vale a pena ver? Sim, muito!
Excelente documentário, definitivamente vale a pena ver. O filme evita polêmicas que sempre rondam a obra do fotógrafo, mas isto não torna o filme menos interessante. O tom é de homenagem, e no caso, merecida. Indicado principalmente a fotógrafos que se acham grande coisa, para se ver como se constrói uma sólida carreira de fotografia.
Jennifer Aniston protagoniza este interessante drama. Ela é boa atriz. Mas não é ótima, como deveria ser pra carregar uma protagonista densa e intensa. Vale a pena ver? até que sim, mas com a ressalva de que Jennifer produziu o filme. Ou seja, em vez de escolher uma atriz melhor, elencou ela mesma. Parece a velha tentativa de atores americanos de comédia, que em algum momento querem ser levados a sério.
Não dê atenção a críticas que falam mal da simplicidade do filme. É uma leitura rasa. A simplicidade é um trunfo, um frescor do filme. Tem um lado cômico, um pouco de drama, conflitos adolescentes... ingredientes comuns, mas o tempero francês faz a diferença. Aqui temos um elenco poderoso, conduzindo a trama com habilidade e leveza. O ponto de partida já dá o tom da comédia: garota se arrisca a ser cantora, mas toda sua família é de surdos-mudos.
Os meus amigos sabem que amo cinema, e gosto de compartilhar minha opinião, na esperança de que seja útil. Dificilmente rasgo elogios, mas chegou a hora. "O Conto da Princesa Kaguya" é um filme *espetacular!*. De verdade.
Sou fã dos trabalhos do Estudio Ghibli (e isto torna minha crítica um pouco suspeita), mas este filme tem a ousadia de ser diferente, ao usar um traço minimalista, aquarelas delicadíssimas, enfim, um corajoso resgate da ...
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Revi em blu-ray, e continua muito interessante. O roteiro é excelente, a direção precisa, não tem nada sobrando ou faltando. Elenco excelente, com o excelente e expansivo Omar Sy, em sintonia com a sutileza de François Cluzet. O filme é uma comédia com toques de drama, uma história sobre aceitação e amizade entre um negro pobre (e ex-presidiário) e um branco rico (e tetraplégico). Teria tudo para ser piegas, e de vez em quando é. ...
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Criou-se uma expectativa, talvez injusta, em função do sucesso anterior "Os Intocáveis", com os mesmos diretores e o mesmo ator principal, Omar Sy. Ele de novo brilha em cena, e neste caso, por si justifica ver o filme. Charlotte Gainsbourg, seu par romântico, esbanja charme e talento. Tem ótimos coadjuvantes. A trilha sonora é deliciosa. Enfim, vale a pena ver esta singela comédia romântica com toques de drama.
A história: imigrante ...
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Tem tudo para ser um filme ótimo: um ator muito charmoso (François Cluzet), um atriz deslumbrante nos seus 48 anos (Sophie Marceau), sendo ambos talentosos também. Ótima fotografia, locações... só faltou um bom roteiro. Vale a pena ver? Até que sim, pelo charme da obra, mas não pela história. Curiosamente, tem apenas 82 minutos. Poderia desenvolver melhor o roteiro, mas acaba em um beco sem saída.
A história: advogado casado e ...
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Filme: O Que as Mulheres Querem. O cinema francês se rende ao americano, em um mau sentido.
Este filme francês pretende contar a história de 11 mulheres. Só aí se deduz que será um filme superficial. Mas tudo bem, já que basicamente é uma comédia. E sim, tem bons momentos, e na média, é mais interessante que as comedinhas americanas do mesmo estilo. Tem atrizes melhores, com diálogos melhores, mais adultos.
Mas aí começam as ...
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