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2016 foi um ano de muitas expectativas com os lançamentos no cinema. Confesso que dentre os filmes esperados, "Mais forte que o mundo" não me gerava muita expectativa. E acabou por ser o que mais me surpreendeu positivamente. Um
filme brazuka de encher os olhos, mesmo para quem não curte tanto o MMA. José Aldo é uma figura admirável, um lutador do octógono e da vida, merecedor da homenagem. O diretor soube utilizar bem o material que tinha em mãos, mesclando fatos marcantes da vida de Aldo com elementos cinematográficos bem dosados, que não tentam mistificar o personagem central, mas apenas contar uma história de superação pessoal de forma a entreter o expectador. A ideia do conflito interno do protagonista consigo mesmo, utilizando um alterego interpretado por um segundo ator foi uma boa sacada do diretor. E a atuação de José Loreto foi bem acima da expectativa que eu tinha com ele.
filme brazuka de encher os olhos, mesmo para quem não curte tanto o MMA. José Aldo é uma figura admirável, um lutador do octógono e da vida, merecedor da homenagem. O diretor soube utilizar bem o material que tinha em mãos, mesclando fatos marcantes da vida de Aldo com elementos cinematográficos bem dosados, que não tentam mistificar o personagem central, mas apenas contar uma história de superação pessoal de forma a entreter o expectador. A ideia do conflito interno do protagonista consigo mesmo, utilizando um alterego interpretado por um segundo ator foi uma boa sacada do diretor. E a atuação de José Loreto foi bem acima da expectativa que eu tinha com ele.