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Trilha sonora tão incômoda quanto o cenário, casando perfeitamente com a atmosfera sombria do futuro proposto desde o primeiro Blade Runner. Um futuro tão presente, aliás...
Ao mesmo tempo, um filme que dialoga com a importância da memória.
Feito com muito respeito ao de 1982, esse Blade Runner precisa ser visto.
Há um porém: o final dá indicativos que pode vir bobagens pela frente, esperemos.
Ao mesmo tempo, um filme que dialoga com a importância da memória.
Feito com muito respeito ao de 1982, esse Blade Runner precisa ser visto.
Há um porém: o final dá indicativos que pode vir bobagens pela frente, esperemos.
Trata com seriedade e extrema sensibilidade a temática da imigração.
Para quem crê fervorosamente nos dogmas hollywoodianos é um prato cheio. O fanatismo pela ciência, pela competência do nascido nos EUA perante todos os demais e a crítica constante à fé não presbiteriana estão garantidos nessa obra passageira.
Narrativas por vezes cansativas, Medianeiras sabe cativar e conduzir o espectador.
O entre-lugar, o Local da Cultura, onde o novo surge é o que mostra essa belíssima obra. Sendo assim, aqui é possível visualizar com clareza tudo que se tem de mais arcaico no ocidente e em seu maior símbolo, os EUA.
Mais que máquinas dominando a humanidade, é uma reflexão sobre o que resultaria da fusão entre esses elementos. Ciência x religião é também ultrapassado por outra fusão de coisas que de tão distantes parecem se entrecruzar no círculo da vida.
Filme interessante, principalmente para você que não se interessa por respostas prontas e impostas.
Filme interessante, principalmente para você que não se interessa por respostas prontas e impostas.
Uma declaração ao que se ama como realmente tem que ser: simples, direta e com uma doce sensibilidade.
Fica o belo recado que não se diz necessariamente com palavras, nem quando se é exigido para isso.
Fica o belo recado que não se diz necessariamente com palavras, nem quando se é exigido para isso.
Um filme que não precisa de palavras para nos dizer muito. Redford atua engajado nessa tarefa, sem palavras nos transmite a emoção necessária para nos deixar envolvidos na trama todo o tempo. Apesar de algumas cenas forçadas que extrapolam qualquer lógica, Até o Fim é uma espécie de metáfora da atualidade, ondeem o ser humano está se afogando num mar de individualismos.