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O cientista e doutor Stephen Hawking tem uma história de vida que pelas vitórias acadêmicas e pela sua doença: a ELA, já é roteiro de filme. O que não impediu Anne, sua primeira esposa, de escrever a biografia de Hawking sobre sua perspectiva, a perspectiva de uma estudante de arte que se apaixonou por um estudante de física na Universidade de Cambridge.
O roteiro adaptado por Anthony McCarten conta como Stephen conheceu Anne numa festa da faculdade e após horas de conversa ambos se apaixonaram. O romance começa com um beijo cinematográfico sobre uma ponte durante uma queima de fogos. Nem a descoberta da doença sem cura de Hawking faz Anne desistir de seu amado. É ela quem cuida do físico durante os 30 anos de casamento e acompanha a evolução da doença que o deixa incapacitado de andar e falar. O clima difícil mas familiar, graças aos 3 filhos, evita uma separação conturbada; entretanto Stephen percebe a carga depositada sobre a esposa e num ato de amor e abnegação pede pra que Anne siga a vida, pois ambos sabem que se amaram mas o romance esfriou. Resumindo, uma separação amigável.
Fica claro para o público a intenção da autora em mostrar o lado humano, fora da cadeira de rodas, de Hawking. E o diretor do filme incorporou no elenco esse sentimento; Felicity Jones faz um trabalho excelente como Anne, ela transmite o amor pelo cientista e ao mesmo tempo o fardo de cuidar de uma família sozinha brilhantemente, o que alavancará sua carreira com certeza. Eddie Redmayne já tinha aparecido muito bem em Pilares da Terra e Os Miseráveis, mas como Stephen Hawking ele foi premiado inúmeras vezes, além da primeira indicação ao Oscar. Merecido, é perceptível o seu envolvimento com a personagem, a cada passo, a cada gesto com os braços, a cada perda de movimento. Ele mergulhou tanto no filme que o próprio Stephen Hawking elogiou sua atuação.
Concluindo, A Teoria de Tudo é a prova de que os filmes ingleses tem um charme a parte, o sotaque britânico carregado e as belas paisagens da terra da rainha encantam até o mais ferrenho norte-americano. A película, além dos fatores anteriores, é levada por uma linda e comovente trilha sonora, o filme não tem grande carga emocional e nem merece levar o Oscar, mas as melodias conferem um toque de simplicidade e amor à vida desse homem que iluminou a física e a ciência como um gênio, e que acima de tudo amou e foi amado como um ser humano comum.
O roteiro adaptado por Anthony McCarten conta como Stephen conheceu Anne numa festa da faculdade e após horas de conversa ambos se apaixonaram. O romance começa com um beijo cinematográfico sobre uma ponte durante uma queima de fogos. Nem a descoberta da doença sem cura de Hawking faz Anne desistir de seu amado. É ela quem cuida do físico durante os 30 anos de casamento e acompanha a evolução da doença que o deixa incapacitado de andar e falar. O clima difícil mas familiar, graças aos 3 filhos, evita uma separação conturbada; entretanto Stephen percebe a carga depositada sobre a esposa e num ato de amor e abnegação pede pra que Anne siga a vida, pois ambos sabem que se amaram mas o romance esfriou. Resumindo, uma separação amigável.
Fica claro para o público a intenção da autora em mostrar o lado humano, fora da cadeira de rodas, de Hawking. E o diretor do filme incorporou no elenco esse sentimento; Felicity Jones faz um trabalho excelente como Anne, ela transmite o amor pelo cientista e ao mesmo tempo o fardo de cuidar de uma família sozinha brilhantemente, o que alavancará sua carreira com certeza. Eddie Redmayne já tinha aparecido muito bem em Pilares da Terra e Os Miseráveis, mas como Stephen Hawking ele foi premiado inúmeras vezes, além da primeira indicação ao Oscar. Merecido, é perceptível o seu envolvimento com a personagem, a cada passo, a cada gesto com os braços, a cada perda de movimento. Ele mergulhou tanto no filme que o próprio Stephen Hawking elogiou sua atuação.
Concluindo, A Teoria de Tudo é a prova de que os filmes ingleses tem um charme a parte, o sotaque britânico carregado e as belas paisagens da terra da rainha encantam até o mais ferrenho norte-americano. A película, além dos fatores anteriores, é levada por uma linda e comovente trilha sonora, o filme não tem grande carga emocional e nem merece levar o Oscar, mas as melodias conferem um toque de simplicidade e amor à vida desse homem que iluminou a física e a ciência como um gênio, e que acima de tudo amou e foi amado como um ser humano comum.