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Você já leu histórias infantis para seus filhos, ou seus pais já leram pra vocês? Muitas delas se tornaram animações da Disney: Rapunzel, João e o Pé de Feijão, Chapeuzinho Vermelho, Cinderela, por aí vai. Pois bem, na Broadway essas histórias se misturaram para dar ao público o musical Into The Woods, o apelo da obra é simples: Qual o seu desejo? O que você estaria disposto a fazer para realiza-lo?
É no ritmo de belas músicas que a trama se desenvolve, trama muito bem elaborada e estruturada durante o primeiro momento do filme.O "Era Uma Vez" começa quando uma bruxa pede a um padeiro e sua esposa artefatos para realização de um feitiço que realizará o maior sonho do casal: ter um filho; a jornada atrás dos objetos leva ambos à floresta, onde as histórias citadas acima se cruzam com a das personagens do musical. Essa farofa é muito bem dirigida, e a cada canção o filme te puxa para dentro da floresta e você se sente mais um personagem do musical de Rob Marshall - diretor. O fim é surpreendente, principalmente quando as historinhas infantis e ingênuas se embaralham e muitos acontecimentos chocantes te deixam perplexos na poltrona.
Interrompo a crítica para elogiar todo a produção, tanto pelo roteiro musical que está excelente e muito bem interpretado quanto pelas atuações dramáticas de Meryl Streep - mito do cinema - Chris Pine e Anna Kendrick muito bem, mas o que mais impressiona é Emily Blunt revivendo seus momentos excelentes de O Diabo Veste Prada e A Jovem Rainha Victoria roubando a cena.
Talvez pelo genero musical, muitas pessoas o esnobem, mas Into The Woods não cansa pelas músicas e pelo roteiro lírico, mas sim pela duração do filme. Quando tudo parece estar em seu devido lugar a história dá uma reviravolta - que deve ser enaltecida pois as mudanças nos contos é muito bem vinda, mas não foi bem desenvolvida - e os 30 minutos restantes ficam cansativos, para no fim apresentar a mensagem mais importante do filme.
Calma, a mensagem tá aqui. Depois das perguntas iniciais serem respondidas - pessoalmente - mais uma pergunta finaliza com maestria e inteligencia os caminhos da floresta: Qual história você conta para as crianças? Qual a história que você quer ver? Aquela que tem príncipes e fadas onde termina com o clichê "Felizes Para Sempre", ou a aquela onde tudo é possível até mesmo o amor da sua vida cair de um penhasco e te deixar sozinho nesse amargurado mundo. Decida qual história você quer com sabedoria, minha dica: conte um pouco das duas, afinal o que melhor que um conto depois de uma desilusão.
É no ritmo de belas músicas que a trama se desenvolve, trama muito bem elaborada e estruturada durante o primeiro momento do filme.O "Era Uma Vez" começa quando uma bruxa pede a um padeiro e sua esposa artefatos para realização de um feitiço que realizará o maior sonho do casal: ter um filho; a jornada atrás dos objetos leva ambos à floresta, onde as histórias citadas acima se cruzam com a das personagens do musical. Essa farofa é muito bem dirigida, e a cada canção o filme te puxa para dentro da floresta e você se sente mais um personagem do musical de Rob Marshall - diretor. O fim é surpreendente, principalmente quando as historinhas infantis e ingênuas se embaralham e muitos acontecimentos chocantes te deixam perplexos na poltrona.
Interrompo a crítica para elogiar todo a produção, tanto pelo roteiro musical que está excelente e muito bem interpretado quanto pelas atuações dramáticas de Meryl Streep - mito do cinema - Chris Pine e Anna Kendrick muito bem, mas o que mais impressiona é Emily Blunt revivendo seus momentos excelentes de O Diabo Veste Prada e A Jovem Rainha Victoria roubando a cena.
Talvez pelo genero musical, muitas pessoas o esnobem, mas Into The Woods não cansa pelas músicas e pelo roteiro lírico, mas sim pela duração do filme. Quando tudo parece estar em seu devido lugar a história dá uma reviravolta - que deve ser enaltecida pois as mudanças nos contos é muito bem vinda, mas não foi bem desenvolvida - e os 30 minutos restantes ficam cansativos, para no fim apresentar a mensagem mais importante do filme.
Calma, a mensagem tá aqui. Depois das perguntas iniciais serem respondidas - pessoalmente - mais uma pergunta finaliza com maestria e inteligencia os caminhos da floresta: Qual história você conta para as crianças? Qual a história que você quer ver? Aquela que tem príncipes e fadas onde termina com o clichê "Felizes Para Sempre", ou a aquela onde tudo é possível até mesmo o amor da sua vida cair de um penhasco e te deixar sozinho nesse amargurado mundo. Decida qual história você quer com sabedoria, minha dica: conte um pouco das duas, afinal o que melhor que um conto depois de uma desilusão.