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Se você gostou de "O Iluminado" (alguém não?), essa é uma sequência que, muito ao contrário de casos que tais, ficou muito boa. Exatamente porque não tenta se apropriar da história e forçar-lhe novos desdobramentos, o que, ainda mais pelo alto quilate da obra original, seria letal. McGregor vai muito bem e o contexto do garotinho atormentado que se torna um adulto problemático é rapidamente absorvido, sem delongas tediosas.
Sem ...
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Não conheço o livro. Mas o filme em si pareceu-me suficientemente envolvente, uma espécie de fábula e, portanto, sem compromisso absoluto com um roteiro integralmente verossímil tampouco linear. É edificante e simbólico, num contexto triste mas como um sereno amanhecer. A vida traz espinhos. São eles que nos impedem de nos prostrarmos. Quando caímos, algo ou alguém nos doa... uma vírgula... Assista. Vale a experiência.
Sim, é um dramalhão... Com certeza feito para emocionar. Não é à toa que é o 3o remake após o original sulcoreano. Mas, essa versão turca, é um filme bem feito. A atuação do protagonista é soberba e as cenas não descem a um excessivo apelo por violência desmedida. Enfim, cinema é entretenimento. Filmes como esse são tocantes e edificam. O maior milagre é o que se passa nos valores vivenciados pelos demais envolvidos na trama. A ...
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História de Desmond Thomas, militar americano com objeção de consciência, único a receber honrosa medalha. Gibson dirige muito bem. Sem medo de mostrar o horror da situação retratada. Mas humano o bastante para deixar claro que há brilhos de pura Luz até mesmo no inferno. Ótimo filme de guerra.
Futuro distópico sem exageros apocalípticos, o que é bom. Trama centrada na superpopulação, com medidas de controle sob ampla repressão policial. Para complicar, modificações genéticas nos alimentos causam aumento de concepções gemelares idênticas. O enredo guarda bons entrelaçamentos e mantém o interesse. Até aumenta com os aspectos que cercam o desfecho. Não deixa de marcar uma ressalva quanto às decisões que a explosão ...
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Não é um bom filme. É ruim. A história é inconsistente em inúmeros aspectos. Costumo defender que cinema, basicamente, é entretenimento. Mas tem que se embasar, ainda que minimamente, num substrato de possibilidades, a não ser que o enredo se prendesse a uma fantasia de magia, o que não é o caso. Da metade para o fim o aspecto bizarro dos fatos descritos vai recebendo uma pálida e até pueril tentativa de "explicação". Então, ao ...
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Mais do mesmo. Caos climático, manipulação política, geopolítica oportunista, traições, romance, mensagens politicamente corretas, tudo sobre um longo desfile de efeitos especiais de primeira qualidade. Bom elenco, desperdiçado. Impossível não lembrar de 2012 (o filme), além de outros. Mas diverte, entretém. Quem deseja estudar climatologia ou o caos apocalíptico não deve buscar isso em filmes. Legal...
Mais do mesmo no estilo "Clichê, E Daí?". A trama se desenrola quase como um exercício de obviedade. No entanto, os atores são competentes e a direção, apesar de não criar nada além do evidente, basta a um entretenimento sem maiores pretensões.
Não é aquela obra... No entanto, imprescindível analisar nos limites em que o filme foi proposto. É uma pequena fábula com mensagem moral e tudo mais. Nesse contexto, OK. Um romance inesperado com pano de fundo na preservação animal na África. Rob Lowe competente.
A guerra não é ganha somente com batalhas heróicas. O episódio de Dunquerque foi uma catástrofe militar causada, em boa parte, por ter sido subestimado o intento alemão na conquista da França. Mesmo assim, mais de 300 mil combatentes foram resgatados. Civis cooperaram atravessando o Canal da Mancha com seus barcos, muitos bem pequenos. Poucos Spitfires tentavam evitar os ataques de caças e bombardeiros alemães. O esforço de guerra se ...
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História fundada em fatos reais acerca de uma missão de paz da ONU no auge da guerra fria, no Congo. O filme é muito bem conduzido e demonstra o quão descartáveis podem ser as vidas em meio a conflitos de interesse na política internacional. Do mesmo modo, continuam sendo revistos erros do passado depois de muito tempo. Boas atuações. Bom filme. Nível de ação satisfatório.
É... Há filmes que terminam de forma brusca. Mas esse simplesmente não termina... Não há uma linha minimamente estabelecida, tudo fica gratuito, aleatório. Nada se alinhava com coisa alguma. É tão fortuito que sequer poderia ter algum clichê que fosse... Olha, vê não...
Na atual estiagem de filmes que realmente valham a pena no gênero, Eli ganha destaque por, ao menos, conseguir trazer desfecho não presumível logo de cara. Tem alguns clichês mas, como não ter? Inovar em tudo é, na prática, impossível quando o tema é terror. Para não dar spoilers limito-me a dizer que o filme vai te levando a um contexto quando, lá pelas tantas, há uma mudança de rumo que aguça a curiosidade e vale pelo ritmo mais acelerado.
Mediano. Não é possível comentar muito sem dar spoiler, já que se trata de um suspense em que o matiz psicológico desde a trilha sonora já se evidencia, além das expressões faciais, ritmo etc. Realmente prende. Mas dá para antecipar que algo não está bem na percepção do protagonista. Assim, o desfecho não surpreende. Mediano.
A única coisa boa neste filme é a atuação marcante de Phoenix. Não linear, quase sem diálogos, a história transcorre sob flashbacks quase insondáveis e que, a rigor, levam a possíveis interpretações. Mas apenas isso. O final é uma autêntica navalhada que corta o fluxo sem nenhuma cerimônia. Há uma grande dose de violência que só a expertise de Phoenix sustenta sem decair para a gratuidade grosseira. É difícil resenhar. Em ...
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Amargo, belo, perturbador, inspirador. Se não tem absoluta originalidade (qual tem?), por outro lado flui sob a expertise de Smith e a isenção de puerilidade. Paradoxo moral. Desesperada busca de redenção ou insana atenuação de culpa? Veja.
Não, não é um enredo original. Sim, tem mesmo vários clichês. No entanto, foge do lugar comum por ter uns dois tons de amargura a mais, o que faz este filme destacar-se de outros similares. Pattinson é competente. Como entretenimento, sem maiores expectativas, vale ser visto.
Mais um filme feito ao estilo clássico, antigo. Direção segura. Atores muito competentes. Se for visto em preto e branco fica ainda mais contundente. Vísceras emocionais expostas sob a constatação de que um simples homem desencantado pode vir a delinquir e manipular com relativa eficiência. Hill e Franco unidos em filmes engraçados não têm a mesma expertise. Aqui a atuação de ambos é soberba.
Esquizofrenia paranóide? Transtorno dissociativo de identidade? Sei lá... Mas o enredo repousa sobre as tormentas de um passado que o protagonista preferia ignorar. Competente direção. O final quase se rendeu ao conforto de quem assiste... Mas não. É um entretenimento legal. Vale assistir.
Um mix interessante de fantasia e drama psicológico. A visão de um garoto de 9 anos que, percebendo mais claramente a realidade, anestesia-se com os elementos naturais da infância. Tem apelo emocional sem cair em pieguices. Não tem a pretensão de ser algo além de um bom entretenimento. Não espere ver explicações de intrincados fenômenos. Mantido nesses parâmetros, o filme é bom.
Paradoxo temporal. Saltos no tempo. Quem gosta desse tema (eu adoro) se ambienta bem nos efeitos do imenso paradoxo em que se baseia o filme. Quem não gosta, por se manter aferrado a uma concepção linear do tempo (passado-presente-futuro), achará tudo uma grande confusão, apenas. Mas o filme é bom. Veja.
Bons atores. História que lembra outros filmes. É o risco de iniciar-se um conflito nuclear em meio aos protocolos de segurança, passíveis de manipulação ou mesmo engodo. Tem bom ritmo. Toques de fantasia que não estragam a seriedade do tema. Só não tem, propriamente, originalidade.
A história interpreta fatos reais com um fundo de ficção acerca do horror dos métodos arcaicos da psiquiatria e a exploração, sob matiz ritualístico, de pacientes para fins escusos. Franco vai bem como um soturno facultativo. Mas a trama em si não convence. Ficou fantasioso demais. A sustentação da origem real, assim, se perde no contexto. Até o "Igor" corcunda está lá...
Filme muito bom. Bale encarna bem o empedernido oficial de cavalaria que, por circunstâncias da vida, se vê na revaloração de suas mais sólidas convicções. O elenco todo tem ótima atuação. Rosamund convence em seu papel. Amargo e sem concessões, o filme mostra que inimigos sempre têm, cada qual, seus motivos igualmente fortes. O final é duro, mas acena, bem no apagar das luzes, com uma esperança de ternura. Veja!!!
Radcliffe definitivamente é bem mais que Harry Potter... Ótima atuação, praticamente sozinho na maior parte do tempo. Um pequeno avião e uma trama relativamente simples sobre transporte de drogas. Mas Radcliffe sustenta o filme com muita competência.
Produção espanhola que confirma o excelente nível das tramas e direção do cinema ibérico atual. A história prende e, como sempre, demanda uma atenção que nós é arrancada. Uma rápida sequência em flashback elucida o bem urdido enredo. Baila no tempo e na mente do protagonista. Sim, veja.
Essa coisa de ambientar um pretenso "cinema arte" num apocalipse zumbi é como transpor um blues para o ritmo de valsa... Dá para fazer? Sim. Fica bom? Não... Na verdade os zumbis do filme, durante algumas correrias, podem ser vistos como adolescentes quase eufóricos, ao mesmo tempo em que posam de seres catatônitos com tremeliques na maior parte do tempo. Nada mais clichê e mal feito. Lento... Sonolento... Só mesmo à conta de muito ...
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É... Não é aquele filme... O tema do silêncio como requisito de sobrevivência, deveras, jaz sob neônico destaque para Emily Blunt em produção recente. Mas, enfim, o filme consegue despertar a curiosidade, gera um clima de tensão suficiente e, ademais, conta com Tucci para segurar a onda. Têm razão os que apontam o final, digamos, feito com uma machadada... Querendo ou não, fica a impressão de que o orçamento terminou de repente. O ...
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Vez por outra surgem filmes que não se encaixam perfeitamente em nenhuma pasta. Esse é um deles. Já vi vários trabalhos amargos, que abordam tragédias ou facetas inconfessáveis do ser humano. No entanto, Euphoria faz jus à irritante ironia do nome. É bem ruim ver como tantos se consomem no clímax de seu personalismo quando a inevitável extinção se avizinha. Acho mesmo que o filme é um monumento ao egocentrismo de quem luta por dar ...
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Spielberg novamente demonstra que, no melhor sentido possível, realiza filmes como antigamente... "Um Sonho de Liberdade" é bem diferente mas, juntamente com "Cavalo de Guerra", podem ambos ser colocados na pasta de exemplos de obras dignas de serem chamadas de Sétima Arte. O que faz o filme muito bom não é o enredo em si mas o modo como é exposto. Uma saga. Um primor que se ambienta em circunstâncias variadas para desnudar a grande ...
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O enredo retoma a teoria conspiratória do controle mental por manipulação subliminar e outros meios que tais. Quem desgostou por se tratar "apenas" de uma mulher desorientada, não deve ter prestado a devida atenção. O filme aborda a busca de domínio sobre o controle mental para fins bélicos. Não é aquele filmaço com superprodução, mas Cusack e Ricci seguram a cena. Entretém. Diverte. Vale ver.
Suspense que ultrapassa o mero clichê do personagem egresso de tratamento psiquiátrico. Em boa parte da trama parece haver um alter ego que reforça a tese de meros delírios. Só mesmo no desfecho a coisa toda se esclarece. Bom ritmo. Os atores são conta plenamente de seus personagens. Se não chega a ser inovador (e não chega mesmo), pelo menos não é apenas mais do mesmo. Bom entretenimento.
Alto lá! A crítica desce o malho por ser um típico filme de terror? Ora, há muito mais a se examinar. Ou não? O enredo não inova, tanto quanto nem mesmo Stephen King consegue fugir de seus maneirismos ao longo da carreira. A história funciona. Os atores são competentes. O ritmo é bom. Ah! Sim, é terror. Há alguns sustos. O conteúdo vai sendo exposto e gera expectativa. É entretenimento. É diversão. É um filme de terror... Acho que ...
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Filme amargo. A premissa é desconcertante: a virtude de um amor altruísta pode degenerar-se por egoísmo quando as coisas deixam de ser como antes? O enredo guarda ainda um tempero que muitos sequer levam conta: para ter as coisas como antes o ato de aceitar o fruto de uma traição atenua o egoísmo mórbido empregado? Os fins justificam os meios? Amargo... Bem amargo. Com um final suave herdado do amargor. Bom. Veja.
Drama fundado em argumento SciFi. A máquina deve ser entendida como uma licença ficcional. Partindo daí, o enredo é muito bom. Bem conduzido, sob ritmo suficiente para manter o interesse. Sem clichês. As dores da vida e os bons momentos compõem uma trama sem pieguices. O desfecho não chega a ser traumático mas, ao contrário do que possa parecer, é isso que faz do filme algo consistente, sem condescendências sensacionalistas. Boas ...
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O enredo cabe numa frase... Não há, propriamente, argumento... Acho que um filme assim só teria alguma chance se o projeto fosse assumido por Tarantino, ou Rodriguez... É só, apenas e tão somente, aquilo que um trailer de 10 segundos exaure. Sequer há como dar spoilers.... Uma entidade sem rosto que leva jovens... Sabe-se lá para que, para onde, se por maldade, esporte, hobby... Um Monumento Extremo de Reconhecimento da Destruição da ...
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