Filmes
Séries
Programas
Me incomodou muito o excesso de metalinguagem no filme. Exceto pelo Jonathan Price , que da um charme no filme, tudo me desagradou.
Eu tento, tento...mas nao consigo compreender qual a proposta de Helena Ignez em seus filmes. O filme atira pra todos os lados, do delirio do protagonista a uma enxurrada de críticas sociais das formas mais absurdas, exaltando de forma descarada a sua posiçao esquerdista. Simplesmente horroroso.
Em tempos de intolerancia e raiva em que estamos vivenciando, o filme surge como um acalanto para que possamos refletir sobre os dias de hoje.
Embora o roteiro não seja pautado com grandes surpresas, as atuações impecáveis e o olhar regado de erotismo apresentado pelo diretor resultam em uma obra curiosa e interessante.
O projeto é ousado e pretensioso, mas quando a falta de sintonia com o personagem principal fica em evidência desde os minutos iniciais, fica dificil aceitar a obra. Sem contar com Seu Jorge, que está simplesmente horrível, comprometendo ainda mais o resultado final.
Não consegui me identificar com nenhum personagem. Historia chata e bastante arrastada. Foram 90 interminaveis minutos acompanhando a jornada de um personagem chato, sem carisma,apatico e desinteressante.
Um filme, quase que etnográfico, que se apoia no passado para sugerir choque de gerações. Um pouco arrastado e de final previsível.
Um verdadeira cinebiografia poética, com atuações minimalistas e um roteiro repleto de estruturas narrativa, quase que onírica. Fantastico.
Um protagonista, que ate na hora da redenção, fica dificil de engolir. Algumas historias paralelas inacabadas e que pouco acrescentam, uma fotografia berrante que incomoda, uma camera trepidando e excesso de didatismo.
Alguns cliches e algumas historias dificies de engolir. Nao pelas taras ou fetiches, mas pela forma transmitida por alguns personagens.
Tentou, apenas tentou, se aproximar dos filmes de Apichatpong Weerasethakul, que também são reflexivos.