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Fraquíssimo e totalmente desfocado. Um filme que não sabe se destaca a Cleo Pires, o trabalho dos policiais honestos ou a corrupção incrustada nos órgãos de poder do Rio de Janeiro. Tudo é muito superficial e com amarrações frouxas. Uma tremenda perda de tempo. Marcos Caruso é o que se salva nessa trama.
Um filme muito mais político do que de ação, cheio de conchavos, estratégias e armações. É o menos emocionante da saga, mas o único que vai pela vertente da inteligência e pressão psicológica. Julianne Moore como a presidente dos distritos Alma, rouba a cena e é a grande protagonista do filme.
Ian Mckellen faz um Sherlock doente e aposentado de forma brilhante, revivendo memórias de um caso mau solucionado e se apegando um garoto que o admira como a um pai. O filme é bastante lento, muito parado e um pouco arrastado, e focado nos diálogos e nos detalhes das lembranças de Holmes.
Os roteiros dos filmes argentinos são bons demais, nos trazem sempre para a realidade de forma forte, autêntica e sem forçar a barra. Eles conseguem retratar muito bem o passado nebuloso de sua história. Porém aqui as atuações são medianas, não empolgando na primeira parte do filme, o final é ótimo e a atuação de Guillermo Francella, como o chefe de família Arquimedes é digna de prêmios.
Um suspense fantástico que detalha muito bem o sentimento alemão em esconder os principais fatos e os principais culpados após a 2ª Guerra Mundial, ou por vergonha ou para preservar a continuidade da sociedade. Seria a forma mais correta de seguir em frente? Recomendo ver este filme e tirar as próprias conclusões.
É drama do início ao fim, chega a incomodar quem assiste. Uma mulher durona, que não tem boa relação com as pessoas a sua volta, vive uma fase duríssima, o fim do relacionamento, a distância afetiva de sua filha, as filmagens de seu novo filme, aturar um ator fraco e decadente e a doença terminal de sua mãe. Ou seja, taca lhe drama.
Uma comédia espirituosa sem ser apelativa que trata da homossexualidade de forma inteligente, sem aquele monte de clichês e afetações. O dilema aqui é se a pessoa pode ser ex-gay, bissexual ou apenas ter cometido um deslize. As atuações de Pio Marmaï e Franck Gastambide, como o gay indeciso e amigo hétero conselheiro são um show de risadas.
Melhor que o primeiro, mas isso não quer dizer muita coisa. Alguns momentos de boas risadas e umas referências ao mundo geek, que salva boa parte do filme. No mais é totalmente dispensável e pouco inteligente e em alguns momentos apelativo para piadas sexuais.
O filme é um soco no estômago e mostra claramente como as guerras civis fazem para recrutar crianças para seu exército. Aqui o fato se passa na África, mas é igual nas favelas brasileiras, no Oriente Médio, nas Farcs colombianas e nas facções terroristas como o Estado Islâmico. Abraham Attah vive o protagonista com maestria, narra e também vivencia as situações chocantes mostradas, na minha opinião merecia uma indicação ao Oscar. ...
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Um ótimo filme sobre a máfia com a ótica de como ela pode ser comandada de dentro de uma prisão, inclusive com o controle da própria prisão. Tahar Rahim, em grande atuação, dá vida ao protagonista Malik, de mero capacho dentro da cadeia, vai se tornando um grande gangster até destruir os chefes e passar a comandar o crime organizado.
Muitas risadas com as situações bizarras e até pitorescas sobre casal, filhos e a falta de sexo após o casamento. Junte a isso a modernidade da redes sócias, aparelhos modernos, crianças problemáticas e compartilhamento de tudo que se faz na vida.
Um ótimo filme com boas atuações dos atores principais Rodrigo Santoro, Antônio Banderas e Juliette Binoche dividem bem as cenas. O elenco secundário também é muito bom. A história emociona demais, mas o filme perde um pouco o ritmo, falta mais dinâmica e mais envolvimento com o espectador.
Sabe aquele momento que você sente sua vida te sufocando e todos ao seu redor parecem só querer tirar o pouco de ar que te resta, é bem esse o mote do filme. Lulu tem um estalo e decide sair da rotina sufocando por uns dias, conhece uma pessoa que vai mudar sua percepção do mundo e fazer com que mude o rumo da sua vida.
Uma romance com pitadas de drama muito bem dirigido, com ótima atuação de Morgam Freeman que tem em Daine Keaton uma boa parceira. A história mostra que criar raízes e se manter tradicional pode ser melhor do que se deixar levar pela vida moderna da nossa sociedade. O filme é uma lição para se dar valor ao que se conquista na vida e não se importar com a opinião dos outros.
Uma das maiores porcarias que já assisti na vida, o enredo é muito simples, porém pessimamente executado. Os atores são de renome, porém é raro fazerem um bom trabalho. Minha dica é não perca seu tempo com esta bomba.
Uma bela atuação de Nicole Kidman, como a princesa de Mônaco. O filme mostra o glamour e também o quanto é chata e cheia de regras a vida da realeza. Também vemos a importância da princesa como alicerce do casal monarca.
Uma ótima comédia de ação, supera demais o que é prometido. Henry Cavill mandou bem demais como um agente cômico, no estilo James Bond. E o diretor Guy Ritchie mostra que é mestre nesse gênero de ação com comédia.
Ao contar uma história por três pontos de vistas, focados nos três personagens centrais, o filme prende e te deixa ansioso para descobrir toda verdade, que no final é surpreendente. Temos aqui conflitos familiares, disputa de classes sociais e uma crise financeira estourada na Itália no início da década.
Fraco demais, um roteiro futurista sem pé nem cabeça e com atuações horríveis, mesmo que de bons atores. Teve muita propaganda e divulgação para um filme que nem deveria ter existido.
Uma demonstração do que é a verdadeira amizade, mesmo após a morte, usando como pano de fundo a paixão por um clube de futebol e as artimanhas sujas, que são usadas nos bastidores do esporte bretão, para se criar um craque através de um perna de pau.
Um besteirol de qualidade e com ótima trilha sonora dos anos 90. Algumas sacadas são bem divertidas, outras bem bestas. Mas é o filme para ver com a família, e convidar aquele parente que ri de qualquer coisa e sempre faz alguma besteira divertida.
É uma comédia muito divertida, existe uma química entre Sandra Bullock e Melissa McCarthy, você se racha de dar risada com as situações chichê que aparecem. Por sinal Melissa toma conta do filme.
Quem jogou videogame e fliperama nos anos 80 e 90 vai se sentir nostálgico e recordar momentos alegres e marcantes da infância e início da adolescência com os amigos. O elenco manda super bem nas piadas e diálogos mais ácidos. Se você tiver um filho de 10 ou 15 anos é um bom programa para mostrar como foi sua infância digital no século passado.
Um filme de ação muito básico, com enredo previsível e somente uma surpresa no final. Foge demais dos games, o que o deixa pouco interessante uma vez que o diretor não soube criar uma história bem amarrada. A primeira versão e o ator principal são muitos melhores que o atual.
Fecha o ciclo vivido por Daniel Craig com 007 de forma perfeita, com uma história surpreendente, bem amarrada com todos os filmes anteriores e um vilão inesperado. Porém como filme sozinho é o mais fraco de todos, quem não acompanhou a trajetória de Craig vai ficar perdido. E faltou um cuidado maior com o vilão, que deveria ser o melhor de todos, mas acabou sendo o mais inexpressivo.
Um filme que retrata a degradante situação política, econômica e educacional de Cuba, mas poderia muito bem ser qualquer periferia do Brasil. Mostra que a alternância de poder é fundamental para saúde da sociedade. Usando uma professora e uma escola vemos que é possível lutar pelos seus ideias e não se submeter ao sistema em troca de migalhas. O filme é forte, denso e ao mesmo tempo acolhedor.
Um filme muito dinâmico, com suspense, drama e ação. Joseph Gordon-Levitt e Ben Kingsley vivendo os protagonistas apresentam um entrosamento perfeito. Na pele de Philippe Petit, Gordon-Levit faz o seu melhor papel na carreira. Um filme inspirador para se realizar um sonho, traçar um planejamento e executá-lo. Indico assistir em 3D IMAX, você vai entrar tanto no filme que sentirá vertigens ao longo da projeção.
Um filme muito simples com um apelo motivador para quem tem um sonho e deseja realiza-lo. Javier Cámara mais uma vez tem atuação destacada, um dos melhores atores espanhóis da atualidade, dando vida ao professor Antonio San Román que fará de tudo para conhecer seu grande ídolo John Lennon, mesmo que nesse percurso seja necessário fechar os olhos para a realidade do mundo.
Filme engraçado que retrata o politicamente incorreto quando um pai e uma mãe, um casal, cada um com seu motivo, decide se livrar dos filhos. Vão fazer coisas surreais para que as crianças os odeie escolham o outro. Você vai dar muita risada com esse filme.
É um bom filme de ação que junta muita pancadaria, alguns dilemas, carrões, cenas em alta velocidade e diálogos curtos. Mas também é o que mais fugiu da história original, tentou dar sentido à morte do Han, porém ficou muito forçado e a entrada do Jason Statham foi puro marketing. De todos é o que tem a história mais fraca e mais forçada da série.
Melissa McCarthy chegou ao primeiro time de Hollywood quando o assunto é comédia. Atualmente é um milagre ver um bom filme do gênero, mas este faz jus ao estilo. Uma comédia engraçada cheia de reviravoltas mais engraçadas ainda e tudo isso com Melissa segurando o filme, claro que muito bem acompanhada por Jude Law e Jason Statham, que por incrível que pareça manda super bem em comédia.
Foi muita mídia pra pouquíssimo filme. É uma história de amor que não empolga, não se emenda e não te faz se envolver com os personagens. O forte do filme, se é que pode se definir assim, é a ousadia de mostrar sexo explícito com história,com bem pouca história na verdade. Um "pornocult" como foi definido, ou seja, um péssimo pornô e um péssimo cult.
Jake Gyllenhaal arrebenta no papel do boxeador Billy Hope, que nasce sem nada, ganha tudo com o boxe e perde tudo com a morte trágica de sua esposa. O filme aborda duas coisas, estar preparado para o sucesso e o dinheiro e como conseguir se levantar após uma "pancada" recebida pela vida. Forest Whitaker, brilhante como sempre, é o choque de realidade que Hope precisa. Oona Laurence, que surpreende como a filha Leila, é o complemente perfeito ...
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Uma comédia com diálogos muitas vezes fracos, mas que aborda de forma engraçada e escancarada um tema por demais espinhoso que é o racismo. Não só pela cor da pele, mas também racismo por religião, crenças e etnia. Algumas situação são tão surreais que parecem pastelões, que faz você cai na gargalhada e demorar a parar de rir.
Um filme que retrata o que acontece em mais da metade das famílias de classe média no Brasil. A relação família e empregada é muito bem abordada no longa e a atuação de Regina Casé está impecável, ela é muito melhor atriz do que apresentadora. A proximidade da empregada com o filho da patroa e a distância dela com sua própria filha é mostrada, graças as atuações de todos, de forma perfeita.
Um filme tenso e muito sensual com uma atuação fortíssima de Emmanuelle Seigner muito bem acompanhada de Mathieu Amalric. Na trama Emmanuelle é Vanda uma atriz que dá um show de interpretação, onde se confundem ficção e realidade, num teste que deixa você angustiado para ver o próximo ato.