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Autor: Diego Sousa
"Michael Bay deixa claro que com ele é só "tiro,porrada e bomba".
Para aqueles que estavam esperando mais um filme com o "Selo Michael Bay de Qualidade", não vão se arrepender. Transformes: A Era da Extinção cumpre o que foi prometido e é tão divertido quanto o gênio que o fez.
O reboot-continuação da franquia de sucesso Transformers, segue Cade, quando compra sem imaginar, o líder dos autobots, Optimus Prime, acabado depois da batalha de Chicago cinco anos atrás e refugiado desde então. E durante esse tempo, o governo - olha ele ai! - Vêm exterminando os autobots, a fim de retomar o controle mundial.
O que o torna diferente dos outros filmes da série é que o drama amoroso da franquia anterior foi abandonada e dá lugar a um pai careta(Mark Wahlberg), sua filha descolada (Nicola Peltz) e seu namorado (Jack Reynor), que conseguem arrancar algumas risadas do público, afinal qual pai nunca teve um mini infarto ao conhecer o namorado da "menina do papai"?
Outra diferença, - o que achei vantajosa e sentia falta nos outros filmes - é o dedo humano na trama, que do mesmo jeito que conserta, também estraga - na maioria das vezes -. Os humanos tem mais espaço no filme e tem importância na trama, apesar dos robôs serem os protagonistas.
Quem já viu alguns dos filmes de Michael Bay, deve saber que o diretor se preocupa com o espetáculo, e só. Você tem que entrar na sala e pensar: "hoje eu verei uma obra-prima, não um ótimo filme." - Não é atoa que a crítica não perdoa o diretor. A atuação fraca e o roteiro simples não chegam a incomodar pois você vai estar tão ligado nos efeitos especias, nos robôs ou nos dinobots - que são demais! -, que os problemas passarão despercebidos.
O grande problema do longa - ou do Michael Bay talvez - é a empolgação. O diretor se empolga tanto, que deixa o filme cansativo. De 162 minutos, cerca de 120 minutos são de intensas lutas. São tantas cenas de batalha, que você chega a pensar que possa ser a última, até lembrar que tem outro vilão. Contudo, há quem goste dessa intensidade. Michael Bay deixa claro que com ele é só "tiro, porrada e bomba". Acostume-se.
No fim, Transformers: A Era da Extinção dá ao público o que eles queriam, um espetáculo a parte, e um alívio para uma série que vinha caindo de qualidade. Também dá um gás extra a Paramount, que investiu bastante na sua única franquia de sucesso e está tendo retorno, já que com pouco tempo de exibição, já é a maior bilheteria do ano.
"Michael Bay deixa claro que com ele é só "tiro,porrada e bomba".
Para aqueles que estavam esperando mais um filme com o "Selo Michael Bay de Qualidade", não vão se arrepender. Transformes: A Era da Extinção cumpre o que foi prometido e é tão divertido quanto o gênio que o fez.
O reboot-continuação da franquia de sucesso Transformers, segue Cade, quando compra sem imaginar, o líder dos autobots, Optimus Prime, acabado depois da batalha de Chicago cinco anos atrás e refugiado desde então. E durante esse tempo, o governo - olha ele ai! - Vêm exterminando os autobots, a fim de retomar o controle mundial.
O que o torna diferente dos outros filmes da série é que o drama amoroso da franquia anterior foi abandonada e dá lugar a um pai careta(Mark Wahlberg), sua filha descolada (Nicola Peltz) e seu namorado (Jack Reynor), que conseguem arrancar algumas risadas do público, afinal qual pai nunca teve um mini infarto ao conhecer o namorado da "menina do papai"?
Outra diferença, - o que achei vantajosa e sentia falta nos outros filmes - é o dedo humano na trama, que do mesmo jeito que conserta, também estraga - na maioria das vezes -. Os humanos tem mais espaço no filme e tem importância na trama, apesar dos robôs serem os protagonistas.
Quem já viu alguns dos filmes de Michael Bay, deve saber que o diretor se preocupa com o espetáculo, e só. Você tem que entrar na sala e pensar: "hoje eu verei uma obra-prima, não um ótimo filme." - Não é atoa que a crítica não perdoa o diretor. A atuação fraca e o roteiro simples não chegam a incomodar pois você vai estar tão ligado nos efeitos especias, nos robôs ou nos dinobots - que são demais! -, que os problemas passarão despercebidos.
O grande problema do longa - ou do Michael Bay talvez - é a empolgação. O diretor se empolga tanto, que deixa o filme cansativo. De 162 minutos, cerca de 120 minutos são de intensas lutas. São tantas cenas de batalha, que você chega a pensar que possa ser a última, até lembrar que tem outro vilão. Contudo, há quem goste dessa intensidade. Michael Bay deixa claro que com ele é só "tiro, porrada e bomba". Acostume-se.
No fim, Transformers: A Era da Extinção dá ao público o que eles queriam, um espetáculo a parte, e um alívio para uma série que vinha caindo de qualidade. Também dá um gás extra a Paramount, que investiu bastante na sua única franquia de sucesso e está tendo retorno, já que com pouco tempo de exibição, já é a maior bilheteria do ano.