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As críticas apresentadas esqueceram de algo fundamental na obra: as referencias à Odisseia de Homero , que.apparece na cena do ciclope no filne,idridr
Que bom ver milhares de figurantes em cena e não alguns deles multiplicados pela computação gráfica. O mesmo com os cenários.Claro, a tecnologia evoluiu muito e facilitou as coisas, o que tornou alguns diretores "preguiçosos".Se querem um cenário grandioso, recorrem ao computador. Bons tempos em que se utilizavam atores de verdade, cavalos, cenários grandiosos, milhares de figurinos. Levavam meses as filmagens. Muito da graça e máfia ...
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A cena final, inesquecível e brilhante; um dos maiores momentos do cinema! Quem não se emociona com a história do vagabundo apaixonado pela florista cega?
Essa geração dos 60 sabia de tudo: de amor, de liberdade, de contestação , de música, de como fazer um filme. Simples e brilhante!
Aqui no Brasil a versão mais famosa é o musical dos anos 70, que fez muito sucesso por aqui, com reprises; a versão original, inspirada num romance, só fui conhecer recentemente; faltam partes que foram perdidas, em outras só há o som e o restante é preenchido pro fotos, o que ´rejudica a compreensão. Mas o musical tem músicas excelentes de Burt Bacarah, embora tenah sido um fiasco no exterior.
Grande filme;a trilha sonora incrível e o suspense eletrizante; em nenhum momento entediante. O único senão é praticamente não haver personagens femininos, a não ser duas mulheres que auxiliam no ataque à ponte.
Uma ficção cientìfica que não usa grandes cenários e com baixo orçamento, mas que se sai muito bem pelo conteúdo.Apenas um hotel foi alugado e cabe à imaginação do leitor acreditar que os carros são naves espaciais. O filme prova que não é preciso gastar milhões para se criar uma narrativa interessante e inteligente.
Cada vez que vejo esse filme, uma lágrima escorre, principalmente ao ver a incrível letra da música de Lulu; uma homenagem muito bonita a todos os mestres, tçao desvalorizados nos dias atuais.
Belíssimo filme; um dos meus preferidos; mensagem singela, espirituosa, edificante, sem descambar nunca para o piegas; diração perfeita, atuação idem de James Stuart. Gostei do início ao fim; você assiste sem se cansar. Uma dica para as emissoras exibirem em meio a tanta coisa ruim hoje em dia. merece uma nova versão, se bem que ninca seria igual
Desde que vi esse filme pela primeira vez, no Cinerama Comodoro, quando tinha dez anos, com aquelas naves gigantescas saindo da tela, sempre adorei! E a trilha sonora, com Danúbio Azuk e Assim Falou Zarathustra? Incrível! Era a época das viagens à Lua e me impressionou bastante. Mas não é um filme para, por exemplo, admiradores de Star Wars; aqui a coisa é diferente; feito em colaboração com a Nasa, os efeitos especiais são realistas e ...
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Vi há muito tempo, quando foi exibido pela Globo, depois em várias reprises; a trama é interessante, porém um pouco longa; pena que pelo clima de Guerra Fria o maniqueísmo às vezes forçado prejudique a verossimilhança do filme, embora se baseie em romance de Boris Pasternak