André N.
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Robocop
Robocop
3,0
Enviada em 14 de fevereiro de 2014
Assisti ao Robocop, lançamento hoje, e achei comigo mesmo que colocaram o Chuck Norris dentro da armadura do Homem de Ferro. Me parece que o diretor brasileiro estava deslumbrado com os efeitos de um orçamento holliwoodiano. Dá para perceber, contudo, uma forma diferente.

Recomendo assistir, com um pouco de bom humor à la Chuck Norris ajudará a digerir. Engraçado é que uma das armas chama-se Beowulf, uma clara demonstração da pretensão do filme. Não chega a ser um Machete tampouco Kill Bill (do auge do bom humor do ridículo ao bom humor não ridículo), tá aí no meio. Nosso diretor é bem melhor do que o roteiro que lhe apresentaram, mas uma chance em Holliwood como essa, não se joga no lixo. Talvez nos próximos filmes lhe dêem mais liberdades na escolha de roteiros. Quem sabe não estaremos falando de um novo diretor com produções mais autênticas do que meros enlatados americanos (desculpe o trocadilho)?

Estamos num ambiente em que o homem de aço já se esgotou, agora para inová-lo ele deverá ter uma missão como impedir um desastre cósmico, levar a terra para orbitar outro sol ou coisa do tipo, porque eu não posso imaginar mais que batalha e pancadaria pode interessar ao p+ublico.

O homem de ferro foi no mesmo caminho, o único que ainda parece ter margem de manobra é o RoboCop mesmo até que ele se transforme no Goku ainda tem muito chão para trilhar.