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A vida do Hawking por si só é fascinante e o filme ao retrata-la, consegue com razoável sucesso captar esse fascínio ao mostrar, dentre as diversa facetas de sua biografia, a sua relação de amor e companheirismo com Jane (o filme é sobre os dois), a esposa que o acompanhou em boa parte de sua vida e os desafios que o corpo lhe impôs por conta de sua doença, que só potencializou (ao meu ver) o gênio que ele mostra ser, através de suas teses e seu exemplo de vida.
A simplicidade e o equilíbrio que a história é contada ajuda a dar um bom tom ao filme e a torna-lo uma experiência agradável e bastante sensível, não cainda na tentação de tornar o personagem, maior do que ele é, e todos os componentes do filme parecem seguir essa simplicidade, como na fotografia,na trilha sonora e nas atuações.
Falando em atuações, o Eddie Redmayne, ator que interpreta o Hawking, merece reverências pela incrível atuação durante todo o filme.
No fim, se percebe que as escolhas e o cuidado com a produção e a história, fizeram do filme um belo registro de uma figura icônica e ainda viva e de uma história de amor e companheirismo extremamente humana e fascinante.
A simplicidade e o equilíbrio que a história é contada ajuda a dar um bom tom ao filme e a torna-lo uma experiência agradável e bastante sensível, não cainda na tentação de tornar o personagem, maior do que ele é, e todos os componentes do filme parecem seguir essa simplicidade, como na fotografia,na trilha sonora e nas atuações.
Falando em atuações, o Eddie Redmayne, ator que interpreta o Hawking, merece reverências pela incrível atuação durante todo o filme.
No fim, se percebe que as escolhas e o cuidado com a produção e a história, fizeram do filme um belo registro de uma figura icônica e ainda viva e de uma história de amor e companheirismo extremamente humana e fascinante.