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Partimos da seguinte premissa – O vazio deixado pela falta do que nunca aconteceu – esse assunto já deveras batido, aparece com certa frequência em revistas de estilo de vida, programas televisivos sobre “saúde” e em livros de auto-ajuda, de forma a tornar cotidiana, se não banal, a ideia de que “ o bom seria vivermos outra vida”, mais dinâmica, com menos responsabilidades e mais aventuras/desafios, a qual, invariavelmente, não desfrutamos em razão do binômio: família/trabalho.
Na “Vida Secreta de Walter Mitty” temos o personagem principal Walter (Bem Stiller) como um autêntico representante do perfil psicológico mencionado no preâmbulo. Walter é o responsável pela seção de armazenagem e revelação dos negativos fotográficos da revista LIFE e constantemente sai “do ar”, nesses momentos ele vive e enfrenta os desafios ausentes em sua realidade, esses momentos de dimensão alternativa servem de escape para os fatos reais (eles ocorrem ao estilo “fantástico mundo de Bobby”). Durante o desenrolar da história é transmitido ao espectador a informação de Walter, na juventude possuir projetos menos monótonos e por razões familiares ter optado por uma existência mais ordinária, Contudo a reviravolta inicia quando um grande fotógrafo manda a ele um negativo, para ser a capa da ultima LIFE impressa, porém essa foto se perde e, justamente na busca desse negativo, sob pena de demissão, que Walter viverá as aventuras que tanto aspirava. O filme nos leva a lugares inóspitos como Groelândia, Islândia e Afeganistão, nessa jornada somos contemplados com a evolução pessoal do protagonista, que nos é apresentada, não de forma dramática, mas sim de maneira alegre. O final não traz uma vitória completa, como constantemente é apresentado em alguns dramas, mas sim a redenção psicológica do personagem principal, o qual pela evolução de sua personalidade encontra em sua “nova vida”, a plenitude de que sentia tanta falta. E, como desfecho, somos presenteados com a emoção transmitida pela já mencionada – última capa da LIFE – onde, com a aguardada revelação do seu conteúdo, podemos compreender a plenitude da velha máxima, “uma imagem vale mais do que mil palavras”.
Na “Vida Secreta de Walter Mitty” temos o personagem principal Walter (Bem Stiller) como um autêntico representante do perfil psicológico mencionado no preâmbulo. Walter é o responsável pela seção de armazenagem e revelação dos negativos fotográficos da revista LIFE e constantemente sai “do ar”, nesses momentos ele vive e enfrenta os desafios ausentes em sua realidade, esses momentos de dimensão alternativa servem de escape para os fatos reais (eles ocorrem ao estilo “fantástico mundo de Bobby”). Durante o desenrolar da história é transmitido ao espectador a informação de Walter, na juventude possuir projetos menos monótonos e por razões familiares ter optado por uma existência mais ordinária, Contudo a reviravolta inicia quando um grande fotógrafo manda a ele um negativo, para ser a capa da ultima LIFE impressa, porém essa foto se perde e, justamente na busca desse negativo, sob pena de demissão, que Walter viverá as aventuras que tanto aspirava. O filme nos leva a lugares inóspitos como Groelândia, Islândia e Afeganistão, nessa jornada somos contemplados com a evolução pessoal do protagonista, que nos é apresentada, não de forma dramática, mas sim de maneira alegre. O final não traz uma vitória completa, como constantemente é apresentado em alguns dramas, mas sim a redenção psicológica do personagem principal, o qual pela evolução de sua personalidade encontra em sua “nova vida”, a plenitude de que sentia tanta falta. E, como desfecho, somos presenteados com a emoção transmitida pela já mencionada – última capa da LIFE – onde, com a aguardada revelação do seu conteúdo, podemos compreender a plenitude da velha máxima, “uma imagem vale mais do que mil palavras”.